A campanha já começou e com um nivel muito baixo...No entanto, as eleições europeias são demasiadamente importantes para virarmos costas ao primeiro sinal de chungaria demagógica e insulto.
Resiste à campanha e participa!
segunda-feira, maio 31, 2004
domingo, maio 30, 2004
Faro Capital da Cultura em 2005
Noticia Lusa
"O primeiro-ministro, Durão Barroso, anunciou domingo, em Faro, que a capital nacional da Cultura em 2005 será naquela cidade.
Acompanhado pelo ministro da Cultura, Pedro Roseta, Durão Barroso justificou a escolha da cidade com os equipamentos existentes, destacando o teatro municipal de Faro, da autoria de Gonçalo Byrne."
Com este já é o (pelo menos) 3º anúncio oficial... mas nas associações culturais da cidade ainda não se sente nada...
"O primeiro-ministro, Durão Barroso, anunciou domingo, em Faro, que a capital nacional da Cultura em 2005 será naquela cidade.
Acompanhado pelo ministro da Cultura, Pedro Roseta, Durão Barroso justificou a escolha da cidade com os equipamentos existentes, destacando o teatro municipal de Faro, da autoria de Gonçalo Byrne."
Com este já é o (pelo menos) 3º anúncio oficial... mas nas associações culturais da cidade ainda não se sente nada...
quarta-feira, maio 26, 2004
Bruxelas lança portal europeu dos jovens
Notícia PUBLICO.PT
A Comissão Europeia lançou hoje o portal europeu dos jovens para facilitar o acesso a informação relevante sobre formação, viagens, direitos e trabalho de voluntariado no espaço europeu.
O portal, dirigido aos 75 milhões de jovens da União Europeia, destina-se a quem "quer descobrir e participar na Europa" e oferece ligações para dez mil sítios na Internet, de âmbito regional, nacional e europeu.
Além de possibilitar o acesso à informação, o portal convida quem quiser a submeter contribuições, participar em fóruns de discussão e colocar questões.
Este portal surge no âmbito do programa YOUTH que, desde 2000, já permitiu a mais de 400 mil jovens participarem em 40 mil projectos no espaço europeu.
A Comissão Europeia lançou hoje o portal europeu dos jovens para facilitar o acesso a informação relevante sobre formação, viagens, direitos e trabalho de voluntariado no espaço europeu.
O portal, dirigido aos 75 milhões de jovens da União Europeia, destina-se a quem "quer descobrir e participar na Europa" e oferece ligações para dez mil sítios na Internet, de âmbito regional, nacional e europeu.
Além de possibilitar o acesso à informação, o portal convida quem quiser a submeter contribuições, participar em fóruns de discussão e colocar questões.
Este portal surge no âmbito do programa YOUTH que, desde 2000, já permitiu a mais de 400 mil jovens participarem em 40 mil projectos no espaço europeu.
Porque é que os jovens devem participar nas eleições para o Parlamento Europeu?
Numa altura em que acaba o Maio Jovem dedicado ao tema "Ser Europeu" e que se falatanto da participação dos jovens na democracia aqui está um artigo do European Youth Forum sobre as eleições para o Parlamento Europeu que se aproximam...
Será que o PE tem algum efeito na vida de um jovem? Toma alguma decisão capaz de influenciar a nossa maneira de viver? E acima de tudo, será que o nosso voto serve para alguma coisa?
"Porque é que os jovens devem participar nas eleições para o Parlamento Europeu?
O Parlamento Europeu (PE) pode ser visto como uma instituição distante, onde os nossos políticos se consideram importantes, passam horas a debater questões que nunca chegarão aos seus cidadãos e, finalmente, aparecem numa bela fotografia da imprensa internacional. Pode também ser visto como um grande edifício que não precisa dos jovens para nada.
Esta pode ser a primeira impressão. Mas, será correcto pensar assim? Será que o PE tem algum efeito na vida de um jovem? Toma alguma decisão capaz de influenciar a nossa maneira de viver? E acima de tudo, será que o nosso voto serve para alguma coisa? Permitam-nos explicar o que o Parlamento faz por nós.
O Parlamento é composto por 17 comissões, que fazem o trabalho preparatório para as suas sessões plenárias. As comissões elaboram e adoptam resoluções e relatórios sobre propostas legislativas. Uma das dezassete comissões é a Comissão da Cultura, Juventude, Educação, Comunicação Social e Desportos. Alguns dos problemas da responsabilidade desta comissão são a política de educação da União Europeia, relativa à língua, intercâmbio e desenvolvimento das universidades europeias.
O popularíssimo programa Sócrates/Erasmus é apenas uma das iniciativas lançadas por esta comissão. Os programas educacionais e de formação, tais como Cultura 2000 e Leonardo da Vinci, dão muitas oportunidades aos jovens de estudar ou efectuar um estágio de formação no estrangeiro. O programa Sócrates/Erasmus revelou-se um dos projectos mais populares e eficazes na promoção da mobilidade dos estudantes e dos professores em toda a Europa e criou redes temáticas de especialistas. Desde 1987, participaram no programa Erasmus um milhão de estudantes em 1800 universidades de 30 países.
No contexto do debate sobre o próximo programa SÓCRATES, o Fórum Juventude está a favor da criação de um “Junior Erasmus”. Há alguns eurodeputados e candidatos que se mostraram interessados na sua criação. Os jovens devem interpelar os candidatos se estão dispostos a apoiar esta iniciativa no próximo PE, se forem eleitos.
Mas a educação intercultural não é a única preocupação do Parlamento Europeu. Assegurar a qualidade da educação e o reconhecimento mútuo é também um objectivo principal: o Sistema Europeu de Transferência de Créditos Académicos (ECTS) permite um reconhecimento mais fácil das qualificações entre os diferentes países. O projecto Sincronizar as Estruturas Educacionais na Europa visa estabelecer uma metodologia que permita harmonizar em toda a Europa as estruturas educacionais em cinco disciplinas específicas (matemática, geologia, estudos comerciais, história e ciências da educação); por último, a rede ENQA pretende divulgar a informação, experiência, boas práticas e avaliação da qualidade.
Naturalmente, os estudantes universitários são um dos principais públicos-alvo destes programas. Contudo, as próprias crianças também beneficiam das decisões tomadas pelo Parlamento Europeu e das suas políticas. A educação na escola é outra questão seguida de perto pelo PE. Um exemplo destes programas para as escolas é o Projecto de Leitura Interread-Intercultural – um programa de formação de leitura intercultural para alunos do ciclo primário na Inglaterra, em Portugal e na Flandres (Bélgica).
É verdade que a Educação é uma questão essencial para os jovens, mas esta não é a única preocupação do Parlamento Europeu quando aborda problemas dos jovens. Também incentiva políticas importantes que visam rejeitar a xenofobia e promover a integração social. O empenhamento em envolver os jovens no processo de integração europeia é materializado na integração das diferentes acções do Programa JUVENTUDE. Graças às suas cinco acções principais, o programa proporciona oportunidades de mobilidade e de participação activa na construção da Europa do terceiro milénio.
Acção n.° 1 - a Juventude para a Europa, proporciona a grupos de jovens de diferentes países a oportunidade de se encontrarem.
Acção n.° 2 - o projecto de Serviço Voluntário Europeu permite a um jovem ser voluntário noutro país por um período de tempo específico, normalmente entre 6 e 12 meses.
Acção n.° 3 - Iniciativas da Juventude, faculta aos jovens a obtenção de apoio para executarem um projecto a nível local.
Acção n.° 4 - Acções Conjuntas, reúne os programas SÓCRATES (educação), LEONARDO DA VINCI (formação profissional) e JUVENTUDE (educação não formal).
Acção n.° 5 - Medidas de Apoio, sustenta e complementa as outras acções do programa JUVENTUDE, de modo a consolidar e realçar os seus benefícios.
Se desejarmos que os nossos interesses sejam respeitados, devemos estar bem representados. O Parlamento Europeu elaborou um novo programa para apoiar as ONG a nível europeu. Este novo programa comunitário fornecerá a base legal para a concessão anual de subvenções de funcionamento e administrativas às ONG de juventude internacionais de 2004 a 2006. O programa concederá subvenções a, no máximo, 80 ONG de juventude internacionais e ao Fórum Europeu da Juventude, com base nos seus programas anuais, visando assim realçar as possibilidades de participação dos jovens na vida pública a nível europeu.
