domingo, abril 17, 2005

E porque Abril é mês de Contos

Contadores do Levante numa Estafeta de Contos em Lagos

Os Contadores do levante vão estar na Biblioteca Municipal Dr. Júlio Dantas, em Lagos, no próximo dia 23 de Abril, Dia Mundial do Livro, das 17h às 24h, numa Estafeta de Contos organizada pela Biblioteca.Com esta iniciativa pretende-se manter viva a palavra ininterruptamente durante 6 horas, podendo qualquer pessoa participar contando um conto, uma história ou, quem sabe, uma boa aventura...Para além dos Contadores do Levante, irão estar também a Professora Andrea, Nelda Magalhães, o Timorense Luís Cardoso e os alunos que participaram no Atelier "Contos Trocados por Miúdos" dirigido por Bruno Batista Mais informações sobre os Contadores do Levante através do site ou Tlm. 965017845

terça-feira, abril 12, 2005

III Festival Contos de LIberdade

A III edição do Festival de Narração Oral “Contos de Liberdade”, que acontece em várias localidades algarvias de 15 a 24 de Abril, conta este ano com contadores vindos de vários cantos do mundo: Brasil, S. Tomé e Príncipe, Espanha, Algarve e França. Associado à efeméride do nascimento de Hans Christian Andersen, haverá palestras, sessões de contos para meninos e para gente grande, e oficinas de contadores de histórias. O mote do festival, organizado pela ARCA – Associação Recreativa e Cultural do Algarve – em colaboração com várias entidades, é, como sempre, comemorar o 25 de Abril através da palavra, como instrumento de liberdade e partilha.

Muito mais informações aqui

FARO
_______________________________________
De Quarta-Feira, 20 a Sexta-feira 22
Sessões em escolas do concelho

Quarta-Feira, 20, 22h "Noite Marafada" Tixa + Didier (Algarve)Estórias com Café (IPJ)
Quinta-Feira, 21
15h
Tixa (Algarve) Auditório do IPJ *sessão dirigida às escolas, sujeita a marcação na delegação de Faro do IPJ
22h
Ângelo Torres (S. Tomé e Príncipe) Bar Maktostas

Sexta-Feira, 22, 22h
Roberto Freitas (Brasil) Bar Os Artistas

Sábado, 23
15h Filme de animação "Le Roi et L'oiseau"
16h30 Palestra “Hans Christian Andersen: o contador de histórias”
por Fátima Ribeiro de Medeiros (Portugal)
22h Jean Michel Hernandez (França) Biblioteca Municipal António Ramos Rosa

Domingo, 24, 16h “No trilho dos contos” Ângelo Torres (S. Tomé e Príncipe)Tixa (Algarve)Jean Michel Hernandez (França)Jazz (Combo da Filarmónica de Faro) Bar Muralhas de Faro



S. BRÁS DE ALPORTEL_____________________________

De Quarta-Feira, 20 a sexta 22
Sessões em escolas do concelho

Sexta-Feira, 22, 15h
Oficina “H. C. Andersen: Um escritor de ontem para crianças de hoje”por Fátima Ribeiro de Medeiros (Portugal) Biblioteca Municipal Dr. Manuel Francisco do Estanco Louro

Sábado 23, 15h
Ângelo Torres (S. Tomé e Príncipe) Biblioteca Municipal Dr. Manuel Francisco do Estanco Louro

Domingo, 24, 22h
Piratas de Alejandria (Espanha) Museu do Traje de S. Brás


TAVIRA________________________________

Sexta-Feira, 15
22h Roberto de Freitas (Brasil)Al Masrah Teatro

Sábado 16 & Domingo 17Oficina de contadores de histórias “Nem tudo era uma vez…” por Roberto de Freitas (Brasil)Clube de Tavira

quarta-feira, fevereiro 16, 2005

Encontro Regional de Educação do Consumidor na Escola

Auditório Municipal 18 . Fevereiro . 2005
A L B U F E I R A
Encontro Regional de Educação do Consumidor na Escola

