A ARCA vai organizar um encontro de voluntários do Comércio Justo, no próximo sábado dia, 30 de Agosto, pelas 15.00h, na sua sede em Faro (Casa do Guarda - Alameda João de Deus).
O objectivo é começar a preparar o plano de actividades para o ano de 2009. Este encontro é dirigido a todos os voluntários que estão neste momento a trabalhar na ARCA, bem como a todas as pessoas e instituições que gostariam de trabalhar nesta temática.
O Comércio Justo (CJ) é uma rede solidária internacional que visa promover o consumo consciente enquanto responsabilidade social e oferecer ao público em geral a possibilidade de intervir de forma positiva e directa no mercado mundial e beneficiar pessoas de outras partes do planeta através do seu acto de consumo responsável.
O CJ rejeita o trabalho infantil, valoriza as mulheres e promove o desenvolvimento local. O Comércio Justo rege-se sobretudo por valores éticos promovendo o respeito e a preocupação pelas pessoas e pelo ambiente.
Algumas actividades desenvolvidas pela ARCA:
- Oficina de Consumo responsável, dirigida aos consumidores em geral mas com principal aplicação nas Escolas, pretende apresentar o Comércio Justo, os seus valores e as suas regras e sensibilizar para um consumo responsável. Pode servir de base para futuros projectos escolares na área da educação para o desenvolvimento, cooperação e solidariedade.
- Loja do Comércio Justo , situada na sede da ARCA, na Alameda de Faro, pretende complementar o projecto de promoção do Comércio Justo e o consumo responsável, através da comercialização de produtos.
Apareçam e divulguem!
terça-feira, agosto 26, 2008
quinta-feira, agosto 14, 2008
Concerto Ano Internacional do Diálogo Intercultural
O nosso papel aqui é mais de apoio à I CAN C U (temos mais destaque que trabalho...)
IPJ, I CAN C U e ARCA celebram
o Ano Europeu do Diálogo Intercultural
No dia 22 de Agosto, a partir das 21h00, no âmbito do Ano Europeu do Diálogo Intercultural, a Direcção Regional do Algarve do Instituto Português da Juventude, I CAN C U e a ARCA apresentam um noite de rock a não perder, no Pátio do IPJ.
REJECTS UNITED, projecto paralelo de Rodrigo, baterista da conhecida banda punk-rock nacional TARA PERDIDA, é a grande atracção da noite.
A banda Lisboeta, formada por quatro elementos, vai fazer uma passagem devastadora pelo sul com a promessa de uma noite de puro rock nacional onde apresentam o seu primeiro CD de originais, intitulada “Boyhood Survival Kit” .
A noite fica completa com a actuação de duas bandas algarvios PEE-JAMMA e VAN CHIEFS, ambas estão em estúdio a preparar os seus primeiros trabalhos.
A entrada é livre para esta grande noite musical com a apresentação destes 3 novos projectos musicais.
IPJ, I CAN C U e ARCA celebram
o Ano Europeu do Diálogo Intercultural
No dia 22 de Agosto, a partir das 21h00, no âmbito do Ano Europeu do Diálogo Intercultural, a Direcção Regional do Algarve do Instituto Português da Juventude, I CAN C U e a ARCA apresentam um noite de rock a não perder, no Pátio do IPJ.
REJECTS UNITED, projecto paralelo de Rodrigo, baterista da conhecida banda punk-rock nacional TARA PERDIDA, é a grande atracção da noite.
A banda Lisboeta, formada por quatro elementos, vai fazer uma passagem devastadora pelo sul com a promessa de uma noite de puro rock nacional onde apresentam o seu primeiro CD de originais, intitulada “Boyhood Survival Kit” .
A noite fica completa com a actuação de duas bandas algarvios PEE-JAMMA e VAN CHIEFS, ambas estão em estúdio a preparar os seus primeiros trabalhos.
A entrada é livre para esta grande noite musical com a apresentação destes 3 novos projectos musicais.
segunda-feira, agosto 11, 2008
Formação na Polónia
Inscrições para Participantes em Formação na Polónia
Chamada para 3 Participantes na formação
“O Teatro como uma ferramenta de transformação Social – Como usar o teatro na promoção dos direitos humanos junto de crianças e jovens com poucas oportunidades”
Datas:
Chegadas: 14 de Setembro de 2008
Formação: 15 a 22 de Setembro 2008
Partidas: 23 de Setembro 2008
NOTA:
Deadline para inscrições: 20 de Agosto 2008!!!
Junto à inscrição pessoal tem que ir uma carta de recomendação da associação de envio.
Objectivos do Projecto:
- reflectir e debater o papel do teatro na educação não formal e na educação dos direitos humanos;
- explorar diferentes métodos e técnicas de diferentes abordagens teóricas do teatro.
- Desenvolver competências como animador na area dos direitos humanos;
- Formar jovens formadores competentes para usarem o teatro como metodologia de trabalho junto de população jovens com menos oportunidades.
Perfil dos Participantes:
· Jovens com participação activa na sociedade e preferencialmente na associação. Idades entre os 18 – 25 anos;
· Capacidade de se expressar em Inglês
· Interesse pelos Direitos Humanos e o trabalho com jovens com menos oportunidades
Organizações Parceiras:
YEU Cyprus (Cyprus)
LOS - Liberecká občanská společnost (Czech Republic)
Asociacion Xuvenil ITACA (Spain)
CIM Horyzonty (Poland)
ARCA (Portugal)
Cenrtul de Voluntariat Resita (Romania)
Kalkinma Çalişmalari Derneği (Turkey)
Impronta Giovani (Italy)
DESPESAS:
70% da viagem é comparticipada pela União Europeia (limite de 450€ a viagem)
Alojamento e alimentação garantido pela associação organizadora
Taxa de inscrição de 80€ (deduzida no reembolso)
SEGUROS:
É da responsabilidade do Participante tratar do Cartão de Saúde Europeu.
Durante a formação a CIM Horyzonty assume segurar os participantes contra risco de acidentes.
A formação será nada em inglês.
++ informações, contactem-nos:
geral@arca-algarve.org
moju.internacional@gmail.com
moju.olhao@hotmail.com
ou
931406587
Não deixes que esta oportunidade te escape!
Chamada para 3 Participantes na formação
“O Teatro como uma ferramenta de transformação Social – Como usar o teatro na promoção dos direitos humanos junto de crianças e jovens com poucas oportunidades”
Datas:
Chegadas: 14 de Setembro de 2008
Formação: 15 a 22 de Setembro 2008
Partidas: 23 de Setembro 2008
NOTA:
Deadline para inscrições: 20 de Agosto 2008!!!
Junto à inscrição pessoal tem que ir uma carta de recomendação da associação de envio.
Objectivos do Projecto:
- reflectir e debater o papel do teatro na educação não formal e na educação dos direitos humanos;
- explorar diferentes métodos e técnicas de diferentes abordagens teóricas do teatro.
- Desenvolver competências como animador na area dos direitos humanos;
- Formar jovens formadores competentes para usarem o teatro como metodologia de trabalho junto de população jovens com menos oportunidades.
Perfil dos Participantes:
· Jovens com participação activa na sociedade e preferencialmente na associação. Idades entre os 18 – 25 anos;
· Capacidade de se expressar em Inglês
· Interesse pelos Direitos Humanos e o trabalho com jovens com menos oportunidades
Organizações Parceiras:
YEU Cyprus (Cyprus)
LOS - Liberecká občanská společnost (Czech Republic)
Asociacion Xuvenil ITACA (Spain)
CIM Horyzonty (Poland)
ARCA (Portugal)
Cenrtul de Voluntariat Resita (Romania)
Kalkinma Çalişmalari Derneği (Turkey)
Impronta Giovani (Italy)
DESPESAS:
70% da viagem é comparticipada pela União Europeia (limite de 450€ a viagem)
Alojamento e alimentação garantido pela associação organizadora
Taxa de inscrição de 80€ (deduzida no reembolso)
SEGUROS:
É da responsabilidade do Participante tratar do Cartão de Saúde Europeu.
Durante a formação a CIM Horyzonty assume segurar os participantes contra risco de acidentes.