Como foi descrito, o Parlamento Europeu apoia várias medidas em nome da juventude. Mas não o faz somente através dos órgãos especificamente responsáveis pela juventude. Por exemplo, a natureza precária do emprego de jovens é uma missão da Comissão do Emprego e Assuntos Sociais e é debatida na Estratégia Europeia de Emprego anual e nos dois Processos de Integração Social anteriores.
Contudo, a nossa vida quotidiana é afectada pelas decisões do PE, não só enquanto jovens, mas também enquanto cidadãos europeus. Hoje em dia, algumas delas moldam a forma de desenvolvimento da nossa sociedade. O PE debruça-se sobre questões como a pobreza, o desenvolvimento e a democracia. Bate-se por uma ordem económica mundial justa paralela ao desenvolvimento social. Do mesmo modo, dá muita importância à protecção dos direitos humanos, tanto dentro como fora da União, recorrendo ao seu poder de emitir pareceres como um meio de promover o respeito dos direitos fundamentais.
Tem igualmente um papel importante na protecção do nosso ambiente. A União desenvolve uma política activa para proteger o solo, a água, o clima, o ar, a flora e a fauna. Entre as suas preocupações estão a qualidade do ar no interior dos edifícios, as exportações de resíduos tóxicos ou a prevenção e reparação dos danos ambientais.
O PE tem feito muito pelos jovens europeus. A possibilidade de uma melhor educação, de estudar noutro país europeu e de terem acesso às novas tecnologias são algumas das suas realizações importantes. Mas também promove valores importantes para a nossa sociedade, como o respeito dos direitos humanos ou a protecção do ambiente.
Além disso, este ano, temos um novo desafio: há mais 10 países que aderiram à União Europeia. Há uma nova Europa em construção que trará novos desafios e oportunidades para todos. Somos agora 75 milhões de jovens que podemos decidir o futuro desta nova Europa. É suficiente para termos voz no capítulo
Resumindo, o Parlamento Europeu tem feito muito pela juventude, mas há ainda muito mais para fazer. Se os eurodeputados tomaram a juventude em consideração, parece justo, no mínimo, que a juventude se interesse por quem a vai representar nas próximas eleições. O primeiro passo para participar no processo de decisão é votar nas próximas eleições. Devemo-lo à Europa e a nós próprios."
Será que o PE tem algum efeito na vida de um jovem? Toma alguma decisão capaz de influenciar a nossa maneira de viver? E acima de tudo, será que o nosso voto serve para alguma coisa?
"Porque é que os jovens devem participar nas eleições para o Parlamento Europeu?
O Parlamento Europeu (PE) pode ser visto como uma instituição distante, onde os nossos políticos se consideram importantes, passam horas a debater questões que nunca chegarão aos seus cidadãos e, finalmente, aparecem numa bela fotografia da imprensa internacional. Pode também ser visto como um grande edifício que não precisa dos jovens para nada.
Esta pode ser a primeira impressão. Mas, será correcto pensar assim? Será que o PE tem algum efeito na vida de um jovem? Toma alguma decisão capaz de influenciar a nossa maneira de viver? E acima de tudo, será que o nosso voto serve para alguma coisa? Permitam-nos explicar o que o Parlamento faz por nós.
O Parlamento é composto por 17 comissões, que fazem o trabalho preparatório para as suas sessões plenárias. As comissões elaboram e adoptam resoluções e relatórios sobre propostas legislativas. Uma das dezassete comissões é a Comissão da Cultura, Juventude, Educação, Comunicação Social e Desportos. Alguns dos problemas da responsabilidade desta comissão são a política de educação da União Europeia, relativa à língua, intercâmbio e desenvolvimento das universidades europeias.
O popularíssimo programa Sócrates/Erasmus é apenas uma das iniciativas lançadas por esta comissão. Os programas educacionais e de formação, tais como Cultura 2000 e Leonardo da Vinci, dão muitas oportunidades aos jovens de estudar ou efectuar um estágio de formação no estrangeiro. O programa Sócrates/Erasmus revelou-se um dos projectos mais populares e eficazes na promoção da mobilidade dos estudantes e dos professores em toda a Europa e criou redes temáticas de especialistas. Desde 1987, participaram no programa Erasmus um milhão de estudantes em 1800 universidades de 30 países.
No contexto do debate sobre o próximo programa SÓCRATES, o Fórum Juventude está a favor da criação de um “Junior Erasmus”. Há alguns eurodeputados e candidatos que se mostraram interessados na sua criação. Os jovens devem interpelar os candidatos se estão dispostos a apoiar esta iniciativa no próximo PE, se forem eleitos.
Mas a educação intercultural não é a única preocupação do Parlamento Europeu. Assegurar a qualidade da educação e o reconhecimento mútuo é também um objectivo principal: o Sistema Europeu de Transferência de Créditos Académicos (ECTS) permite um reconhecimento mais fácil das qualificações entre os diferentes países. O projecto Sincronizar as Estruturas Educacionais na Europa visa estabelecer uma metodologia que permita harmonizar em toda a Europa as estruturas educacionais em cinco disciplinas específicas (matemática, geologia, estudos comerciais, história e ciências da educação); por último, a rede ENQA pretende divulgar a informação, experiência, boas práticas e avaliação da qualidade.
Naturalmente, os estudantes universitários são um dos principais públicos-alvo destes programas. Contudo, as próprias crianças também beneficiam das decisões tomadas pelo Parlamento Europeu e das suas políticas. A educação na escola é outra questão seguida de perto pelo PE. Um exemplo destes programas para as escolas é o Projecto de Leitura Interread-Intercultural – um programa de formação de leitura intercultural para alunos do ciclo primário na Inglaterra, em Portugal e na Flandres (Bélgica).
É verdade que a Educação é uma questão essencial para os jovens, mas esta não é a única preocupação do Parlamento Europeu quando aborda problemas dos jovens. Também incentiva políticas importantes que visam rejeitar a xenofobia e promover a integração social. O empenhamento em envolver os jovens no processo de integração europeia é materializado na integração das diferentes acções do Programa JUVENTUDE. Graças às suas cinco acções principais, o programa proporciona oportunidades de mobilidade e de participação activa na construção da Europa do terceiro milénio.
Acção n.° 1 - a Juventude para a Europa, proporciona a grupos de jovens de diferentes países a oportunidade de se encontrarem.
Acção n.° 2 - o projecto de Serviço Voluntário Europeu permite a um jovem ser voluntário noutro país por um período de tempo específico, normalmente entre 6 e 12 meses.
Acção n.° 3 - Iniciativas da Juventude, faculta aos jovens a obtenção de apoio para executarem um projecto a nível local.
Acção n.° 4 - Acções Conjuntas, reúne os programas SÓCRATES (educação), LEONARDO DA VINCI (formação profissional) e JUVENTUDE (educação não formal).
Acção n.° 5 - Medidas de Apoio, sustenta e complementa as outras acções do programa JUVENTUDE, de modo a consolidar e realçar os seus benefícios.
Se desejarmos que os nossos interesses sejam respeitados, devemos estar bem representados. O Parlamento Europeu elaborou um novo programa para apoiar as ONG a nível europeu. Este novo programa comunitário fornecerá a base legal para a concessão anual de subvenções de funcionamento e administrativas às ONG de juventude internacionais de 2004 a 2006. O programa concederá subvenções a, no máximo, 80 ONG de juventude internacionais e ao Fórum Europeu da Juventude, com base nos seus programas anuais, visando assim realçar as possibilidades de participação dos jovens na vida pública a nível europeu.
Como foi descrito, o Parlamento Europeu apoia várias medidas em nome da juventude. Mas não o faz somente através dos órgãos especificamente responsáveis pela juventude. Por exemplo, a natureza precária do emprego de jovens é uma missão da Comissão do Emprego e Assuntos Sociais e é debatida na Estratégia Europeia de Emprego anual e nos dois Processos de Integração Social anteriores.
Contudo, a nossa vida quotidiana é afectada pelas decisões do PE, não só enquanto jovens, mas também enquanto cidadãos europeus. Hoje em dia, algumas delas moldam a forma de desenvolvimento da nossa sociedade. O PE debruça-se sobre questões como a pobreza, o desenvolvimento e a democracia. Bate-se por uma ordem económica mundial justa paralela ao desenvolvimento social. Do mesmo modo, dá muita importância à protecção dos direitos humanos, tanto dentro como fora da União, recorrendo ao seu poder de emitir pareceres como um meio de promover o respeito dos direitos fundamentais.