Programa

08: 45 h Recepção dos participantes
09: 00 h Abertura Oficial
Desidério Silva Presidente da Câmara Municipal de Albufeira
Ana Vidigal Vereadora do Pelouro da Defesa do Consumidor
Assunção Martinez Presidente da Administração Regional de Saúde do Algarve
João Libório Correia Director Regional da Educação do Algarve
José Campos Correia Director da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve
José Paula Brito Director Regional da Agricultura do Algarve
Ana Miranda Rede de Educação do Consumidor
PAINEL 1 Informar, Sensibilizar, Educar
A designar . Moderador Direcção Regional de Educação do Algarve
Ana Trigo . 09: 35 h Estratégias para a Educação do Consumidor – Instituto do Consumidor
Albino Almeida . 09: 55 h O Papel da Família na Educação para o Consumo – Conf. Portuguesa das Associações de Pais
Ana Vidigal . 10: 15 h Importância da Informação Autárquica ao Consumidor e a Área de Intervenção do CIAC
- Centro de Informação Autárquico ao Consumidor de Albufeira
10: 35 h Debate
PAUSA PARA CAFÉ . 10: 40 h Quinta da Ana Velha (Agricultura Biológica)
Quinta dos Avós / Quinta do Freixo (Produtos Tradicionais)
PAINEL 2 Consumo Ético e Responsável numa Perspectiva de Sustentabilidade
Margarida Quinteiro . Moderadora Direcção Regional de Ambiente dos Açores
António Marreiros . Maria M. Fernandes . 11: 00 h Agricultura Biológica: uma opção – Direcção Regional de Agricultura do Algarve
Carlos Gomes . 11: 20 h Comércio Justo - Cooperativa Mó de Vida / FENACOOP
Miguel Castro . 11: 40 h Pegada Ecológica e a Experiência do Município de Almada - Ecoteca de Almada
José Luís Torrão . 12: 00 h Energias Renováveis e Consumo Energético - As. Regional de Energia e Ambiente do Algarve
12: 20 h Debate
Livre . 12: 30h ALMOÇO
PAINEL 3 Saúde, Consumos e Estilos de Vida
Assunção Martinez . Moderadora Administração Regional de Saúde do Algarve
Fernanda Santos . 14: 00 h Publicidade e Consumo – DECO
João Vieira . 14: 20 h Obesidade Infantil – Nutricionista
A designar . 14: 40 h Segurança Alimentar – Universidade Algarve
José Júlio Sardinheiro . 15: 00 h Consumos de risco – Instituto de Droga e Toxicodependência - Delegação Regional do Algarve
15: 25 h Debate
PAUSA PARA CAFÉ . 15: 30h Quinta da Ana Velha (Agricultura Biológica)
Quinta dos Avós / Quinta do Freixo (Produtos Tradicionais)
PAINEL 4 Experiências Pedagógicas de Educação do Consumidor
Teresa Quirino . Moderadora EB 2,3 Dr. Francisco Cabrita - Albufeira
Rui Xabregas . 15: 50 h Escola EB1 nº 2 do Pechão – Olhão
A designar . 16: 10 h Escola a indicar pela DREAlg
Susana Ferreira . 16: 30 h Ecoteca de Olhão
16: 50 h Debate
Manuel Gomes . 17: 10 h Comunicação de Encerramento – Ministério Educação
- Direcção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular
Ana Vidigal . 17: 25 h Câmara Municipal de Albufeira

A Gaveta apresenta no IPJ

Na próxima quinta-feira, dia 17 de Fevereiro, estará em cena na Delegação Regional de Faro do Instituto Português da Juventude a peça de teatro “A Lição”, pelo grupo de teatro A Gaveta, com encenação de Pedro Wilson.
Esta peça do texto clássico de Eugene Ionesco, um dos criadores do teatro do absurdo, faz uma critica aos vícios das instituições sociais que têm como missão a educação.
Integrada no Programa “Às Quintas no IPJ”, a peça tem início às 21h30.
A entrada é livre.

segunda-feira, janeiro 03, 2005

Formação para Contadores de Histórias

Da Associação "Ideias do Levante" divulgamos o seguinte anúncio:

Formação na área da tradição oral A Arte de Contar na Ideias do Levante

A Associação Cultural de Lagoa Ideias do Levante promove no fim de semana de 29 e 30 de Janeiro uma acção de formação sobre "A arte de Contar" com Bruno Batista.

"Numa altura em que a tradição oral começa a ressurgir com bastante interesse na nossa sociedade, faz todo o sentido a formação nesta área" revela Roberto Estorninho, Presidente da Associação.

Além disso esta formação surge na continuidade do Projecto "Contadores do Levante", que pretende mobilizar e sensibilizar os contadores e aprendizes de contar da região algarvia, criando um movimento na região algarvia em torno da divulgação da literatura de expressão oral, incidindo principalmente na população adulta, da exploração de novas formas de contar e da apresentação de contos em novos espaços que não só as bibliotecas.