A formação será nada em inglês.
++ informações, contactem-nos:
geral@arca-algarve.org
moju.internacional@gmail.com
moju.olhao@hotmail.com
ou
931406587
Não deixes que esta oportunidade te escape!
domingo, agosto 03, 2008
Pedro Afonso na Feira do Livro de Faro
Hoje, 3 de Agosto, o Pedro vai apresentar o seu livro "Ainda aqui este lugar" na Feira do Livro de Faro.
Marcadores:
moces da arca
O mundo também cabe em gavetas...
Um novo projecto cultural (que esta cidade bem precisa!) onde a memória e as letras são valorizadas.
Bonito também é aquele maravilhoso pátio, contracorrente, quando cada vez mais deixamos de fruir o nosso sol como uma vivência cultural...
Em alturas de crise, a cultura mede-se pela quantidade de cabeças a abanar e não pela qualidade dos criadores. Terá, certamente, um caminho difícil, com muitos engulhos, este projecto, mas estamos certos que no fim (e a meio...) será extremamente gratificante para os seus responsáveis (o poder dos sonhos...) e enriquecedora para todos nós...
Muitas felicidades!
Bonito também é aquele maravilhoso pátio, contracorrente, quando cada vez mais deixamos de fruir o nosso sol como uma vivência cultural...
Em alturas de crise, a cultura mede-se pela quantidade de cabeças a abanar e não pela qualidade dos criadores. Terá, certamente, um caminho difícil, com muitos engulhos, este projecto, mas estamos certos que no fim (e a meio...) será extremamente gratificante para os seus responsáveis (o poder dos sonhos...) e enriquecedora para todos nós...
Muitas felicidades!
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Cidadania,
Literatura
sábado, julho 19, 2008
“Feedback body” Oficina de pesquisa em performance e novos media interactivos
Feedback Body é uma oficina de pesquisa sobre a relação entre o corpo e os novos media interactivos, no âmbito da dança, performance e imagem em movimento/som interactivo. O trabalho desenvolve-se em torno da representação do corpo através da imagem e do som e sobre formas de interacção em que o corpo transforma e é transformado a partir de diferentes processos de feedback com os media interactivos, sejam eles a ampliação do limite orgânico de movimento ou a forma como se abrem novas abordagens à acção e consciência do corpo.
Feedback Body funciona com dois grupos de pesquisa- um na área da performance/ dança e o outro na área dos novos media interactivos- visando, no entanto, a criação e apresentação de performances colaborativas. Inclui ainda uma palestra sobre a relação entre tecnologia e artes performativas, realizada por Daniel Tércio (Faculdade de Motricidade Humana - Universidade Técnica de Lisboa).
Pré-inscrições: até dia 24 de Julho
Participação gratuita
Data: de 2 a 9 de Agosto | 2008
Horário pós-laboral (19h às 23h)
Local: Palácio da Galeria / Museu Municipal de Tavira
Organização: Câmara Municipal de Tavira (Serviço Educativo do Palácio da Galeria / Museu Municipal de Tavira)
Dança/Performance
N.º máximo de participantes: 15
Pré-requisitos:
Pessoas com idade superior a 16 anos (com ou sem experiência em dança e performance)
Programa:
* A relação corpo /tempo/espaço
* A relação com o Outro
* Desenvolvimento da capacidade de criação de movimento em articulação com os Media Interactivos (vídeo e som)
Media Interactivos
N.º máximo de participantes: 8
Pré-requisitos:
Experiência intermédia em tecnologias audiovisuais (candidatura com portefólio); Computador portátil próprio
Programa:
* Introdução ao MAX/MSP/Jitter
* Problemas e Métodos de Calibração (Espaço Físico/Digital).
* Abordagens/ Experiências de relação entre Corpo/Vídeo e Som
* Criação e Composição Audiovisual Interactiva.
Concepção e orientação: Ana Borges (dança, performance) e Rudolfo Quintas (novos media interactivos)
Colaboração: Daniel Tércio (palestra)
Assistência: Isabel Souto (dança, performance) e Ruben Duarte (novos media interactivos)
Registo vídeo / imagem: Sandra Sousa Santos
Informações / Inscrições:
Serviço Educativo do Palácio da Galeria / Museu Municipal de Tavira (Luísa Ricardo)
edu.museus@cm-tavira.pt
telf.: + 351 281 320 500 (ext. 324)
fax.: + 351 281 322 888
Feedback Body funciona com dois grupos de pesquisa- um na área da performance/ dança e o outro na área dos novos media interactivos- visando, no entanto, a criação e apresentação de performances colaborativas. Inclui ainda uma palestra sobre a relação entre tecnologia e artes performativas, realizada por Daniel Tércio (Faculdade de Motricidade Humana - Universidade Técnica de Lisboa).
Pré-inscrições: até dia 24 de Julho
Participação gratuita
Data: de 2 a 9 de Agosto | 2008
Horário pós-laboral (19h às 23h)
Local: Palácio da Galeria / Museu Municipal de Tavira
Organização: Câmara Municipal de Tavira (Serviço Educativo do Palácio da Galeria / Museu Municipal de Tavira)
Dança/Performance
N.º máximo de participantes: 15
Pré-requisitos:
Pessoas com idade superior a 16 anos (com ou sem experiência em dança e performance)
Programa:
* A relação corpo /tempo/espaço
* A relação com o Outro
* Desenvolvimento da capacidade de criação de movimento em articulação com os Media Interactivos (vídeo e som)
Media Interactivos
N.º máximo de participantes: 8
Pré-requisitos:
Experiência intermédia em tecnologias audiovisuais (candidatura com portefólio); Computador portátil próprio
Programa:
* Introdução ao MAX/MSP/Jitter
* Problemas e Métodos de Calibração (Espaço Físico/Digital).
* Abordagens/ Experiências de relação entre Corpo/Vídeo e Som
* Criação e Composição Audiovisual Interactiva.
Concepção e orientação: Ana Borges (dança, performance) e Rudolfo Quintas (novos media interactivos)
Colaboração: Daniel Tércio (palestra)
Assistência: Isabel Souto (dança, performance) e Ruben Duarte (novos media interactivos)
Registo vídeo / imagem: Sandra Sousa Santos
Informações / Inscrições:
Serviço Educativo do Palácio da Galeria / Museu Municipal de Tavira (Luísa Ricardo)
edu.museus@cm-tavira.pt
telf.: + 351 281 320 500 (ext. 324)
fax.: + 351 281 322 888
terça-feira, abril 22, 2008
Já entrámos na penúltima semana dos Contos de Liberdade
Quarta-feira, dia mundial do Livro, mais uma vez um Galo Inácio cantará (desta vez na EB 1 do Bom João, às 11h00). A Adelaide Fonseca contará na Biblioteca Municipal de Faro (pelas 10h00), onde à noite (21h30) será a inauguração da Exposição de Livros do Mundo, com uma roda de contos com vários contadores (Piratas de Alejandria, Margarida Telmo, Adelaide Fonseca, Helena Tapadinhas, Inês Mestrinho…). Neste mesmo dia na Biblioteca Municipal de Tavira (16.00h), a última sessão da oficina de Microcontos para pais e filhos sobre a Liberdade com Luis Ene e Sara Monteiro.
Dia 25 de Abril, durante o dia (12h, 15h, 16h e 17h), na Baixa de Faro estará a Tenda dos Contos, com Liz, Margarida Telmo e Maria José Carocinho (e quem mais quiser aparecer). À noite no bar “Os Artistas”, a partir das 22h30, de Cádiz, virá Kiko Butrón contar histórias e do Norte (lá para os lados de Lisboa) os Mosca Tosca vêm tocar para que dancemos até rebentar…
26 de Abril será o dia de Cristina Taquelim que às 16h00 contará histórias para toda a família na Biblioteca Municipal de Faro e à noite (22h00) no bar Maktostas, para adultos.