Tem igualmente um papel importante na protecção do nosso ambiente. A União desenvolve uma política activa para proteger o solo, a água, o clima, o ar, a flora e a fauna. Entre as suas preocupações estão a qualidade do ar no interior dos edifícios, as exportações de resíduos tóxicos ou a prevenção e reparação dos danos ambientais.
O PE tem feito muito pelos jovens europeus. A possibilidade de uma melhor educação, de estudar noutro país europeu e de terem acesso às novas tecnologias são algumas das suas realizações importantes. Mas também promove valores importantes para a nossa sociedade, como o respeito dos direitos humanos ou a protecção do ambiente.
Além disso, este ano, temos um novo desafio: há mais 10 países que aderiram à União Europeia. Há uma nova Europa em construção que trará novos desafios e oportunidades para todos. Somos agora 75 milhões de jovens que podemos decidir o futuro desta nova Europa. É suficiente para termos voz no capítulo
Resumindo, o Parlamento Europeu tem feito muito pela juventude, mas há ainda muito mais para fazer. Se os eurodeputados tomaram a juventude em consideração, parece justo, no mínimo, que a juventude se interesse por quem a vai representar nas próximas eleições. O primeiro passo para participar no processo de decisão é votar nas próximas eleições. Devemo-lo à Europa e a nós próprios."
segunda-feira, maio 24, 2004
Mais recursos em Educação para o Desenvolvimento
Sugestões de actividades para desenvolver nas escolas (1º ciclo) sobre questões tão variadas como o comércio justo, cidadania global, refugiados, desenvolvimento, etc.
CAFOD (Catholic Agency for Overseas Development) oferece no seu site uma grande variedade de recursos em inglês relacionados com a temática da Educação para o Desenvolvimento, destinados às escolas, professores e alunos: desde jogos e “sketches” até “pacotes de recursos” prontos a usar, passando por planos de aula e exercícios online.
CAFOD (Catholic Agency for Overseas Development) oferece no seu site uma grande variedade de recursos em inglês relacionados com a temática da Educação para o Desenvolvimento, destinados às escolas, professores e alunos: desde jogos e “sketches” até “pacotes de recursos” prontos a usar, passando por planos de aula e exercícios online.
terça-feira, maio 18, 2004
Participação dos cidadãos
Continuo sem muita vontade de escrever...por isso aqui vai um link directo para um interessante texto de Luís Aranguren intitulado "La participación ciudadana: posibilidades y retos".
Nele o autor procura aflorar alguns temas como o exercício da cidadania, as novas formas de participação, os novos desafios que se colocam aos cidadãos...
Já agora vejam o resto do blog...
Nele o autor procura aflorar alguns temas como o exercício da cidadania, as novas formas de participação, os novos desafios que se colocam aos cidadãos...
Já agora vejam o resto do blog...
sexta-feira, maio 14, 2004
Voluntariado
Aqui podes ver mais uma das fichas formativas criadas pela Plataforma das ONGD. Esta é sobre o voluntariado (conceitos, evolução histórica, a situação em Portugal e perspectivas de futuro).
Apesar de não ser muito profunda não deixa de ser interessante...
Apesar de não ser muito profunda não deixa de ser interessante...
terça-feira, abril 27, 2004
Terminou o II Festival "Contos de Liberdade"
Já terminou o festival mas o blog do Ezequiel continua (pelo menos por enquanto...)
O Ezequiel até agradece que deixem na sua caixa de comentarios uma vossa avaliação do Festival (Gostaram? Não gostaram? O que é que podemos fazer melhor para a apróxima?)
Entretanto as fotografias estão neste site
Fiz uma pequena batota e acrescentei este filme em 8 de Outubro de 2007
O Ezequiel até agradece que deixem na sua caixa de comentarios uma vossa avaliação do Festival (Gostaram? Não gostaram? O que é que podemos fazer melhor para a apróxima?)
Entretanto as fotografias estão neste site
Fiz uma pequena batota e acrescentei este filme em 8 de Outubro de 2007
quarta-feira, abril 21, 2004
Começa Hoje o II Festival de NarraçãoOral "Contos de Liberdade"
10.00 ARCA dos Contos no Jardim de Infância do Corotelo em S. Brás pela OPAP
15.30 Oficina de escrita criativa "Contos de Liberdade" na EB Poeta Bernardo Passos em S. Brás pelo Nucli-Núcleo de Literatura da ARCA
21.30 Roda de Contos para todas as pessoas que queiram contar e ouvir contos no Bar do IPJ "Café com Estórias"
Mais informações aqui
(é preciso fazer um "scroll" na barra lateral que o programa está meio escondido....)
Continue a acompanhar as aventuras do Ezequiel aqui
15.30 Oficina de escrita criativa "Contos de Liberdade" na EB Poeta Bernardo Passos em S. Brás pelo Nucli-Núcleo de Literatura da ARCA
21.30 Roda de Contos para todas as pessoas que queiram contar e ouvir contos no Bar do IPJ "Café com Estórias"
Mais informações aqui
(é preciso fazer um "scroll" na barra lateral que o programa está meio escondido....)
Continue a acompanhar as aventuras do Ezequiel aqui
sábado, abril 17, 2004
Clandestinidades
Contos Clandestinos em Alte na Horta das Artes, Teatro da Estrada a partir das 21.00h
Para mais informações sobre o local Horta das Artes perguntar no Café da Esquina (qualquer esquina, está um dos "nossos" pronto a informar onde é, em todos os cafés)
Haverá beberete, tragam qq coisas para ajudar os comensais (todos nós) comes e/ou bebes (mais bebes do que comes, diz a rede clandestina local)
Não podemos enviar mapa para não sermos apanhados pelos satélites (e porque não temos).
A&A
Para mais informações sobre o local Horta das Artes perguntar no Café da Esquina (qualquer esquina, está um dos "nossos" pronto a informar onde é, em todos os cafés)
Haverá beberete, tragam qq coisas para ajudar os comensais (todos nós) comes e/ou bebes (mais bebes do que comes, diz a rede clandestina local)
Não podemos enviar mapa para não sermos apanhados pelos satélites (e porque não temos).
A&A
sexta-feira, abril 16, 2004
Alimentos com Transgénicos Passam Este Mês a Ser Rotulados
Notícia de hoje no "Público":
Por ANA FERNANDES
Sexta-feira, 16 de Abril de 2004
Todos os alimentos para consumo humano e animal que, na sua composição,
incluam ingredientes transgénicos vão ter de informar o consumidor dessa
presença. A lei comunitária entra em vigor a partir deste fim-de-semana mas
isso não quer dizer que, depois de segunda-feira, os rótulos já estejam
todos actualizados. É que todos os bens cujo processo produtivo se tenha
iniciado antes do próximo dia 18 não são obrigados a cumprir as novas
normas. Daqui para a frente, já não haverá excepções.
Hoje entra em vigor o regulamento que define que se pode conseguir seguir o
rasto de todos os ingredientes utilizados nos produtos alimentares. O
objectivo é o de, além de facilitar a rotulagem, conseguir retirar todos os
produtos de mercado que tenham como ingrediente um determinado transgénico
que se provou que provoca efeitos prejudiciais para a saúde humana, para os
animais ou para o ambiente.
No domingo, é a vez de o regulamento da rotulagem que obriga a que qualquer
produto alimentar avise o consumidor que existem elementos transgénicos na
sua composição entrar em vigor. Até agora, a lei obrigava a fornecer este
aviso só quando, no produto final, se detectava a presença de mais de um por
cento de transgenes.
As novas normas foram saudadas por ambientalistas e agricultores com
culturas biológicas que defendem a opção dada agora aos consumidores de
comprar, ou não, produtos com organismos geneticamente modificados (OGM).
Além disso, esta legislação cria um "novo patamar de garantias alimentares",
congratula-se a plataforma "Transgénicos fora do prato", que inclui diversas
associações da área do ambiente e da agricultura.
O consumidor tem o lugar central nestas leis. "O que está em questão não é
tanto a segurança alimentar mas mais o direito do consumidor em estar
informado, porque tudo o que até agora tem sido avaliado em matéria de OGM
tem indicado que estes são seguros", afirmou Lurdes Camilo, da
Direcção-Geral de Fiscalização e Controlo da Qualidade Alimentar (DGFCQA).
Mas estes regulamentos europeus cumprem também objectivos políticos. A sua
aprovação foi a solução encontrada para tentar travar o diferendo que se
arrasta há anos entre a União Europeia e os Estados Unidos em relação aos
transgénicos. E pôr um ponto final na moratória informal imposta por alguns
países europeus, que fecharam as suas portas à importação de OGM, o que
aliás gerou uma queixa colocada pelos EUA na Organização Mundial do
Comércio. Porém, esta moratória não está totalmente afastada, já que a lista
de produtos geneticamente modificados aprovados pela UE é restrita.