Este workshop destina-se principalmente a animadores, contadores, aprendizes de contar, educadores, professores e bibliotecários, estando no entanto aberto a qualquer interessado. As inscrições podem ser efectuadas pelo site da associação em www.ideiasdolevante.net, ou pelos telefones 965110283 e 918934331.


quinta-feira, dezembro 30, 2004

Tragédia no Pacífico

Após esta tragédia a forma mais eficaz de ajudar neste momento é simplesmente através de donativos para ajudar as missões no terreno.

Aqui vão algumas das contas disponíveis:

Assistência Médica Internacional -
Banco Espírito Santo: nº 015/40000/0006 -
Tranferência bancária para o BES: NIB 000700150040000000672 -
Multibanco: entidade 20909 e referência 909 909 909 em Pagamento de Serviços

Cruz Vermelha
Banco Português de Investimento: NIB 001000001372227000970

UNICEF
Caixa Geral de Depósitos: NIB 003501270002824123054

Caritas
Caixa Geral de Depósitos: NIB 003506970063091793082

No entanto estamos já a preparar uma rede no sentido de numa fase posterior, continuar com esta ajuda de emergência...

Quem quiser participar contacte-nos (a ARCA neste momento está "em mudanças", ainda não temos o fax a funcionar e o e-mail só é acedido em casa - de qq modo contactem-nos, ou na caixa de comentários ou através dos contactos usuais, ver página)

quarta-feira, dezembro 15, 2004

VTS em Portugal

Anda o nosso Ministro do Mar hoje por todos os telejornais, muito contente por finalmente ter sido assinado o contrato de instalação de VTS em Portugal...Esqueceu-se foi de informar que isto só foi possível porque em 2001 (ainda antes do Prestige), num exemplar momento de cidadania, as escolas do Algarve organizaram uma petição à Assembleia da República com 37 mil assinaturas (a maior à altura), forçando o Parlamento a abordar esta questão.

Mas ainda falta o resto! Ou vai-se deixar isto a meio?

P.S Para quem não sabe o Vessel Trafic Sistem (VTS) é um radar que controla os navios que passam a nossa costa eque é condição sine qua non para o resto. E o resto é afastar as dezenas de petroleiros que razam as nossas praias para um corredor mais afastado da costa.

Prestige Nunca Máis




quarta-feira, novembro 24, 2004

ARCA desalojada! (3)

Algumas actividades da A.R.C.A. agendadas para 2005:

JANEIRO
• Acolhimento de 2 Jovens Europeus (Polaca e Alemão) por 9 e 12 meses ao abrigo do Serviço Voluntário Europeu do Programa Juventude do Conselho de Europa
• II ª Formação de Liderança Criativa para jovens Dirigentes Associativos

FEVEREIRO
• 8 º Komboyo dos Lokos

ABRIL
• 3º Festival de Narração Oral: Contos de Liberdade, inserido nas comemorações do 25 de Abril
• Intercâmbio bilateral na Ilha Reunião com jovens locais, o âmbito do Programa Juventude do Conselho de Europa, participação de 20 jovens farenses

MAIO
• Comemoração do dia Internacional do Comércio Justo

JULHO
• Festival “Contos de Contrabando”

SETEMBRO
• Intercâmbio internacional de Jovens Mediterrâneos – “Jovens Vozes para a Paz”, com jovens residentes na Palestina, jovens palestinianos residentes em campos de refugiados no Líbano, e jovens de Itália( Nápoles) e da Cataluña ( Barcelona), no seguimento de vários intercâmbios já desenvolvidos noutros países e nos quais participamos, a realizar em Faro
• 1 ºs Dias Medievais da Cidade de Faro


Alguns projectos da A.R.C.A. agendados para 2005:
• Publicação de uma antologia de jovens poetas inéditos algarvios
• Edição do CD “Contos Africanos”

CONTÍNUOS
• Implementação do Centro de Animação e Intervenção Comunitária, Centro AIC, numa escola primária cedida por 50 anos em regime de comodato à ARCA no sítio das Várzeas do Vinagre, Tavira
• Acção de Sensibilização do Comércio Justo
• Quiosque do comércio justo
• Parceria com a Divisão de Acção Social da CMF
• Participação no Conselho Consultivo do Instituto Português da Juventude em representação das associações algarvias pertencentes à Rede Nacional de Associações Juvenis
• Participação no Fórum Municipal da Juventude da Câmara Municipal de Faro (JuvFaro)