Quarta -Feira 23 de Abril
_______________________________________
10h Adelaide Fonseca (Algarve)
Sessão de contos para crianças
Biblioteca Municipal Faro
Faro
11h “O Galo Inácio” Francisco Brazão (Algarve)
Conto musical para crianças
EB1 Bom João
Faro
16h “Liberdade” - Oficina de Microcontos para Pais e Filhos com Luís N
Para pais e filhos (max. 14 inscrições)
Biblioteca Municipal de Tavira
Tavira
21h30 Inauguração da exposição “Livros do Mundo” com Roda de Contos
Com Piratas de Alejandria, Inês Mestrinho, Adelaide Fonseca e Margarida Telmo
Biblioteca Municipal Faro
Faro
Sexta-Feira 25 de Abril
________________________________
A partir da 12h Tenda dos Contos
À hora certa (12h, 15h, 16h, 17h) várias sessões de contos para todos
Jardim Manuel Bivar
Faro
22h30 Kiko Bútron (Cádiz) + Concerto Baile com Mosca Tosca (Portugal)
Sessão de contos para adultos, seguida de oficina de danças e concerto.
Sociedade Recreativa Artística Farense
Faro
Sábado 26 de Abril
________________________________
16h Cristina Taquelim (Beja)
Sessão de contos para a família
Biblioteca Municipal de Faro
Faro
22h30 Cristina Taquelim (Beja)
Sessão de contos para adultos
Bar Maktostas
Faro
CONTADORES
Cristina Taquelim (Beja)

" Conto histórias como quem escreve na areia e sei que o vento, que sempre corre nos areais, tratará de apagar esse registo. Uma história é apenas uma história, como um grão é apenas um grão e tentar fixá-lo é perder a natureza mutante da duna. Escrevo na areia porque nasci numa cidade de luz e mar e na viagem interior que faço todos os dias, preciso desse azul para me perder e encontrar. Foram as palavras que me construíram como pessoa e escrevo-as na areia, porque sei que assim tenho de me reescrever todos os dias e fazer o mesmo às utopias e aos sonhos que me iluminam a jornada. Devo à areia esta reescrita permanente e às palavras, a possibilidade de estender infinitamente as fronteiras da realidade.”
Piratas de Alejandria (Sevilha)
Vivem para resgatar um tesouro imenso que são os contos do mundo inteiro. Vêm de Sevilha e trazem a paixão pela narração e pela poesia.
Sobre si dizem: “Porque a nossa condição é andar constantemente em vi@gem, por sermos a personificação da @ventura e porque o nosso nome evoca @cção, risco, emoções e lug@res desconhecidos e par@gens inexploradas, fomos recolhendo histórias, experiências e conhecimentos. Somos uma lenda viv@. Por isto somos Piratas. E porque a maior Biblioteca da humanidade foi a de Alexandria. Por tudo isso somos os Piratas de Alejandria."
Kiko Butrón (Cádiz)
Começou a contar em 1996 e agora dedica-se a contar contos em escolas e bibliotecas quer através do Centro Andaluz de las Letras quer quando alguma associação ou escola o convida. É actualmente responsável pela programação mensal do Café-Teatro Pay-Pay onde, desde há seis anos todas as quintas tem lugar um espectáculo de contos. Já actuou em praticamente toda a Andaluzia, em Madrid além da Colômbia, Chile e Peru. Apesar de viver tão perto de nós é a primeira vez que conta em Portugal.
Adelaide Fonseca (Algarve)
Estórias que me contaram e em mim ficaram!
Criaram um sítio no meu coração m&m (misterioso e magnífico), onde as guardo e também às outras que imagino e leio!
É também um sítio G (grande), onde cabem todas as que ainda estão por ouvir, ler e sentir...
Conto com o meu corpo, conto com a vida que as estórias me dão!
Inês Mestrinho (Algarve)
Julgo que era Sábado, uma manhã quente de 1980, quando Inês nasceu, em Évora. 25 anos se passaram até ao dia em que cruzou o caminho das histórias. Diz-se que depois disso entrou numa floresta de contos infinitos de onde nunca mais regressou!
Lá continua pasmada, enfeitiçada, a olhar para histórias tristes ou divertidas, histórias horripilantes, histórias actuais, contos de fadas e lendas de mouras encantadas.
Dizem que deixou de viver. Agora apenas sonha a vida.
.....E é o vento quem nos traz a sua voz.....
Margarida Telmo (Algarve)
Trabalha na Biblioteca Municipal de Faro e desde há varios anos dinamiza a Hora do Conto nesta biblioteca
Maria José Carocinho (Algarve)
Oriunda de Beja e radicada em São Brás do Alportel há vários anos onde trabalha na Biblioteca
Liz Sereno (Algarve)
Vive em Faro contam-se 10 anos. Chegou como formador de informática. Mas como em algumas histórias, outro caminho insistia em pôr-se à frente. Um dia deixou-se ir por esse caminho de descoberta e treino espiritual. Meditação, rituais ancestrais, danças e cantos passaram a ser fonte de bem-estar e alegria. É neste meio harmonioso que acontece ocasionalmente a partilha de pequenos contos entre amigos. Contos que refrescam a alma...
Concerto-Baile
Mosca Tosca
Vinda de uma época esquecida, mas ainda viva, esta recente formação de jovens músicos oferece ao público um espectáculo de ritmos europeus dignos de uma lenda épica. Os participantes poderão dançar valsas lentas e inebriantes ou, se preferirem, agitadas coreografias de tirar o fôlego.
Os quatro músicos acompanharão o público nesta aventura onde uma concertina, tocada por Luísa Corte, se deixa embalar por uma guitarra, dedilhada por Mário Dias, que se permite acompanhar pelas flautas e gaitas-de-fole do Vítor Cordeiro. A estabelecer o ritmo das percussões e a ensinar as coreografias perdidas no tempo, estará o Matias, disposto a animar quem aceitar este desafio. As danças e músicas levam o nosso imaginário a vários países desde Portugal, França, Irlanda, Suécia, Alemanha, Bulgária, Estónia, entre outros, em que todas as culturas são trazidas à memória de muitos.
Vitor Cordeiro: Flautas, gaita galega e cornemuse
Mário Dias: Guitarra Classica
Luísa Corte: Concertina, Flautas de Bisel
Matias: Percussões diversas e monitor das danças
Carlos Alves (Kp)Piano
Programa completo do Contos de Liberdade aqui
Dia 25 de Abril, durante o dia (12h, 15h, 16h e 17h), na Baixa de Faro estará a Tenda dos Contos, com Liz, Margarida Telmo e Maria José Carocinho (e quem mais quiser aparecer). À noite no bar “Os Artistas”, a partir das 22h30, de Cádiz, virá Kiko Butrón contar histórias e do Norte (lá para os lados de Lisboa) os Mosca Tosca vêm tocar para que dancemos até rebentar…
26 de Abril será o dia de Cristina Taquelim que às 16h00 contará histórias para toda a família na Biblioteca Municipal de Faro e à noite (22h00) no bar Maktostas, para adultos.
Quarta -Feira 23 de Abril
_______________________________________
10h Adelaide Fonseca (Algarve)
Sessão de contos para crianças
Biblioteca Municipal Faro
Faro
11h “O Galo Inácio” Francisco Brazão (Algarve)
Conto musical para crianças
EB1 Bom João
Faro
16h “Liberdade” - Oficina de Microcontos para Pais e Filhos com Luís N
Para pais e filhos (max. 14 inscrições)
Biblioteca Municipal de Tavira
Tavira
21h30 Inauguração da exposição “Livros do Mundo” com Roda de Contos
Com Piratas de Alejandria, Inês Mestrinho, Adelaide Fonseca e Margarida Telmo
Biblioteca Municipal Faro
Faro
Sexta-Feira 25 de Abril
________________________________
A partir da 12h Tenda dos Contos
À hora certa (12h, 15h, 16h, 17h) várias sessões de contos para todos
Jardim Manuel Bivar
Faro
22h30 Kiko Bútron (Cádiz) + Concerto Baile com Mosca Tosca (Portugal)
Sessão de contos para adultos, seguida de oficina de danças e concerto.