Aplicação complexa
Tanto as autoridades, como a indústria, como até as associações
ambientalistas admitem que a aplicação da legislação vai ser complicada. O
grande esforço pedido às indústrias é de base documental: as empresas têm de
pedir e guardar por cinco anos todas as declarações sobre os diferentes
ingredientes que usam, onde se explicitam quais os materiais utilizados e se
são transgénicos.
"Temos de ter grande confiança nos fornecedores", explica Jaime Piçarra, da
Associação Portuguesa dos Industriais de Alimentos Compostos para Animais
(IACA). Ou seja, o produtor tem de acreditar que o seu fornecedor está a
dar-lhe todas as informações. Mas esta exigência esbarra nalguma resistência
por parte de países como os Estados Unidos, que não consideram que se esteja
perante um problema de segurança alimentar.
"Se os documentos não forem verdadeiros, como é que podemos garantir que
não há transgénicos?", questiona Isabel Sarmento, da Federação das
Indústrias Portuguesas Agro-Alimentares (FIPA). "É que, muitas vezes, não é
possível detectar se há transgenes, por mais análises que se façam",
acrescenta.
A capacidade de resposta dos laboratórios - que vão passar a ser muito
requisitados para o autocontrolo que as empresas vão fazer - e os métodos
analíticos, que são limitados, são duas das grandes preocupações dos
industriais e ambientalistas.
Apesar de tudo, a indústria diz-se preparada para aplicar os regulamentos,
tendo redigido um guia onde se explicam todas as implicações da lei e as
mudanças necessárias, a distribuir pelos associados da IACA e da FIPA.
Por enquanto, a grande mudança prende-se com a quantidade de documentação
que é pedida às empresas. "A gestão dos 'stocks' terá de ser cirúrgica, pois
a rotulagem tem de ser adequada - e modificada - conforme os lotes que se
recebem", explica Margarida Silva, da plataforma "Transgénicos fora do
prato".
Mas, a prazo, uma outra mudança pode ser ditada pelos consumidores. Isabel
Sarmento, da FIPA, diz que "a indústria vai esperar para ver como se
comporta o mercado". Mas Lurdes Camilo acredita que muitas empresas vão
começar, desde logo, a apostar na substituição dos ingredientes transgénicos
por outros alternativos.
Por ANA FERNANDES
Sexta-feira, 16 de Abril de 2004
Todos os alimentos para consumo humano e animal que, na sua composição,
incluam ingredientes transgénicos vão ter de informar o consumidor dessa
presença. A lei comunitária entra em vigor a partir deste fim-de-semana mas
isso não quer dizer que, depois de segunda-feira, os rótulos já estejam
todos actualizados. É que todos os bens cujo processo produtivo se tenha
iniciado antes do próximo dia 18 não são obrigados a cumprir as novas
normas. Daqui para a frente, já não haverá excepções.
Hoje entra em vigor o regulamento que define que se pode conseguir seguir o
rasto de todos os ingredientes utilizados nos produtos alimentares. O
objectivo é o de, além de facilitar a rotulagem, conseguir retirar todos os
produtos de mercado que tenham como ingrediente um determinado transgénico
que se provou que provoca efeitos prejudiciais para a saúde humana, para os
animais ou para o ambiente.
No domingo, é a vez de o regulamento da rotulagem que obriga a que qualquer
produto alimentar avise o consumidor que existem elementos transgénicos na
sua composição entrar em vigor. Até agora, a lei obrigava a fornecer este
aviso só quando, no produto final, se detectava a presença de mais de um por
cento de transgenes.
As novas normas foram saudadas por ambientalistas e agricultores com
culturas biológicas que defendem a opção dada agora aos consumidores de
comprar, ou não, produtos com organismos geneticamente modificados (OGM).
Além disso, esta legislação cria um "novo patamar de garantias alimentares",
congratula-se a plataforma "Transgénicos fora do prato", que inclui diversas
associações da área do ambiente e da agricultura.
O consumidor tem o lugar central nestas leis. "O que está em questão não é
tanto a segurança alimentar mas mais o direito do consumidor em estar
informado, porque tudo o que até agora tem sido avaliado em matéria de OGM
tem indicado que estes são seguros", afirmou Lurdes Camilo, da
Direcção-Geral de Fiscalização e Controlo da Qualidade Alimentar (DGFCQA).
Mas estes regulamentos europeus cumprem também objectivos políticos. A sua
aprovação foi a solução encontrada para tentar travar o diferendo que se
arrasta há anos entre a União Europeia e os Estados Unidos em relação aos
transgénicos. E pôr um ponto final na moratória informal imposta por alguns
países europeus, que fecharam as suas portas à importação de OGM, o que
aliás gerou uma queixa colocada pelos EUA na Organização Mundial do
Comércio. Porém, esta moratória não está totalmente afastada, já que a lista
de produtos geneticamente modificados aprovados pela UE é restrita.
Aplicação complexa
Tanto as autoridades, como a indústria, como até as associações
ambientalistas admitem que a aplicação da legislação vai ser complicada. O
grande esforço pedido às indústrias é de base documental: as empresas têm de
pedir e guardar por cinco anos todas as declarações sobre os diferentes
ingredientes que usam, onde se explicitam quais os materiais utilizados e se
são transgénicos.
"Temos de ter grande confiança nos fornecedores", explica Jaime Piçarra, da
Associação Portuguesa dos Industriais de Alimentos Compostos para Animais
(IACA). Ou seja, o produtor tem de acreditar que o seu fornecedor está a
dar-lhe todas as informações. Mas esta exigência esbarra nalguma resistência
por parte de países como os Estados Unidos, que não consideram que se esteja
perante um problema de segurança alimentar.
"Se os documentos não forem verdadeiros, como é que podemos garantir que
não há transgénicos?", questiona Isabel Sarmento, da Federação das
Indústrias Portuguesas Agro-Alimentares (FIPA). "É que, muitas vezes, não é
possível detectar se há transgenes, por mais análises que se façam",
acrescenta.
A capacidade de resposta dos laboratórios - que vão passar a ser muito
requisitados para o autocontrolo que as empresas vão fazer - e os métodos
analíticos, que são limitados, são duas das grandes preocupações dos
industriais e ambientalistas.
Apesar de tudo, a indústria diz-se preparada para aplicar os regulamentos,
tendo redigido um guia onde se explicam todas as implicações da lei e as
mudanças necessárias, a distribuir pelos associados da IACA e da FIPA.
Por enquanto, a grande mudança prende-se com a quantidade de documentação
que é pedida às empresas. "A gestão dos 'stocks' terá de ser cirúrgica, pois
a rotulagem tem de ser adequada - e modificada - conforme os lotes que se
recebem", explica Margarida Silva, da plataforma "Transgénicos fora do
prato".
Mas, a prazo, uma outra mudança pode ser ditada pelos consumidores. Isabel
Sarmento, da FIPA, diz que "a indústria vai esperar para ver como se
comporta o mercado". Mas Lurdes Camilo acredita que muitas empresas vão
começar, desde logo, a apostar na substituição dos ingredientes transgénicos
por outros alternativos.
quinta-feira, abril 15, 2004
Nova Roda de Contos Clandestina
Este sábado às 21.00h em Alte.
Tragam qq coisa para comer
Mais informações através do código XPuy
Não passem palavra
Tragam qq coisa para comer
Mais informações através do código XPuy
Não passem palavra
terça-feira, abril 13, 2004
Dia Internacional do Comercio Justo
No dia 8 de Maio comemora-se o Dia Mundial do Comércio Justo. A Coordenação Portuguesa do Comércio Justo (CPCJ) prevê a realização de uma iniciativa de alcance nacional, com foco no Euro 2004.
A CPCJ reúne as Organizações Não Governamentais de Desenvolvimento AJP, CIDAC, Cores do Globo e OIKOS; as associações Alternativa, ARCA, Aventura Marão Clube, Reviravolta e as cooperativas Mó de Vida, Planeta Sul e Terra Justa.
A campanha “Marca um Golo contra o Trabalho Infantil” pretende sensibilizar a opinião pública para as condições de trabalho no fabrico de material desportivo, sobretudo no Sudeste Asiático. Surge no contexto duma campanha internacional que culminará nos Jogos Olímpicos de Atenas.