PONTUAIS
• Participação em mais de 10 Intercâmbios Internacionais ao abrigo do Programa Juventude do Conselho de Europa
• Participação no 8º Encontro Nacional de Associações Juvenis da Federação Nacional de Associações Juvenis (FNAJ)
• Participação no Encontro Nacional de Associações Juvenis do Conselho Nacional de Juventude (CNJ)
• Acção de Formação Para Contadores de Histórias
• Cursos de formação de realização de actividades internacionais
• Edição do CD “Contos Africanos”
• Workshop Desenvolvimento Pessoal
• Workshop Percussão Árabe
• Contos Clandestinos
• Realização de eventos culturais temáticos

segunda-feira, novembro 22, 2004

ARCA desalojada! (2)

A ARCA é

Uma Associação Recreativa e Cultural gerida por jovens cujas actividades são prioritariamente direccionadas para os jovens e para o desenvolvimento sociocultural da região do Algarve e da cidade de Faro

• Uma associação inscrita da Rede Nacional de Associações Juvenis do Instituto Português da Juventude (RNAJ)

• Um dos grupos nacionais da Youth for Exchange and Understanding (YEU) que conta com mais 17 países membros e com representatividade no Fórum Europeu da Juventude do Conselho da Europa

• Uma das poucas associações juvenis da região do Algarve a participar, ininterruptamente, há mais de sete anos, em diversos encontros, formações e festivais internacionais de juventude

• Membros do Fórum Municipal da Juventude da Câmara Municipal de Faro (JuvFaro)

• Membros do Conselho Consultivo Regional do Instituto Português da Juventude, em representação das associações algarvias pertencentes à Rede Nacional de Associações Juvenis

• Membro Fundador da Coordenação Portuguesa do Comércio Justo (CPCJ) e com representatividade na NEWS – Network of European Worldshops

sexta-feira, novembro 19, 2004

ARCA desalojada!

A ARCA (Associação Recreativa e Cultural do Algarve) vem por este meio fazer um alerta e pedido de ajuda, a todos os cidadãos de Faro, no sentido em que, por corte de um apoio do IPJ (Instituto Português da Juventude) deixaremos de ter uma sede para desenvolvermos as nossas actividades a partir de Janeiro de 2005.

Em reunião com a ex-Delegada Regional do IPJ, a ARCA foi confrontada com a situação de despejo das instalações que actualmente ocupa, sendo que a contraproposta de pagamento de uma renda no valor de 550€ directamente ao senhorio (o valor que nos foi indicado) não é compatível com a nossa qualidade de associação juvenil sem fins lucrativos.

Como a maioria das associações, a ARCA sobrevive, ou seja, financia as suas acções e o BackOffice (telefone, Internet, consumiveis…), com apoios institucionais (discriminados abaixo) e alguns apoios pontuais de patrocinadores, aos quais gostaríamos de agradecer.

Aliada a esta situação financeira débil, há a acrescentar um problema que nos provocou (e continuará a provocar) sérios problemas de tesouraria: um desfalque no valor de 15000€ de que fomos vítimas há cinco anos por um ex-funcionário da delegação Regional do IPJ, que provocou uma dívida que a ARCA assumiu na totalidade, estando a pagá-la em prestações, apesar de o referido indivíduo ter sido condenado pelo Tribunal de Faro a pagar o montante que roubou (o que ainda não aconteceu).

Por uma questão de princípio, as nossas acções têm-se centrado no desenvolvimento sociocultural dos jovens, sendo o voluntariado o principal motor destas actividades. É nossa convicção que o associativismo deve ser encarado como uma ferramenta de desenvolvimento cívico e social e o voluntariado encorajado e protegido. Esta situação poderá significar a condenação desta associação que há anos vem trabalhando com e para os jovens e cidadãos da cidade de Faro.

Os apoios financeiros anuais que recebemos de instituições públicas são: 2500€ atribuídos pela Câmara Municipal de Faro, e 3500€ atribuídos pelo IPJ – PAAJ, o que perfaz um total de 6000€, uma soma manifestamente insuficiente para suportar o pagamento de uma renda, quanto mais os gastos de um espaço onde trabalham diariamente várias pessoas em actividades de diferentes naturezas.

Neste contexto, qualquer sugestão, oferta, acção, manifestação de generosidade e/ou solidariedade serão bem-vindas. Agradecemos desde já a sua atenção.