Sociedade Recreativa Artística Farense
Faro
Sábado 26 de Abril
________________________________
16h Cristina Taquelim (Beja)
Sessão de contos para a família
Biblioteca Municipal de Faro
Faro
22h30 Cristina Taquelim (Beja)
Sessão de contos para adultos
Bar Maktostas
Faro
CONTADORES
Cristina Taquelim (Beja)
" Conto histórias como quem escreve na areia e sei que o vento, que sempre corre nos areais, tratará de apagar esse registo. Uma história é apenas uma história, como um grão é apenas um grão e tentar fixá-lo é perder a natureza mutante da duna. Escrevo na areia porque nasci numa cidade de luz e mar e na viagem interior que faço todos os dias, preciso desse azul para me perder e encontrar. Foram as palavras que me construíram como pessoa e escrevo-as na areia, porque sei que assim tenho de me reescrever todos os dias e fazer o mesmo às utopias e aos sonhos que me iluminam a jornada. Devo à areia esta reescrita permanente e às palavras, a possibilidade de estender infinitamente as fronteiras da realidade.”
Piratas de Alejandria (Sevilha)
Sobre si dizem: “Porque a nossa condição é andar constantemente em vi@gem, por sermos a personificação da @ventura e porque o nosso nome evoca @cção, risco, emoções e lug@res desconhecidos e par@gens inexploradas, fomos recolhendo histórias, experiências e conhecimentos. Somos uma lenda viv@. Por isto somos Piratas. E porque a maior Biblioteca da humanidade foi a de Alexandria. Por tudo isso somos os Piratas de Alejandria."
Kiko Butrón (Cádiz)
Adelaide Fonseca (Algarve)
Estórias que me contaram e em mim ficaram!Criaram um sítio no meu coração m&m (misterioso e magnífico), onde as guardo e também às outras que imagino e leio!
É também um sítio G (grande), onde cabem todas as que ainda estão por ouvir, ler e sentir...
Conto com o meu corpo, conto com a vida que as estórias me dão!
Inês Mestrinho (Algarve)
Lá continua pasmada, enfeitiçada, a olhar para histórias tristes ou divertidas, histórias horripilantes, histórias actuais, contos de fadas e lendas de mouras encantadas.
Dizem que deixou de viver. Agora apenas sonha a vida.
.....E é o vento quem nos traz a sua voz.....
Margarida Telmo (Algarve)
Trabalha na Biblioteca Municipal de Faro e desde há varios anos dinamiza a Hora do Conto nesta bibliotecaMaria José Carocinho (Algarve)
Oriunda de Beja e radicada em São Brás do Alportel há vários anos onde trabalha na Biblioteca
Liz Sereno (Algarve)
Vive em Faro contam-se 10 anos. Chegou como formador de informática. Mas como em algumas histórias, outro caminho insistia em pôr-se à frente. Um dia deixou-se ir por esse caminho de descoberta e treino espiritual. Meditação, rituais ancestrais, danças e cantos passaram a ser fonte de bem-estar e alegria. É neste meio harmonioso que acontece ocasionalmente a partilha de pequenos contos entre amigos. Contos que refrescam a alma...Concerto-Baile
Mosca Tosca
Vinda de uma época esquecida, mas ainda viva, esta recente formação de jovens músicos oferece ao público um espectáculo de ritmos europeus dignos de uma lenda épica. Os participantes poderão dançar valsas lentas e inebriantes ou, se preferirem, agitadas coreografias de tirar o fôlego. Os quatro músicos acompanharão o público nesta aventura onde uma concertina, tocada por Luísa Corte, se deixa embalar por uma guitarra, dedilhada por Mário Dias, que se permite acompanhar pelas flautas e gaitas-de-fole do Vítor Cordeiro. A estabelecer o ritmo das percussões e a ensinar as coreografias perdidas no tempo, estará o Matias, disposto a animar quem aceitar este desafio. As danças e músicas levam o nosso imaginário a vários países desde Portugal, França, Irlanda, Suécia, Alemanha, Bulgária, Estónia, entre outros, em que todas as culturas são trazidas à memória de muitos.
Vitor Cordeiro: Flautas, gaita galega e cornemuse
Mário Dias: Guitarra Classica
Luísa Corte: Concertina, Flautas de Bisel
Matias: Percussões diversas e monitor das danças
Carlos Alves (Kp)Piano
Programa completo do Contos de Liberdade aqui
Marcadores:
Actividades,
Bailes,
Contos
quinta-feira, abril 17, 2008
Iva Delgado nos "Contos de Liberdade"
Inserido no VI Festival Contos de Liberdade, a presidente da Fundação Humberto Delgado (e filha do General sem Medo) virá à Biblioteca Municipal e Faro, sábado dia 19 de Abril pelas 21h30, participar numa conversa sobre os temas Liberdade, Juventude e Memória. A conversa andará à volta da comemoração da Liberdade, hoje, no Portugal do século XXI, num Portugal Europeu, inserido num mundo global e cada vez mais intercultural? Como comemorar a Liberdade, conhecendo “o que andámos para aqui chegar” mas com os olhos postos no futuro e sem ficar refém de saudosismos? Como pode uma nova geração (que nunca viveu em ditadura) participar na construção dos seus próprios ideais?
Marcadores:
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Contos,
Política
quarta-feira, abril 16, 2008
Contos de Liberdade Oficina Micro Contos
Fotos tiradas pela Catarina Antão da oficina dinamizada pelo Luis e pela Sara e realizada na Junta de Freguesia de Pechão. Para pais e filhos (ou tios e sobrinhos...)
Quem não se inscreveu nesta oficina, ainda se pode inscrever nas oficinas de São Brás de Alportel (dia 19 de Abril) e de Tavira (dia 23 de Abril), nas respectivas Bibliotecas Municipais (máximo 12 pessoas).
Biblioteca Municipal de São Brás de Alportel
Tel. 289 840 360
E-mail: biblioteca@biblioteca.cm-sbras.pt
Biblioteca Municipal de Tavira
Telefone: 281 320 585/ 727
E-mail: biblioteca@cm-tavira.pt
Câmara Municipal de Tavira | AL-MaSRAH Teatro promovem,
OFICINAS DE FORMAÇÃO
INTERPRETAÇÃO
DANÇA
CONSTRUÇÃO E MANIPULAÇÃO DE MARIONETAS
19 Abril a 16 Maio
Interpretação | Orientação: Isolda Barrios
Dias 23, 24 e 30 de Abril e 1, 2, 8, 9, 14, 15 e 16 de Maio
17h30 às 20h00
Local: Espaço da Corredoura
Público-Alvo: juvenil com idade superior a 15 anos
As várias estratégias para abordar a construção de uma personagem. Podemos conceber toda uma panóplia de personagens, desde as mais grotescas às mais se aproximam de nós, mas para as levarmos a bom porto temos de recorrer sempre a um pequeno grande truque: a imaginação. Partindo de uma abordagem física do trabalho do actor, esta oficina pretende abrir caminhos criativos para a personagem, qualquer que seja o tom da representação.
Dança | Orientação: Rita Alves
Dias 21, 22, 28 e 29 de Abril e 1, 5, 6, 7, 12 e 13 de Maio
17h30 às 20h00
Local: Cine Teatro António Pinheiro
Público-Alvo: juvenil com idade superior a 15 anos
Tendo por objectivo o treino corporal e a exploração da energia e da projecção gestual, procurar-se-á enriquecer esta expressividade através dos elementos da dança, tais como o alongamento, o equilíbrio, o tempo, o espaço e a dinâmica do movimento. Desenvolveremos técnicas de improvisação, jogos cénicos, pequenas coreografias, exploração do espaço cénico e de objectos cenográficos, de modo a estes serem explorados como extensão e dilatação do próprio corpo em cena.
Construção e Manipulação de Marionetas | Orientação: Verónica Guerreiro
Dias 19, 20, 26 e 27 de Abril e 3, 4, 10 e 11 de Maio
15h00 às 18h00
Local: Espaço da Corredoura
Público-Alvo: famílias e crianças com idades entre os 6 e os 12 anos
Ao longo da oficina iremos fazer uma pequena abordagem às técnicas de construção, à história e à manipulação das "marionetas". Vamos construir de raiz alguns "bonecos" ou animar objectos do dia-a-dia que facilmente se transformam em personagens de uma grande história.