Faro, Lisboa, Coimbra e Porto serão palco desta iniciativa, que consiste num desafio a figuras pública e a cidadãos anónimos para que marquem um golo numa baliza especial. Serão utilizadas bolas do Comércio Justo, cujo fabrico não envolve trabalho infantil ou qualquer exploração dos direitos dos trabalhadores.
Trata-se portanto de uma iniciativa aberta, pelo que convidamos todas organizações e particulares a participar.
A CPCJ reúne as Organizações Não Governamentais de Desenvolvimento AJP, CIDAC, Cores do Globo e OIKOS; as associações Alternativa, ARCA, Aventura Marão Clube, Reviravolta e as cooperativas Mó de Vida, Planeta Sul e Terra Justa.
A campanha “Marca um Golo contra o Trabalho Infantil” pretende sensibilizar a opinião pública para as condições de trabalho no fabrico de material desportivo, sobretudo no Sudeste Asiático. Surge no contexto duma campanha internacional que culminará nos Jogos Olímpicos de Atenas.
Faro, Lisboa, Coimbra e Porto serão palco desta iniciativa, que consiste num desafio a figuras pública e a cidadãos anónimos para que marquem um golo numa baliza especial. Serão utilizadas bolas do Comércio Justo, cujo fabrico não envolve trabalho infantil ou qualquer exploração dos direitos dos trabalhadores.
Trata-se portanto de uma iniciativa aberta, pelo que convidamos todas organizações e particulares a participar.
quinta-feira, abril 08, 2004
III Escola Nacional de Educação para o Desenvolvimento
O papel da ED nas Escolas
Casa de Retiros de Santo Inácio
Rodízio, Praia Grande – Almoçageme 13 a 15 de Maio
O Grupo de Educação para o Desenvolvimento da Plataforma Portuguesa das ONGD organiza pela terceira vez um encontro nacional de reflexão sobre a Educação para o Desenvolvimento.
O desafio para 2004 é o de perpetuar a energia e multiplicar os resultados que a organização da Escola Europeia de ED em 2003 trouxeram ao panorama nacional da ED.
Objectivos Gerais
Restituição da Escola Europeia de Verão 2003 promovendo o desejado efeito multiplicador da mesma.
Percepção e compreensão de diferentes estratégias de intervenção e sua operacionalização, ao nível da Educação para o Desenvolvimento.
Elaboração de pistas de actuação em contexto nacional através de uma abordagem às orientações europeias.
Resultados esperados
§ Identificação das necessidades e obstáculos no trabalho das ONG, dos professores e outros parceiros e formulação de estratégias para ultrapassar os mesmos.
§ Definição de estratégias de parcerias.
§ Criação de redes informais de informação, divulgação, troca de experiências.
§ Produção de informação e documentação sobre a ED nas escolas.
Como Participar?
Perfil dos Participantes
Serão consideradas as candidaturas de representantes de ONGD, associações juvenis, sindicatos, centros de formação de professores, Escolas Superiores de Educação, municípios e outras instituições que possam constituir-se agentes multiplicadores da ED nas Escolas.
Os participantes deverão já ter participado em projectos de ED e poder demonstrar conhecimentos e experiência prática no domínio da ED, ou em áreas relacionadas: interculturalidade, educação ambiental, educação para a cidadania, educação para a paz, comércio justo etc.
Pedidos aos Participantes
Os participantes são convidados a participar activamente na Feira de Recursos e Projectos através da exposição de materiais das suas organizações relacionados com projectos de ED.
Pede-se ainda aos participantes que enviem uma lista e descrição/contextualização dos materiais pedagógicos que utilizam. Desta forma, poderia ser elaborada uma base de dados dos recursos existentes, solicitando-se um exemplar para a Plataforma, que se assumiria como um depositário legal das ONGD neste âmbito.
Inscrições
Inscrições até 30 de Abril através do preenchimento do formulário em anexo.
O formulário de inscrição deverá ser enviado à Plataforma através do e-mail info@plataformaongd.pt ou do fax nº 21 790 67 89.
O custo de participação é de 50 Euros, incluindo estadia de dois dias em quarto duplo, refeições, documentação e material de apoio. O pagamento deverá ser efectuado: Por cheque a endereçar à Plataforma Portuguesa das ONGD, Rua Tenente Espanca, nº17, R/C Esq. 1050-220 Lisboa; ou por transferência bancária através do NIB 0035 0001 00022630431 88 e do envio do respectivo comprovativo.
Indicações úteis
A chegada de cada participante até à Casa de Retiros de Santo Inácio, Rodízio, Praia Grande, Almoçageme fica por sua conta.
A hora de chegada é a partir das 16h00 e os trabalhos têm início pelas 18h30.
Oficinas
A. Como fazer chegar a ED às escolas?
Nesta oficina deverão ser abordados temas associados a como implementar iniciativas de ED no meio escolar, como acompanhar as escolas neste processo.
Objectivos
§ Conhecer e perceber os obstáculos à integração da ED nas escolas.
§ Compreender os papéis diversos e complementares dos diferentes actores da ED nas escolas.
§ Analisar meios e instrumentos privilegiados para integrar a ED nas escolas.
§ Definir pistas estratégicas de intervenção.
B. Trabalhar para ou com a comunidade escolar?
Esta oficina irá debruçar-se sobre os diferentes actores intervenientes no processo educativo (professores, conselho executivo, famílias, ONG)
Objectivos
§ Analisar os processos de introdução e operacionalização de ED nos curricula: abordagem unidisciplinar ou transversal?
§ Analisar a relação entre ONG e escola do ponto de vista dos recursos e da elaboração dos projectos: oferecer serviços ou construir em conjunto?
§ Identificar necessidades ao nível da metodologia e das ferramentas pedagógicas e elaborar pistas para elaboração e enquadramento das mesmas, incluindo uma análise de conciliação entre Educação Formal e Não Formal.
§ Identificar e analisar o papel de diversos actores dentro da comunidade escolar, incluindo pessoal não docente, Conselhos Executivos, etc.
C. Escola Aberta – que parcerias, que redes?
Esta oficina irá debruçar-se sobre a criação de trabalhos em parcerias e redes, num contexto alargado, em que a escola se encontra aberta para a comunidade envolvente e para o mundo.
Objectivos
§ Dar a conhecer e analisar parcerias e redes já existentes
§ Identificar pistas para a criação de sinergias/parcerias aos níveis local, europeu e norte/sul
§ Compreender e analisar a importância da relação comunidade / escola e dos contributos recíprocos para a implementação da ED nas escolas.
§ Desenhar pistas de actuação de forma a incluir os problemas da comunidade na escola e tratá-los sob uma perspectiva de ED.
Para uma Melhor Compreensão da ED
Sessão que tem como objectivos ir de encontro da definição de ED, servindo como contextualização do encontro e como ponto de partida para os trabalhos.
Fórum Aberto
Espaço de discussão e aprendizagem em que a proposição dos temas e a organização do trabalho são da iniciativa dos próprios participantes. Os participantes que apresentarem propostas deverão ser responsáveis pela elaboração de um documento, que será apresentado em plenário.
Apresentação de Conclusões
Apresentação em plenário das conclusões das oficinas. As formas de apresentação serão escolhidas por cada grupo e respectivos animadores.
Identificação de prioridades
Os participantes serão reunidos em 3 grupos aleatórios de forma a identificar prioridades para a ED em Portugal e produzir um documento que será discutido no dia seguinte após o almoço.
Desafios
Os participantes deverão ser reunidos em 3 grupos, de forma a concretizar em desafios as prioridades discutidas no dia anterior. As conclusões serão apresentadas em Plenário.
Feira de Recursos e Projectos
Para conhecer melhor o que fazemos e o que fazem os outros em Educação para o Desenvolvimento será organizada uma “Feira” onde estarão expostos, para consulta ou para venda, os materiais (brochuras, posters, livros, CD-rom, etc.) de cada organização participante.
Casa de Retiros de Santo Inácio
Rodízio, Praia Grande – Almoçageme 13 a 15 de Maio
O Grupo de Educação para o Desenvolvimento da Plataforma Portuguesa das ONGD organiza pela terceira vez um encontro nacional de reflexão sobre a Educação para o Desenvolvimento.
O desafio para 2004 é o de perpetuar a energia e multiplicar os resultados que a organização da Escola Europeia de ED em 2003 trouxeram ao panorama nacional da ED.
Objectivos Gerais
Restituição da Escola Europeia de Verão 2003 promovendo o desejado efeito multiplicador da mesma.
Percepção e compreensão de diferentes estratégias de intervenção e sua operacionalização, ao nível da Educação para o Desenvolvimento.