A Direcção da ARCA – Associação Recreativa e Cultural do Algarve

terça-feira, agosto 31, 2004

Comissão Europeia

Aqui a composição da Comissão Europeia

Congresso sobre Imigração

O I Congresso Nacional sobre Imigração, realizado em Dezembro de 2003, procurou criar um espaço de reflexão e intercâmbio de informação sobre as temáticas da diversidade, cidadania e integração: perspectivas e desafios da imigração, políticas de imigração, gestão da diversidade, imigração e desenvolvimento, dinâmicas de integração, equadramento jurídico e realidade da imigração em Portugal - foram alguns dos principais temas em discussão. As comunicações então apresentadas foram recentemente publicadas em livro e estão também disponíveis em formato digital

fonte Forum DC

quinta-feira, agosto 26, 2004

Argumentos para quê?

Só agora consegui ler a noticia do 24horas (não é um jornal facil de ler via internet...)

Gostei da forma como terminou a noticia: ...e não está posta de parte a possibilidade de a mesma vir a ser excluída do RNAJ, embora "neste momento o IPJ não tenha argumentos para o fazer".

Demasiada democracia para o meu gosto?

A AJP (segundo o jornal 24 horas que ainda não consegui ler) pode ser penalizada nos seus apoios do IPJ devido ao facto de ter participado na vinda deste barco...

As entidades responsáveis pela vinda deste barco já garantiram que nada de ilegal irá ser realizado. A ser realizado algo de ilegal só à posteriori se poderá agir, como é obvio, e de uma forma judicial...

Pode-se concordar ou não como a despenalização do aborto; pode-se ou não concordar com o modo como este assunto é discutido...o que me parece que não se pode concordar de todo com esta tentativa de manipular um movimento associativo e uma sociedade civil que se quer independente...

A AJP concorreu a um apoio anual do IPJ (possivelmente o PAAJ) no qual são discriminadas as actividades e os seus objectivos. Este apoio é discutido e aceita entre a delegação regional do IPJ e a associação. O apoio é dado a actividades e projectos especificos não podendo estas verbas ser desviadas... Se não houver violação das regras (que só poderá ser comprovado a partir de Dezembro) nunca a associação pode ser penalizada...Ou será que é acusada de delito de opinião!!!??


terça-feira, julho 13, 2004

Roda de Contos (muito pouco) Clandestina

O prazer de ouvir e contar

30 de Julho em Alte, integrado no 5º Festival de Teatro

Roda de Contos na Horta das Artes

Mais informações perguntem ao Marco (marco.telmo@portugalmail.pt) ou à Heidi (acho que não tem e-mail)...

quinta-feira, junho 17, 2004

Estágios internacionais não remunerados

ONG International Friendship League promove uma iniciativa de estágios internacionais não remunerados no âmbito de um programa apoiado pelo Instituto Português da Juventude, destinado a estudantes universitários, recém-licenciados, finalistas ou bacharéis.

A IFL coloca os jovens em organizações internacionais e em empresas multinacionais no estrangeiro, com orientação e acompanhamento e validação de universidades.

Para mais informações contacte o Grupo Português da IFL:

Rua Rui de Sousa Vinagre, 2 – 2890-017 Alcochete
Telefone 212341082 Fax 212341082
Email: iflportuguesa@sapo.pt

terça-feira, junho 15, 2004

Direitos Humanos Têm Tratamento Secundário na Comunicação Social

Notícia do Público

Colóquio denuncia falta de aposta por razões comerciais e de audiência

A comunicação social tem um papel importante na mobilização para as questões da ajuda humanitária e direitos humanos, mas esse papel sofre limitações de vária ordem. Quais? A grande tendência dos portugueses para se preocuparem com o que lhes é próximo em detrimento de questões internacionais, as prioridades comerciais das empresas jornalísticas ou a falta de formação de jornalistas e da população em geral para estes assuntos.

Esta a leitura geral que se pode fazer do colóquio "O Papel dos Media na Mobilização da Sociedade Civil para a Ajuda Humanitária", que decorreu ontem à tarde no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP), em Lisboa, e onde o vice-presidente da Secção Portuguesa da Amnistia Internacional, José Miguel Costa, lembrou que foi uma notícia sobre dois estudantes portugueses que tinham sido presos por terem gritado "Viva a liberdade", na via pública, em Lisboa, publicada no jornal inglês "The Observer", que levou ao nascimento desta organização não-governamental, em Londres, em 1961.