Informações / Inscrições junto do Serviço Educativo do Palácio da Galeria /
Museu Municipal de Tavira:
edu.museus@cm-tavira.pt
telf.: + 351 281 320 500 (ext. 324)
fax.: + 351 281 322 888
INTERPRETAÇÃO
DANÇA
CONSTRUÇÃO E MANIPULAÇÃO DE MARIONETAS
19 Abril a 16 Maio
Interpretação | Orientação: Isolda Barrios
Dias 23, 24 e 30 de Abril e 1, 2, 8, 9, 14, 15 e 16 de Maio
17h30 às 20h00
Local: Espaço da Corredoura
Público-Alvo: juvenil com idade superior a 15 anos
As várias estratégias para abordar a construção de uma personagem. Podemos conceber toda uma panóplia de personagens, desde as mais grotescas às mais se aproximam de nós, mas para as levarmos a bom porto temos de recorrer sempre a um pequeno grande truque: a imaginação. Partindo de uma abordagem física do trabalho do actor, esta oficina pretende abrir caminhos criativos para a personagem, qualquer que seja o tom da representação.
Dança | Orientação: Rita Alves
Dias 21, 22, 28 e 29 de Abril e 1, 5, 6, 7, 12 e 13 de Maio
17h30 às 20h00
Local: Cine Teatro António Pinheiro
Público-Alvo: juvenil com idade superior a 15 anos
Tendo por objectivo o treino corporal e a exploração da energia e da projecção gestual, procurar-se-á enriquecer esta expressividade através dos elementos da dança, tais como o alongamento, o equilíbrio, o tempo, o espaço e a dinâmica do movimento. Desenvolveremos técnicas de improvisação, jogos cénicos, pequenas coreografias, exploração do espaço cénico e de objectos cenográficos, de modo a estes serem explorados como extensão e dilatação do próprio corpo em cena.
Construção e Manipulação de Marionetas | Orientação: Verónica Guerreiro
Dias 19, 20, 26 e 27 de Abril e 3, 4, 10 e 11 de Maio
15h00 às 18h00
Local: Espaço da Corredoura
Público-Alvo: famílias e crianças com idades entre os 6 e os 12 anos
Ao longo da oficina iremos fazer uma pequena abordagem às técnicas de construção, à história e à manipulação das "marionetas". Vamos construir de raiz alguns "bonecos" ou animar objectos do dia-a-dia que facilmente se transformam em personagens de uma grande história.
Informações / Inscrições junto do Serviço Educativo do Palácio da Galeria /
Museu Municipal de Tavira:
telf.: + 351 281 320 500 (ext. 324)
fax.: + 351 281 322 888
terça-feira, abril 15, 2008
Continuam os Contos
Quarta, dia 16 de Abril, o “Galo Inácio” cantará na Biblioteca de São Brás e na Ecoteca de Olhão, quinta, dia 17, a Inês contará na Junta de Freguesia de Pechão, dia 18, um navio pirata atracará na Biblioteca de São Brás e a Adelaide Fonseca contarás as suas história na Ecoteca de Olhão. À noite, na Biblioteca de Faro, apareçam na conversa com Iva Delgado. Como comemorar a Liberdade, hoje, no Portugal do século XXI, num Portugal Europeu, inserido num mundo global e cada vez mais intercultural? Como comemorar a Liberdade conhecendo “o que andámos para aqui chegar” mas com os olhos postos no futuro e sem ficar refém de saudosismos? Como pode uma nova geração (que nunca viveu em ditadura) participar na construção dos seus próprios ideiais?
Quarta -Feira 16 de Abril
_______________________________________
11h “O Galo Inácio” Francisco Brazão (Algarve)
Conto musical para crianças
Biblioteca Municipal de São Brás do Alportel
São Brás do Alportel
16h “O Galo Inácio” Francisco Brazão (Algarve)
Conto musical para crianças
Ecoteca de Olhão- Chalé João Lúcio
Olhão
Quinta-Feira 17 de Abril
_______________________________________
10h30 Inês Mestrinho (Algarve)
Sessão de contos para crianças
Junta de Freguesia de Pechão
Olhão
Sexta-Feira 18 de Abril
_____________________________
11h Piratas de Alejandria (Sevilha)
Sessão de contos para jovens
Biblioteca Municipal de São Brás do Alportel
São Brás do Alportel
16h Adelaide Fonseca (Algarve)
Sessão de contos para crianças
Ecoteca de Olhão- Chalé João Lúcio
Olhão
Sábado 19 de Abril
________________________________
16h “Liberdade” - Oficina de Microcontos para Pais e Filhos
com Luís Ene
Para pais e filhos (max. 14 inscrições)
Biblioteca Municipal de São Brás do Alportel
São Brás do Alportel
16h Piratas de Alejandria (Sevilha)
Sessão de contos para todos
Ecoteca de Olhão- Chalé João Lúcio
Olhão
21h30 Conversa “Liberdade, Memória e Juventude” com a presença de Iva Delgado (Fund. Humberto Delgado)
Biblioteca Municipal Faro
Faro
Francisco Brazão (Algarve)

Professor de Música e Músico, Francisco Brazão aproximou-se do mundo dos contos através (como não podia deixar de ser) da música. O seu conto “O Galo Inácio”, pretende que através da história do Galo Inácio e da expressão musical as crianças descubram a música ao mesmo tempo que partilham e exprimem a sua capacidade de fruição musical, estando, por isso, a iniciar o processo de contacto com uma história musicada – um conto musical.
Adelaide Fonseca (Algarve)

Estórias que me contaram e em mim ficaram!
Criaram um sítio no meu coração m&m (misterioso e magnífico), onde as guardo e também às outras que imagino e leio!
É também um sítio G (grande), onde cabem todas as que ainda estão por ouvir, ler e sentir...
Conto com o meu corpo, conto com a vida que as estórias me dão!
Inês Mestrinho (Algarve)
Julgo que era Sábado, uma manhã quente de 1980, quando Inês nasceu, em Évora. 25 anos se passaram até ao dia em que cruzou o caminho das histórias. Diz-se que depois disso entrou numa floresta de contos infinitos de onde nunca mais regressou!
Lá continua pasmada, enfeitiçada, a olhar para histórias tristes ou divertidas, histórias horripilantes, histórias actuais, contos de fadas e lendas de mouras encantadas.
Dizem que deixou de viver. Agora apenas sonha a vida.
.....E é o vento quem nos traz a sua voz.....
Piratas de Alejandria (Sevilha)
Vivem para resgatar um tesouro imenso que são os contos do mundo inteiro. Vêm de Sevilha e trazem a paixão pela narração e pela poesia. Sobre si dizem: “Porque a nossa condição é andar constantemente em vi@gem, por sermos a personificação da @ventura e porque o nosso nome evoca @cção, risco, emoções e lug@res desconhecidos e par@gens inexploradas, fomos recolhendo histórias, experiências e conhecimentos. Somos uma lenda viv@. Por isto somos Piratas. E porque a maior Biblioteca da humanidade foi a de Alexandria. Por tudo isso somos os Piratas de Alejandria."
Quarta -Feira 16 de Abril
_______________________________________
11h “O Galo Inácio” Francisco Brazão (Algarve)
Conto musical para crianças
Biblioteca Municipal de São Brás do Alportel
São Brás do Alportel
16h “O Galo Inácio” Francisco Brazão (Algarve)
Conto musical para crianças
Ecoteca de Olhão- Chalé João Lúcio
Olhão
Quinta-Feira 17 de Abril
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10h30 Inês Mestrinho (Algarve)
Sessão de contos para crianças
Junta de Freguesia de Pechão
Olhão
Sexta-Feira 18 de Abril
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11h Piratas de Alejandria (Sevilha)
Sessão de contos para jovens
Biblioteca Municipal de São Brás do Alportel
São Brás do Alportel
16h Adelaide Fonseca (Algarve)
Sessão de contos para crianças
Ecoteca de Olhão- Chalé João Lúcio
Olhão
Sábado 19 de Abril
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16h “Liberdade” - Oficina de Microcontos para Pais e Filhos
com Luís Ene
Para pais e filhos (max. 14 inscrições)
Biblioteca Municipal de São Brás do Alportel
São Brás do Alportel
16h Piratas de Alejandria (Sevilha)
Sessão de contos para todos
Ecoteca de Olhão- Chalé João Lúcio
Olhão
21h30 Conversa “Liberdade, Memória e Juventude” com a presença de Iva Delgado (Fund. Humberto Delgado)
Biblioteca Municipal Faro
Faro
Francisco Brazão (Algarve)
Professor de Música e Músico, Francisco Brazão aproximou-se do mundo dos contos através (como não podia deixar de ser) da música. O seu conto “O Galo Inácio”, pretende que através da história do Galo Inácio e da expressão musical as crianças descubram a música ao mesmo tempo que partilham e exprimem a sua capacidade de fruição musical, estando, por isso, a iniciar o processo de contacto com uma história musicada – um conto musical.