Elaboração de pistas de actuação em contexto nacional através de uma abordagem às orientações europeias.
Resultados esperados
§ Identificação das necessidades e obstáculos no trabalho das ONG, dos professores e outros parceiros e formulação de estratégias para ultrapassar os mesmos.
§ Definição de estratégias de parcerias.
§ Criação de redes informais de informação, divulgação, troca de experiências.
§ Produção de informação e documentação sobre a ED nas escolas.
Como Participar?
Perfil dos Participantes
Serão consideradas as candidaturas de representantes de ONGD, associações juvenis, sindicatos, centros de formação de professores, Escolas Superiores de Educação, municípios e outras instituições que possam constituir-se agentes multiplicadores da ED nas Escolas.
Os participantes deverão já ter participado em projectos de ED e poder demonstrar conhecimentos e experiência prática no domínio da ED, ou em áreas relacionadas: interculturalidade, educação ambiental, educação para a cidadania, educação para a paz, comércio justo etc.
Pedidos aos Participantes
Os participantes são convidados a participar activamente na Feira de Recursos e Projectos através da exposição de materiais das suas organizações relacionados com projectos de ED.
Pede-se ainda aos participantes que enviem uma lista e descrição/contextualização dos materiais pedagógicos que utilizam. Desta forma, poderia ser elaborada uma base de dados dos recursos existentes, solicitando-se um exemplar para a Plataforma, que se assumiria como um depositário legal das ONGD neste âmbito.
Inscrições
Inscrições até 30 de Abril através do preenchimento do formulário em anexo.
O formulário de inscrição deverá ser enviado à Plataforma através do e-mail info@plataformaongd.pt ou do fax nº 21 790 67 89.
O custo de participação é de 50 Euros, incluindo estadia de dois dias em quarto duplo, refeições, documentação e material de apoio. O pagamento deverá ser efectuado: Por cheque a endereçar à Plataforma Portuguesa das ONGD, Rua Tenente Espanca, nº17, R/C Esq. 1050-220 Lisboa; ou por transferência bancária através do NIB 0035 0001 00022630431 88 e do envio do respectivo comprovativo.
Indicações úteis
A chegada de cada participante até à Casa de Retiros de Santo Inácio, Rodízio, Praia Grande, Almoçageme fica por sua conta.
A hora de chegada é a partir das 16h00 e os trabalhos têm início pelas 18h30.
Oficinas
A. Como fazer chegar a ED às escolas?
Nesta oficina deverão ser abordados temas associados a como implementar iniciativas de ED no meio escolar, como acompanhar as escolas neste processo.
Objectivos
§ Conhecer e perceber os obstáculos à integração da ED nas escolas.
§ Compreender os papéis diversos e complementares dos diferentes actores da ED nas escolas.
§ Analisar meios e instrumentos privilegiados para integrar a ED nas escolas.
§ Definir pistas estratégicas de intervenção.
B. Trabalhar para ou com a comunidade escolar?
Esta oficina irá debruçar-se sobre os diferentes actores intervenientes no processo educativo (professores, conselho executivo, famílias, ONG)
Objectivos
§ Analisar os processos de introdução e operacionalização de ED nos curricula: abordagem unidisciplinar ou transversal?
§ Analisar a relação entre ONG e escola do ponto de vista dos recursos e da elaboração dos projectos: oferecer serviços ou construir em conjunto?
§ Identificar necessidades ao nível da metodologia e das ferramentas pedagógicas e elaborar pistas para elaboração e enquadramento das mesmas, incluindo uma análise de conciliação entre Educação Formal e Não Formal.
§ Identificar e analisar o papel de diversos actores dentro da comunidade escolar, incluindo pessoal não docente, Conselhos Executivos, etc.
C. Escola Aberta – que parcerias, que redes?
Esta oficina irá debruçar-se sobre a criação de trabalhos em parcerias e redes, num contexto alargado, em que a escola se encontra aberta para a comunidade envolvente e para o mundo.
Objectivos
§ Dar a conhecer e analisar parcerias e redes já existentes
§ Identificar pistas para a criação de sinergias/parcerias aos níveis local, europeu e norte/sul
§ Compreender e analisar a importância da relação comunidade / escola e dos contributos recíprocos para a implementação da ED nas escolas.
§ Desenhar pistas de actuação de forma a incluir os problemas da comunidade na escola e tratá-los sob uma perspectiva de ED.
Para uma Melhor Compreensão da ED
Sessão que tem como objectivos ir de encontro da definição de ED, servindo como contextualização do encontro e como ponto de partida para os trabalhos.
Fórum Aberto
Espaço de discussão e aprendizagem em que a proposição dos temas e a organização do trabalho são da iniciativa dos próprios participantes. Os participantes que apresentarem propostas deverão ser responsáveis pela elaboração de um documento, que será apresentado em plenário.
Apresentação de Conclusões
Apresentação em plenário das conclusões das oficinas. As formas de apresentação serão escolhidas por cada grupo e respectivos animadores.
Identificação de prioridades
Os participantes serão reunidos em 3 grupos aleatórios de forma a identificar prioridades para a ED em Portugal e produzir um documento que será discutido no dia seguinte após o almoço.
Desafios
Os participantes deverão ser reunidos em 3 grupos, de forma a concretizar em desafios as prioridades discutidas no dia anterior. As conclusões serão apresentadas em Plenário.
Feira de Recursos e Projectos
Para conhecer melhor o que fazemos e o que fazem os outros em Educação para o Desenvolvimento será organizada uma “Feira” onde estarão expostos, para consulta ou para venda, os materiais (brochuras, posters, livros, CD-rom, etc.) de cada organização participante.
FAIR TRADE Campaign officer vacancy
Campaign officer to be based in Mainz, Germany
NEWS! is the Network of European Worldshops co-ordinating the co-operation between Worldshops all over Western Europe. The Network consists of 15 national Worldshop associations in 13 countries all together representing about 2.500 Worldshops in Europe.
The aims of NEWS! are:
· To link Worldshops and Worldshop organisations throughout Europe.
· To initiate, direct and promote joint campaigns and co-ordinate Europe-wide activities initiated by the national Worldshop associations with the aim of promoting Fair Trade in general and the Worldshops in particular. The activities are aimed at the general public as well as at the media and politicians in Europe.
· To stimulate and support the development of national Worldshop associations in the enlarged Europe.
· To work together with other organisations in the field of Fair Trade.
NEWS! is seeking a campaign officer (70%) to develop and implement within an international team a three years awareness raising campaign emphasising on:
· Labour rights (especially child labour) on the examples of the cacao and football industries
· Target group mainly children age 8-12
· Increasing the visibility of Fair Trade and Worldshops
· Influencing decision makers in policy and industry
The general aim of the project is to raise, through innovative activities, awareness among the target group about the problems caused by the current North-South trade relationship and to inform about Fair Trade as an alternative.
Qualifications
We are looking for a highly motivated, well-organised, articulate person, able to work under pressure, with campaign and education experience, able to manage their own time and work priorities, with writing and preferably fundraising experience. We further expect:
· Fluency in spoken and written English is essential. Fluency in, or a good working knowledge of, other European languages is desirable
· Educated to university level or equivalent
· At least five years of relevant work experience
· Knowledge of youngsters and/or children as target groups of awareness raising
· Excellent communication and social skills
· Pedagogical experience
· Creative thinking skills
· Computer skills (including new information technologies)
· A good understanding of Fair Trade and Worldshops as well as world trade and North-South relations is desirable
Tasks
· Co-ordinate campaign working group
· Develop strategies in approaching the target group
· Develop campaign material and action models
· Offer campaign training for multiplier from the national member organisations
· Co-ordinate campaign implementation with responsible persons from the national members
· Supervise interns and volunteers
It will be a three years contract starting in June 2004. For the first year the 70% post is secured for the second and third year 50% are secured we are working on obtaining the remaining 20%.
The office will be based in the historical university city of Mainz, Germany close to Frankfurt.
Para mais informações contactar ARCA
NEWS! is the Network of European Worldshops co-ordinating the co-operation between Worldshops all over Western Europe. The Network consists of 15 national Worldshop associations in 13 countries all together representing about 2.500 Worldshops in Europe.
The aims of NEWS! are:
· To link Worldshops and Worldshop organisations throughout Europe.
· To initiate, direct and promote joint campaigns and co-ordinate Europe-wide activities initiated by the national Worldshop associations with the aim of promoting Fair Trade in general and the Worldshops in particular. The activities are aimed at the general public as well as at the media and politicians in Europe.