José Miguel Costa diz que há casos que na comunicação social são "preteridos em relação a outros por uma questão de moda" e considera que a ajuda humanitária e os direitos humanos têm "pouca saída" nos jornais portugueses. "Sobretudo nos jornais diários, em Espanha vêem-se muito mais notícias" sobre questões ligadas aos abusos desses direitos. "Pode ser devido a falta de formação em matéria de direitos humanos na população portuguesa", disse, acrescentando que em Portugal "há uma visão mesquinha que leva a que o que nos preocupa seja aquilo que nos está próximo".

O jornalista da "Visão" Henrique Botequilha, que acompanhou o caso de Timor-Leste, disse que a questão de haver modas nos temas de direitos humanos é uma questão que tem a ver com as agendas das empresas jornalísticas, "que são muito mais 'empresas' do que 'jornalísticas'". Henrique Botequilha considera que os temas humanitários são um bocado vítimas disto, e lembrou que o caso de Timor não teria a repercussão que teve se não fossem as imagens do massacre no cemitério de Santa Cruz.

"Há uma falta de aposta dos meios de comunicação social nos assuntos ligados às questões humanitárias e direitos das mulheres", disse por seu lado Sofia Branco, jornalista do PÚBLICO.pt que recebeu vários prémios por trabalhos sobre mutilação genital feminina na comunidade guineense em Portugal. "Há espaço, mas se for preciso é o primeiro assunto a cair para entrar publicidade", acrescentou, dizendo ainda (tal como José Miguel Costa), que sente a sua inteligência insultada pelos noticiários das estações generalistas de TV.

Paulo Miguel Madeira

segunda-feira, maio 31, 2004

Jorge Sampaio apela à participação nas eleições europeias

Artigo publicado hoje no DN

Europeias: participar para influir

As próximas eleições para o Parlamento Europeu efectuam-se num momento crucial para a evolução do projecto que, desde há pouco mais de 50 anos, estabeleceu para o nosso continente um inédito modelo de entendimentos, cooperações e solidariedades.

(...)Desde então, o princípio integrador foi realizando a sua caminhada, alimentado pela própria dinâmica do aumento gradual de competências de uma Comunidade disposta a realizar um Mercado Comum, assente num quadro institucional gestor das delegações de poder dos Estados e dos interesses gerais dos países participantes. Esta dimensão supranacional e a primazia conferida ao direito comunitário foram instrumentos decisivos para dar resposta concreta à visionária iniciativa de Monnet. Com ela se iria reorganizar a Europa, construindo solidariedades, por meio do estabelecimento de bases partilhadas de desenvolvimento; afastando antagonismos seculares, pela fusão de interesses essenciais; promovendo a unidade das economias, através da adopção de políticas comuns: no comércio, na agricultura, nos transportes; edificando um vasto espaço económico, pela via da criação de fundamentais liberdades de circulação de pessoas, capitais e bens.

(..)Para isso, há que reforçar o espírito de mútua confiança e interdependência entre os Estados membros; proteger a solidez institucional, não rompendo os equilíbrios em que tem assentado o seu sucesso; definir com mais clareza as responsabilidades da União como um dos pólos estruturantes da estabilidade e paz mundiais; reforçar cooperações para uma melhor protecção da segurança interna dos seus Estados; dotar o orçamento de recursos correspondentes com as prioridades e competências atribuídas; prosseguir, com um pouco mais de ambição, na tarefa de alargar e consolidar um verdadeiro espaço de cidadania europeia. Um espaço que se deverá desenvolver pela consciente partilha de valores e afectos, por um melhor conhecimento do acervo cultural comum e das identidades nacionais, que importa constituam factor de recíproco enriquecimento e não de divisão; pelo reforço das políticas de solidariedade, indispensáveis para a coesão e robustez do projecto integrador.

(...)Este é um tempo de decisões - e não de adiamentos. Esperemos, por isso, que alguns sinais positivos que vêm chegando quanto à possibilidade da próxima aprovação do texto do Tratado revelem - não obstante algumas insuficiências do texto -- a consciência dos dirigentes políticos europeus de estarem perante uma obrigação de resultado para o aprofundamento do projecto que nos tem unido.

(...)os representantes que para ele elegermos gozarão naturalmente de tanta maior representatividade e capacidade de intervenção quanto maior for o grau de participação eleitoral no nosso país.

Se queremos - e não vejo que possa ser de outra maneira - uma União Europeia mais dinâmica na protecção de uma maior justiça social; mais efectiva na defesa de um ambicioso nível de emprego; mais atenta ao desenvolvimento de políticas de solidariedade e coesão; mais credível na sua acção externa; - então não nos poderemos alhear destas eleições.


O artigo completo aqui