Adelaide Fonseca (Algarve)

Estórias que me contaram e em mim ficaram!
Criaram um sítio no meu coração m&m (misterioso e magnífico), onde as guardo e também às outras que imagino e leio!
É também um sítio G (grande), onde cabem todas as que ainda estão por ouvir, ler e sentir...
Conto com o meu corpo, conto com a vida que as estórias me dão!
Inês Mestrinho (Algarve)
Lá continua pasmada, enfeitiçada, a olhar para histórias tristes ou divertidas, histórias horripilantes, histórias actuais, contos de fadas e lendas de mouras encantadas.
Dizem que deixou de viver. Agora apenas sonha a vida.
.....E é o vento quem nos traz a sua voz.....
Piratas de Alejandria (Sevilha)
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domingo, abril 13, 2008
Pedro Afonso publica on-line "Rapaz Areia"
Continuando a divulgar o que os moces da arca vão fazendo, fazemos aqui a notícia da publicação on-line da obra "Rapaz Areia" do Pedro Afonso.
April 6, 2008
Rapaz Areia
ou o testemunho de uma ilha desaparecida
Prefácio
pelo achador do documento
Existiu em tempos uma ilha ao largo da costa do Algarve em tudo semelhante às que ainda hoje insistem em proteger esta ria que me fascina. Uma ilha extensa, toda de areia branca que evaporava e ruía à força das marés, dos ventos e do sol. Esta ilha, agora impalpável e improvável, naufragou sem deixar pistas. Toda ela areia, excepto alguns barracos de madeira - os quais o mar tratou de lhes dar outros usos - e os barcos de quem lá os teve engolidos pelo tempo e pelas entranhas negras desta ria que os sustentou.
Não seriam nenhumas as provas da existência desta areia elevada do mar e da sua pequena povoação de pescadores se um evento extraordinário não me tivesse ocorrido. Ainda assim, as provas dessa existência deixarão dúvidas a quem quiser prová-lo topograficamente ou por outros meios físicos que nos servem de verdade. A minha certeza não vos chegará com certeza, mas o que vos apresento nesta aqui deixar-vos-á, no mínimo, inseguros em relação a um nada que outrora foi.
Tudo começou com uma viagem.
Numa manhã de Outubro, daquelas de luz impensável, fui dar uma volta pela ria na canoa que um amigo me emprestara. Conhecia relativamente bem os canais e as passagens que surgiam como que da luz ao navegar pelas águas espectrais da ria formosa. Por isso, tentava sempre navegar por novos canais e atravessar zonas que me pareciam desconhecidas. Dessa vez encontrei-me numa área na qual nunca antes tinha estado, uma zona já muito perto do mar, onde uma duna fina separava as águas serenas e mornas das ondas brancas. Parecia ter sido uma zona de uma antiga barra ou, no mínimo, um estreito canal de ligação da ria ao mar. Sabia que nunca antes lá havia estado e também nunca ninguém me tinha falado de tal local, era estranho uma baía tão perfeita não ser conhecida, mas entusiasmava me aquele sítio poder vir a ser um refúgio apenas conhecido por mim e por um ou outro navegador mais. Encostei à areia e saí da canoa, estava calor e estendi-me um pouco, dormi. Quando acordei a luminosidade feria e a minha cabeça andava à roda, julgo que por ter dormido ao sol, o qual, reflectido na água, parecia ser de pleno verão. Molhei-me um pouco, doía-me a cabeça, senti que tinha de voltar para a canoa e remar de volta antes que me acontecesse algo ali sozinho. Assim que me pus a remar comecei a perder os sentidos e virei a canoa, senti-me afundar. Quando retomei os sentidos perdidos estava no fundo da água e, pela agitação, tinha sido arrastado para o mar. Estava prostrado no fundo do oceano sem saber onde, mas espantosamente estava vivo. Não poderia estar longe da costa, pois para isso teria de ter viajado mais tempo do que o oxigénio que retia me permitiria. Tudo se passou em câmara lenta: olhei em volta e o fundo do mar era branco e liso, a meu lado estava, por mais difícil que seja acreditar, uma mesa de cabeceira com os pés enterrados na areia. Abri a única gaveta que havia, peguei no saco de plástico que lá se encontrava e ascendi à superfície que não era distante. Estava a trinta metros da costa e após recuperar o fôlego nadei de bruços segurando o saco com os dentes, mal podia esperar por me sentar na areia e investigar o que, pelo tacto, me parecia ser um livro.
O conteúdo do saco era um pequeno caderno demasiadamente bem conservado para eu não sentir a princípio alguma relutância em acreditar no que nele se encontra escrito. Esse caderno, que ainda tenho, fora um diário. Um diário de um jovem que tivera aquela mesa-de-cabeceira num quarto naquela areia onde acordei debaixo de água. Nesse diário é contado o dia a dia da única povoação, cerca de dez famílias, da ilha de Santa Lúcida que existira até há trinta anos, sem que ninguém parecesse saber, exactamente onde me afoguei naquela manhã. O saco de plástico que continha o caderno fora usado, não pelo seu dono prever a extinção da sua morada, mas pela simples razão do material do recipiente ser lhe tão pouco familiar que depositou nele o que de mais valioso possuía.
Muito se pode ler no diário desse jovem, o qual nunca o assina, sobre a vida na ilha, sobre os seus tormentos, desejos, as suas suposições acerca do resto do mundo que lhe era tão distante, mas eu, fortuito achador do documento, nunca me atreveria a publicar páginas tão pessoais de alguém que nunca conheci e que em parte alguma dos seus escritos revela essa vontade. Publico aqui apenas alguns poemas que esse jovem peculiar apontou no seu caderno. Estes serão aqueles que podem oferecer um quadro da sua vida e uma panorâmica da sua obra. Faço-o porque não poderia deixar esta ilha e este rapaz no sítio de onde me consegui salvar.
Apresento-vos o Rapaz Areia, poeta habitante da ilha de Santa Lúcida na costa do Algarve, esperando que por momentos se sintam naufragados e transportados por uma serena corrente misteriosa e invisível, como a mim e a esse Rapaz aconteceu.
ao João Bentes, com eterna amizade.
Pedro Afonso
April 6, 2008
Rapaz Areia
ou o testemunho de uma ilha desaparecida
Prefácio
pelo achador do documento
Existiu em tempos uma ilha ao largo da costa do Algarve em tudo semelhante às que ainda hoje insistem em proteger esta ria que me fascina. Uma ilha extensa, toda de areia branca que evaporava e ruía à força das marés, dos ventos e do sol. Esta ilha, agora impalpável e improvável, naufragou sem deixar pistas. Toda ela areia, excepto alguns barracos de madeira - os quais o mar tratou de lhes dar outros usos - e os barcos de quem lá os teve engolidos pelo tempo e pelas entranhas negras desta ria que os sustentou.
Não seriam nenhumas as provas da existência desta areia elevada do mar e da sua pequena povoação de pescadores se um evento extraordinário não me tivesse ocorrido. Ainda assim, as provas dessa existência deixarão dúvidas a quem quiser prová-lo topograficamente ou por outros meios físicos que nos servem de verdade. A minha certeza não vos chegará com certeza, mas o que vos apresento nesta aqui deixar-vos-á, no mínimo, inseguros em relação a um nada que outrora foi.