· To stimulate and support the development of national Worldshop associations in the enlarged Europe.
· To work together with other organisations in the field of Fair Trade.
NEWS! is seeking a campaign officer (70%) to develop and implement within an international team a three years awareness raising campaign emphasising on:
· Labour rights (especially child labour) on the examples of the cacao and football industries
· Target group mainly children age 8-12
· Increasing the visibility of Fair Trade and Worldshops
· Influencing decision makers in policy and industry
The general aim of the project is to raise, through innovative activities, awareness among the target group about the problems caused by the current North-South trade relationship and to inform about Fair Trade as an alternative.
Qualifications
We are looking for a highly motivated, well-organised, articulate person, able to work under pressure, with campaign and education experience, able to manage their own time and work priorities, with writing and preferably fundraising experience. We further expect:
· Fluency in spoken and written English is essential. Fluency in, or a good working knowledge of, other European languages is desirable
· Educated to university level or equivalent
· At least five years of relevant work experience
· Knowledge of youngsters and/or children as target groups of awareness raising
· Excellent communication and social skills
· Pedagogical experience
· Creative thinking skills
· Computer skills (including new information technologies)
· A good understanding of Fair Trade and Worldshops as well as world trade and North-South relations is desirable
Tasks
· Co-ordinate campaign working group
· Develop strategies in approaching the target group
· Develop campaign material and action models
· Offer campaign training for multiplier from the national member organisations
· Co-ordinate campaign implementation with responsible persons from the national members
· Supervise interns and volunteers
It will be a three years contract starting in June 2004. For the first year the 70% post is secured for the second and third year 50% are secured we are working on obtaining the remaining 20%.
The office will be based in the historical university city of Mainz, Germany close to Frankfurt.
Para mais informações contactar ARCA
FAIR TRADE VACANCY
Project assistant to be based in Mainz, Germany
NEWS! is the Network of European Worldshops co-ordinating the co-operation between Worldshops all over Western Europe. The Network consists of 15 national Worldshop associations in 13 countries all together representing about 2.500 Worldshops in Europe.
The aims of NEWS! are:
· To link Worldshops and Worldshop organisations throughout Europe.
· To initiate, direct and promote joint campaigns and co-ordinate Europe-wide activities initiated by the national Worldshop associations with the aim of promoting Fair Trade in general and the Worldshops in particular. The activities are aimed at the general public as well as at the media and politicians in Europe.
· To stimulate and support the development of national Worldshop associations in the enlarged Europe.
· To work together with other organisations in the field of Fair Trade.
NEWS! is seeking a project assistant (70%) to support the development and implementation within an international team of a three years awareness raising campaign emphasising on:
· Labour rights (especially child labour) on the examples of the cacao and football industries
· Target group mainly children age 8-12
· Increasing the visibility of Fair Trade and Worldshops
· Influencing decision makers in policy and industry
The general aim of the project is to raise, through innovative activities, awareness among the target group about the problems caused by the current North-South trade relationship and to inform about Fair Trade as an alternative.
Qualifications
We are looking for a highly motivated, well-organised, articulate person, able to work under pressure, with campaign and education experience, able to manage their own time and work priorities. We further expect:
· Fluency in spoken and written English. Fluency in, or a good working knowledge of French, Spanish or Italian is desirable
· Educated to university level or equivalent
· Knowledge of youngsters and/or children as target groups of awareness raising
· Excellent communication and social skills
· Pedagogical experience
· Computer skills (including new information technologies)
· A good understanding of Fair Trade and Worldshops as well as world trade and North-South relations is desirable
Tasks
· Assist in developing strategies in approaching the target group
· Assist in developing campaign material and action models
· Strengthen national members’ capacities to participate in the project
· Co-ordinate national participation and momentum in the campaign
· Coordinate exchange of information with partners
· General organisational and administrative tasks
It will be a three years contract starting in June 2004. For the first year the 70% post is secured for the second and third year 50% are secured we are working on obtaining the remaining 20%.
The office will be based in the historical university city of Mainz, Germany close to Frankfurt.
Para mais informações contactar a ARCA
NEWS! is the Network of European Worldshops co-ordinating the co-operation between Worldshops all over Western Europe. The Network consists of 15 national Worldshop associations in 13 countries all together representing about 2.500 Worldshops in Europe.
The aims of NEWS! are:
· To link Worldshops and Worldshop organisations throughout Europe.
· To initiate, direct and promote joint campaigns and co-ordinate Europe-wide activities initiated by the national Worldshop associations with the aim of promoting Fair Trade in general and the Worldshops in particular. The activities are aimed at the general public as well as at the media and politicians in Europe.
· To stimulate and support the development of national Worldshop associations in the enlarged Europe.
· To work together with other organisations in the field of Fair Trade.
NEWS! is seeking a project assistant (70%) to support the development and implementation within an international team of a three years awareness raising campaign emphasising on:
· Labour rights (especially child labour) on the examples of the cacao and football industries
· Target group mainly children age 8-12
· Increasing the visibility of Fair Trade and Worldshops
· Influencing decision makers in policy and industry
The general aim of the project is to raise, through innovative activities, awareness among the target group about the problems caused by the current North-South trade relationship and to inform about Fair Trade as an alternative.
Qualifications
We are looking for a highly motivated, well-organised, articulate person, able to work under pressure, with campaign and education experience, able to manage their own time and work priorities. We further expect:
· Fluency in spoken and written English. Fluency in, or a good working knowledge of French, Spanish or Italian is desirable
· Educated to university level or equivalent
· Knowledge of youngsters and/or children as target groups of awareness raising
· Excellent communication and social skills
· Pedagogical experience
· Computer skills (including new information technologies)
· A good understanding of Fair Trade and Worldshops as well as world trade and North-South relations is desirable
Tasks
· Assist in developing strategies in approaching the target group
· Assist in developing campaign material and action models
· Strengthen national members’ capacities to participate in the project
· Co-ordinate national participation and momentum in the campaign
· Coordinate exchange of information with partners
· General organisational and administrative tasks
It will be a three years contract starting in June 2004. For the first year the 70% post is secured for the second and third year 50% are secured we are working on obtaining the remaining 20%.
The office will be based in the historical university city of Mainz, Germany close to Frankfurt.
Para mais informações contactar a ARCA
terça-feira, abril 06, 2004
Nem no nome me corre bem...
E a ainda por cima este blog não reconece os acentos na username dos "blogueiros" e distorce-me o nome....realmente quando as coisas correm mal, correm mesmo mal (não é que eu seja muito esquisito com o meu nome...mas hoje tou sensivel o que é que querem...)
Finalmente um comentário!!
Ando práqui um bocado desmotivado...
Sempre pensei que este blog poderia ser um importante meio de comunicação dentro da ARCA...Seria onde se poderia divulgar eventos, trocar opiniões, soltar desabafos...
No entanto ando para aqui parece que a pregar aos peixes...como não tenho muito tempo (um gajo trabalha...) vou fazendo uns copis-pástes, lançando umas bocas, redirecionando mensagens...tentando manter o blog até alguém me vir ajudar...não somos todos uns moços interventivos e com ganas de mudar o mundo??! Pois mudar a ARCA seria muito mais fácil...abrir as portas, esbater as distâncias entre a Direcção e os associados, ouvir os comentários do público...
Temos tido um público regular...dois por dia e nenhum deles sou eu (o site meter nã conta com as minhas entradas... mas estes dois são quase sempre os mesmos...estou então a escrever para meia duzia de gatos pingados (ou meia meia-duzia)...mas mesmo estes não deixam nenhum comentário (como por exemplo ...não achas que já chega desta prática onanista!!!? Dedica-te mas é à pesca!!!)
No entanto há meia duzia de dias uma "uruguacha" que vive na Galiza e que nos conheceu num Festival em Sevilha escreveu um comentário...é mais um "olá como estão? eu estou aqui..."
É pá, passei-me!!! Não com ela a quem agradeço o "olá" mas com a gente....atão é preciso uma moça do outro lado do Atlãntico que nos conhece há 3 dias vir estrear os comentários!!!(bom...seja feita justiça a Inês é que foi a primeira logo no ínicio e até ha três dias a única...)
Por isso este post...ou alguem faz alguma coisa ou este blog morre!!!
Uma associação não é para um gajo fazer tudo e ser conhecido...uma associação não é para meia duzia de gajos remarem, um para a esquerda, outro para a direita, um descansa e o outro desfaz e depois torna a fazer... Um blog tamém não!!!! Ou nesta situação todos remamos para o mesmo lado ou eu vou onanar para casa!!!