Tudo começou com uma viagem.
Numa manhã de Outubro, daquelas de luz impensável, fui dar uma volta pela ria na canoa que um amigo me emprestara. Conhecia relativamente bem os canais e as passagens que surgiam como que da luz ao navegar pelas águas espectrais da ria formosa. Por isso, tentava sempre navegar por novos canais e atravessar zonas que me pareciam desconhecidas. Dessa vez encontrei-me numa área na qual nunca antes tinha estado, uma zona já muito perto do mar, onde uma duna fina separava as águas serenas e mornas das ondas brancas. Parecia ter sido uma zona de uma antiga barra ou, no mínimo, um estreito canal de ligação da ria ao mar. Sabia que nunca antes lá havia estado e também nunca ninguém me tinha falado de tal local, era estranho uma baía tão perfeita não ser conhecida, mas entusiasmava me aquele sítio poder vir a ser um refúgio apenas conhecido por mim e por um ou outro navegador mais. Encostei à areia e saí da canoa, estava calor e estendi-me um pouco, dormi. Quando acordei a luminosidade feria e a minha cabeça andava à roda, julgo que por ter dormido ao sol, o qual, reflectido na água, parecia ser de pleno verão. Molhei-me um pouco, doía-me a cabeça, senti que tinha de voltar para a canoa e remar de volta antes que me acontecesse algo ali sozinho. Assim que me pus a remar comecei a perder os sentidos e virei a canoa, senti-me afundar. Quando retomei os sentidos perdidos estava no fundo da água e, pela agitação, tinha sido arrastado para o mar. Estava prostrado no fundo do oceano sem saber onde, mas espantosamente estava vivo. Não poderia estar longe da costa, pois para isso teria de ter viajado mais tempo do que o oxigénio que retia me permitiria. Tudo se passou em câmara lenta: olhei em volta e o fundo do mar era branco e liso, a meu lado estava, por mais difícil que seja acreditar, uma mesa de cabeceira com os pés enterrados na areia. Abri a única gaveta que havia, peguei no saco de plástico que lá se encontrava e ascendi à superfície que não era distante. Estava a trinta metros da costa e após recuperar o fôlego nadei de bruços segurando o saco com os dentes, mal podia esperar por me sentar na areia e investigar o que, pelo tacto, me parecia ser um livro.
O conteúdo do saco era um pequeno caderno demasiadamente bem conservado para eu não sentir a princípio alguma relutância em acreditar no que nele se encontra escrito. Esse caderno, que ainda tenho, fora um diário. Um diário de um jovem que tivera aquela mesa-de-cabeceira num quarto naquela areia onde acordei debaixo de água. Nesse diário é contado o dia a dia da única povoação, cerca de dez famílias, da ilha de Santa Lúcida que existira até há trinta anos, sem que ninguém parecesse saber, exactamente onde me afoguei naquela manhã. O saco de plástico que continha o caderno fora usado, não pelo seu dono prever a extinção da sua morada, mas pela simples razão do material do recipiente ser lhe tão pouco familiar que depositou nele o que de mais valioso possuía.
Muito se pode ler no diário desse jovem, o qual nunca o assina, sobre a vida na ilha, sobre os seus tormentos, desejos, as suas suposições acerca do resto do mundo que lhe era tão distante, mas eu, fortuito achador do documento, nunca me atreveria a publicar páginas tão pessoais de alguém que nunca conheci e que em parte alguma dos seus escritos revela essa vontade. Publico aqui apenas alguns poemas que esse jovem peculiar apontou no seu caderno. Estes serão aqueles que podem oferecer um quadro da sua vida e uma panorâmica da sua obra. Faço-o porque não poderia deixar esta ilha e este rapaz no sítio de onde me consegui salvar.
Apresento-vos o Rapaz Areia, poeta habitante da ilha de Santa Lúcida na costa do Algarve, esperando que por momentos se sintam naufragados e transportados por uma serena corrente misteriosa e invisível, como a mim e a esse Rapaz aconteceu.
ao João Bentes, com eterna amizade.
Pedro Afonso
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Literatura,
moces da arca
25 de Abril versão 2.0

OP é caso de sucesso em São Brás
O Município de São Brás de Alportel foi o primeiro no Algarve a implementar o Orçamento Participativo (OP), uma experiência que se tem revelado positiva
Em Faro, depois de uma tímida experiência nos finais de 2006, o processo parece que ficou em banho maria (apesar de existir uma ligação no site da CM de Faro ...
Não estará na hora de a sociedade civil farense se organizar e dar uma ajudinha a dinamizar este processo, promovendo uma maior informação e discussão em blogues, tertúlias, conversas, acções de formação, etc.?
A ARCA está disponível para qualquer actividade conjunta.
sexta-feira, abril 11, 2008
Contos de Liberdade começam amanhã!
Sábado, pelas 17.00h, na Junta de Freguesia de Pechão, Luis Ene vai dinamizar uma oficina de escrita criativa. Nesta oficina pretende-se que, utilizando técnicas de escrita criativa, os pais acompanhados pelos filhos, brinquem com as palavras, reflictam sobre a Liberdade e construam contos tão pequenos, de forma a poderem ser apelidados de microcontos.
Quem não se inscreveu nesta oficina, ainda se pode inscrever nas oficinas de São Brás de Alportel (dia 19 de Abril) e de Tavira (dia 23 de Abril), nas respectivas Biblotecas Municipais (máximo 12 pessoas).

Luis Ene
Autor de um romance premiado (A Justa Medida, Porto Editora, 2003), Luís Ene é também uma das vozes mais valiosas no universo blogger português. 1001 pequenas histórias, livro editado em 2005, dá notícia do labor diário levado a cabo no blogue com o mesmo nome, iniciado em Agosto de 2002. É fundador e co-editor da Minguante, revista on-line dedicada à micronarrativa. Vive em Faro. Acredita na leitura e na escrita com formas de prazer e de aperfeiçoamento pessoal.
Programa completo do Contos de Liberdade em
http://arcaalgarve.blogspot.com/2008/04/contos-liberdade-programa-completo.html
Quem não se inscreveu nesta oficina, ainda se pode inscrever nas oficinas de São Brás de Alportel (dia 19 de Abril) e de Tavira (dia 23 de Abril), nas respectivas Biblotecas Municipais (máximo 12 pessoas).

Luis Ene
Autor de um romance premiado (A Justa Medida, Porto Editora, 2003), Luís Ene é também uma das vozes mais valiosas no universo blogger português. 1001 pequenas histórias, livro editado em 2005, dá notícia do labor diário levado a cabo no blogue com o mesmo nome, iniciado em Agosto de 2002. É fundador e co-editor da Minguante, revista on-line dedicada à micronarrativa. Vive em Faro. Acredita na leitura e na escrita com formas de prazer e de aperfeiçoamento pessoal.
Programa completo do Contos de Liberdade em
http://arcaalgarve.blogspot.com/2008/04/contos-liberdade-programa-completo.html
segunda-feira, abril 07, 2008
Contos Liberdade Programa Completo
O Festival de Narração Oral “Contos de Liberdade” 2008 está a ser planeado, como sempre, para ser parte das comemorações do aniversário do 25 de Abril. E como sempre, moveram-nos a vontade e paixão de partilhar histórias e a rica tradição da narrativa oral.
O objectivo do Festival é reunir diversos contadores que com diferentes formas de contar, enriqueçam as comemorações do 25 de Abril e ofereçam à população algarvia uma actividade cultural diversificada onde a “liberdade” pode ser analisada sobre um prisma diferente: o da “palavra”, relacionando sempre os contos e a narração oral com outras áreas e artes insistindo sempre no seu papel como forte instrumento de Educação em Valores (de cidadania, de respeito pela diferença e interculturalidade, de preservação do meio ambiente, do fomentar do espírito crítico em relação ao mundo que nos rodeia, entre outros).