Tenho dito!!
Sempre pensei que este blog poderia ser um importante meio de comunicação dentro da ARCA...Seria onde se poderia divulgar eventos, trocar opiniões, soltar desabafos...
No entanto ando para aqui parece que a pregar aos peixes...como não tenho muito tempo (um gajo trabalha...) vou fazendo uns copis-pástes, lançando umas bocas, redirecionando mensagens...tentando manter o blog até alguém me vir ajudar...não somos todos uns moços interventivos e com ganas de mudar o mundo??! Pois mudar a ARCA seria muito mais fácil...abrir as portas, esbater as distâncias entre a Direcção e os associados, ouvir os comentários do público...
Temos tido um público regular...dois por dia e nenhum deles sou eu (o site meter nã conta com as minhas entradas... mas estes dois são quase sempre os mesmos...estou então a escrever para meia duzia de gatos pingados (ou meia meia-duzia)...mas mesmo estes não deixam nenhum comentário (como por exemplo ...não achas que já chega desta prática onanista!!!? Dedica-te mas é à pesca!!!)
No entanto há meia duzia de dias uma "uruguacha" que vive na Galiza e que nos conheceu num Festival em Sevilha escreveu um comentário...é mais um "olá como estão? eu estou aqui..."
É pá, passei-me!!! Não com ela a quem agradeço o "olá" mas com a gente....atão é preciso uma moça do outro lado do Atlãntico que nos conhece há 3 dias vir estrear os comentários!!!(bom...seja feita justiça a Inês é que foi a primeira logo no ínicio e até ha três dias a única...)
Por isso este post...ou alguem faz alguma coisa ou este blog morre!!!
Uma associação não é para um gajo fazer tudo e ser conhecido...uma associação não é para meia duzia de gajos remarem, um para a esquerda, outro para a direita, um descansa e o outro desfaz e depois torna a fazer... Um blog tamém não!!!! Ou nesta situação todos remamos para o mesmo lado ou eu vou onanar para casa!!!
Tenho dito!!
segunda-feira, abril 05, 2004
2º festival de Narração Oral "Contos de Liberdade"
Apresentamos o 2º Festival de Narração Oral "Contos de Liberdade, que se irá realizar nos dias 21 a 24 de Abril, em vários locais de Faro e S. Brás do Alportel. Pela mão de Ezequiel, o trolha de Babel, e de contadores de encantar, vamos abrir uma ARCA cheia de segredos...
Era uma vez um lugar ao sul que, pelo menos uma vez por ano festejava a Liberdade...
Era uma vez um lugar ao Sul que, pelo menos uma vez por ano, festejava a Liberdade. No ano de 2003 decidiu organizar um grandioso Festival de Contos. Tudo seria preparado ao mínimo pormenor: viriam os melhores contadores e contadoras; seria anunciado nas televisões, nas rádios e nos jornais; não faltariam Ministros da Nação e Chefes de Estado estrangeiros; prémios Nobel e cantores pop; futebolistas e estrelas de cinema (parece que até a própria Lili Caneças telefonou a confirmar a sua vinda)...
Seria um evento para ficar na memória da cidade por décadas e décadas…
Era uma vez Ezequiel que, ouvindo falar que determinado lugar ao Sul iria, com toda a pompa e circunstância, organizar um Festival de Contos para comemorar a Liberdade, decidiu fazer-se a caminho e saber que Liberdade era essa que se comemorava uma vez por ano. Mas não é a Liberdade um valor para ser comemorado e vivido todos os dias? Ser como o ar que se respira, que entra e sai do nosso corpo, naturalmente?...
Ezequiel era trolha... Era um trolha com um trabalho importante... Construir uma Torre que chegasse ao céu! Construir a mítica Torre de Babel!!! Digo era, pois foi despedido por uma empresa avarenta que, a troco de uns subsídios, tinha aceite deslocalizar-se para a Malásia, onde podia pagar salários mais baixos (quem prefere acreditar na outra versão da Torre de Babel, veja os jornais e procure as notícias sobre esta empresa: verá que não é difícil de encontrar; e, se mesmo assim não acreditar, vá às enciclopédias ver onde se encontram as torres mais altas do mundo...).
Desde essa altura, sem subsídio de desemprego, Ezequiel tinha-se tornado um viajante, um andarilho do mundo, com o objectivo de questionar as verdades emperradas pela inércia do Homem e incitar o livre pensamento e o espírito crítico, pois essa era para ele a verdadeira Liberdade: a Liberdade para criar um mundo novo onde progresso, cooperação, solidariedade, cultura universal e democracia fossem palavras e ideias conjugadas todos
os dias.
Este ano Ezequiel já confirmou a sua presença no segundo festival, que irá decorrer em Faro e em S. Brás do Alportel. Vem mais uma vez com o intuito de questionar a noção de liberdade nos nossos dias... Nós por cá esperamo-lo...
Quem quiser seguir as suas aventuras nesta viagem pode fazê-lo em www.trolhadebabel.blogspot.com
Venha conhecer contadores e contadoras de encantar, Piratas que não metem medo, uma ARCA maravilhosa que tudo pode encerrar, Ezequiel, o misterioso Trolha de Babel, entre outras personagens, numa viagem ao imaginário, onde se procura descobrir o verdadeiro valor da Liberdade.
Vem, diverte-te e...já agora...traz um amigo também...
Era uma vez um lugar ao sul que, pelo menos uma vez por ano festejava a Liberdade...
Era uma vez um lugar ao Sul que, pelo menos uma vez por ano, festejava a Liberdade. No ano de 2003 decidiu organizar um grandioso Festival de Contos. Tudo seria preparado ao mínimo pormenor: viriam os melhores contadores e contadoras; seria anunciado nas televisões, nas rádios e nos jornais; não faltariam Ministros da Nação e Chefes de Estado estrangeiros; prémios Nobel e cantores pop; futebolistas e estrelas de cinema (parece que até a própria Lili Caneças telefonou a confirmar a sua vinda)...
Seria um evento para ficar na memória da cidade por décadas e décadas…
Era uma vez Ezequiel que, ouvindo falar que determinado lugar ao Sul iria, com toda a pompa e circunstância, organizar um Festival de Contos para comemorar a Liberdade, decidiu fazer-se a caminho e saber que Liberdade era essa que se comemorava uma vez por ano. Mas não é a Liberdade um valor para ser comemorado e vivido todos os dias? Ser como o ar que se respira, que entra e sai do nosso corpo, naturalmente?...
Ezequiel era trolha... Era um trolha com um trabalho importante... Construir uma Torre que chegasse ao céu! Construir a mítica Torre de Babel!!! Digo era, pois foi despedido por uma empresa avarenta que, a troco de uns subsídios, tinha aceite deslocalizar-se para a Malásia, onde podia pagar salários mais baixos (quem prefere acreditar na outra versão da Torre de Babel, veja os jornais e procure as notícias sobre esta empresa: verá que não é difícil de encontrar; e, se mesmo assim não acreditar, vá às enciclopédias ver onde se encontram as torres mais altas do mundo...).
Desde essa altura, sem subsídio de desemprego, Ezequiel tinha-se tornado um viajante, um andarilho do mundo, com o objectivo de questionar as verdades emperradas pela inércia do Homem e incitar o livre pensamento e o espírito crítico, pois essa era para ele a verdadeira Liberdade: a Liberdade para criar um mundo novo onde progresso, cooperação, solidariedade, cultura universal e democracia fossem palavras e ideias conjugadas todos
os dias.
Este ano Ezequiel já confirmou a sua presença no segundo festival, que irá decorrer em Faro e em S. Brás do Alportel. Vem mais uma vez com o intuito de questionar a noção de liberdade nos nossos dias... Nós por cá esperamo-lo...
Quem quiser seguir as suas aventuras nesta viagem pode fazê-lo em www.trolhadebabel.blogspot.com
Venha conhecer contadores e contadoras de encantar, Piratas que não metem medo, uma ARCA maravilhosa que tudo pode encerrar, Ezequiel, o misterioso Trolha de Babel, entre outras personagens, numa viagem ao imaginário, onde se procura descobrir o verdadeiro valor da Liberdade.
Vem, diverte-te e...já agora...traz um amigo também...
domingo, abril 04, 2004
Abril é Revolução
Estamos a comemorar os 30 anos do 25 de Abril e uma polémica anda no ar..
Gostei deste artigo no Publico...
Voltarei a este assunto...
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