Mais do que uma comemoração de um acontecimento passado, procurámos contadores que, através do seu repertório nos façam reflectir sobre o significado do que é a “Liberdade” hoje, mais de três décadas após a revolução de Abril. Por este motivo, no âmbito do festival vamos ter uma conversa com a participação de Iva Delgado (Presidente da Fundação Humberto Delgado) à volta dos temas Liberdade, Memória e Juventude.
É com muito prazer que pela primeira vez (foram precisos 6 edições!) o Festival conta com uma maioria de contadores algarvios ou aqui residentes. O trabalho realizado ao longo dos últimos anos, pelas associações culturais (nas quais se destacam a ARCA e as Ideias do Levante), pelas Bibliotecas Municipais e, obviamente, pelos próprios contadores, permite que hoje estes se possam apresentar com um nível de qualidade que não fica nada a dever ao resto do país, quer na componente performativa, quer na componente pedagógica…
O Festival é constituído por várias sessões de contos, em vários locais de Faro, São Brás do Alportel, Olhão e Tavira, para um público alargado. Estas sessões serão realizadas por contadores portugueses e espanhóis e pretende alcançar vários tipos de público: por um lado, um público infantil através de sessões para escolas; por outro lado, para um público familiar, através de sessões aos fins-de-semana; e ainda, para um público jovem e universitário através de sessões em bares e associações. Conforme cada contexto serão contados contos para crianças e/ou para adultos, tradicionais ou contos de autor.
Ao longo destas 6 edições temos procurado aumentar o número de parceiros neste projecto: às já habituais Bibliotecas Municipais de Faro e São Brás, Sociedade Recreativa Artística Farense, Bar Maktostas e Tradballs, juntam-se este ano a Ecoteca de Olhão e a Biblioteca Municipal de Tavira, além da Biblioteca Escolar do Agrupamento Horizontal de São Luis (EB1 do Bom João e de São Luís)e da Junta de Freguesia de Pechão.
Apoiam esta iniciativa a CM Faro, a CM São Brás do Alportel, a CM Tavira; CM de Olhão; o Ministério da Cultura, o Instituto Português da Juventude, além da CNA – Central de Notícias do Algarve e a RUA Rádio Universitária do Algarve.
Sábado 12 de Abril
________________________________
17h “Liberdade” - Oficina de Microcontos para Pais e Filhos
com Luís Ene
Para pais e filhos (max. 14 inscrições)
Junta de Freguesia de Pechão
Olhão
Quarta -Feira 16 de Abril
_______________________________________
11h “O Galo Inácio” Francisco Brazão (Algarve)
Conto musical para crianças
Biblioteca Municipal de São Brás do Alportel
São Brás do Alportel
16h “O Galo Inácio” Francisco Brazão (Algarve)
Conto musical para crianças
Ecoteca de Olhão- Chalé João Lúcio
Olhão
Quinta-Feira 17 de Abril
_______________________________________
10h30 Inês Mestrinho (Algarve)
Sessão de contos para crianças
Junta de Freguesia de Pechão
Olhão
Sexta-Feira 18 de Abril
_____________________________
11h Piratas de Alejandria (Sevilha)
Sessão de contos para jovens
Biblioteca Municipal de São Brás do Alportel
São Brás do Alportel
16h Adelaide Fonseca (Algarve)
Sessão de contos para crianças
Ecoteca de Olhão- Chalé João Lúcio
Olhão
Sábado 19 de Abril
________________________________
16h “Liberdade” - Oficina de Microcontos para Pais e Filhos
com Luís Ene
Para pais e filhos (max. 14 inscrições)
Biblioteca Municipal de São Brás do Alportel
São Brás do Alportel
16h Piratas de Alejandria (Sevilha)
Sessão de contos para todos
Ecoteca de Olhão- Chalé João Lúcio
Olhão
21h30 Conversa “Liberdade, Memória e Juventude” com a presença de Iva Delgado (Fund. Humberto Delgado)
Biblioteca Municipal Faro
Faro
Segunda -Feira 21 de Abril
_______________________________________
11h Inês Mestrinho (Algarve)
Sessão de contos para crianças
EB1 São Luis
Faro
Quarta -Feira 23 de Abril
_______________________________________
10h Adelaide Fonseca (Algarve)
Sessão de contos para crianças
Biblioteca Municipal Faro
Faro
11h “O Galo Inácio” Francisco Brazão (Algarve)
Conto musical para crianças
EB1 Bom João
Faro
16h “Liberdade” - Oficina de Microcontos para Pais e Filhos com Luís N
Para pais e filhos (max. 14 inscrições)
Biblioteca Municipal de Tavira
Tavira
21h30 Inauguração da exposição “Livros do Mundo” com Roda de Contos
Com Piratas de Alejandria, Inês Mestrinho, Adelaide Fonseca e Margarida Telmo
Biblioteca Municipal Faro
Faro
Sexta-Feira 25 de Abril
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A partir da 12h Tenda dos Contos
À hora certa (12h, 15h, 16h, 17h) várias sessões de contos para todos
Jardim Manuel Bivar
Faro
22h30 Kiko Bútron (Cádiz) + Concerto Baile com Mosca Tosca (Portugal)
Sessão de contos para adultos, seguida de oficina de danças e concerto.
Sociedade Recreativa Artística Farense
Faro
Sábado 26 de Abril
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16h Cristina Taquelim (Beja)
Sessão de contos para a família
Biblioteca Municipal de Faro
Faro
22h30 Cristina Taquelim (Beja)
Sessão de contos para adultos
Bar Maktostas
Faro
Segunda-Feira 28 de Abril
________________________________
10h30 Helena Tapadinhas (Algarve)
Sessão de contos para crianças
Junta de Freguesia de Pechão
Olhão
Quarta-Feira 30 de Abril
________________________________
16h “Conto com os mais velhos” com Helena Tapadinhas
Sessões de contos, lendas e romances algarvios associados a tradições e aos calendários religiosos e festivos locais, orientadas para promover a participação do público.
Biblioteca Municipal de Tavira
Tavira
O objectivo do Festival é reunir diversos contadores que com diferentes formas de contar, enriqueçam as comemorações do 25 de Abril e ofereçam à população algarvia uma actividade cultural diversificada onde a “liberdade” pode ser analisada sobre um prisma diferente: o da “palavra”, relacionando sempre os contos e a narração oral com outras áreas e artes insistindo sempre no seu papel como forte instrumento de Educação em Valores (de cidadania, de respeito pela diferença e interculturalidade, de preservação do meio ambiente, do fomentar do espírito crítico em relação ao mundo que nos rodeia, entre outros).
Mais do que uma comemoração de um acontecimento passado, procurámos contadores que, através do seu repertório nos façam reflectir sobre o significado do que é a “Liberdade” hoje, mais de três décadas após a revolução de Abril. Por este motivo, no âmbito do festival vamos ter uma conversa com a participação de Iva Delgado (Presidente da Fundação Humberto Delgado) à volta dos temas Liberdade, Memória e Juventude.
É com muito prazer que pela primeira vez (foram precisos 6 edições!) o Festival conta com uma maioria de contadores algarvios ou aqui residentes. O trabalho realizado ao longo dos últimos anos, pelas associações culturais (nas quais se destacam a ARCA e as Ideias do Levante), pelas Bibliotecas Municipais e, obviamente, pelos próprios contadores, permite que hoje estes se possam apresentar com um nível de qualidade que não fica nada a dever ao resto do país, quer na componente performativa, quer na componente pedagógica…
O Festival é constituído por várias sessões de contos, em vários locais de Faro, São Brás do Alportel, Olhão e Tavira, para um público alargado. Estas sessões serão realizadas por contadores portugueses e espanhóis e pretende alcançar vários tipos de público: por um lado, um público infantil através de sessões para escolas; por outro lado, para um público familiar, através de sessões aos fins-de-semana; e ainda, para um público jovem e universitário através de sessões em bares e associações. Conforme cada contexto serão contados contos para crianças e/ou para adultos, tradicionais ou contos de autor.
Ao longo destas 6 edições temos procurado aumentar o número de parceiros neste projecto: às já habituais Bibliotecas Municipais de Faro e São Brás, Sociedade Recreativa Artística Farense, Bar Maktostas e Tradballs, juntam-se este ano a Ecoteca de Olhão e a Biblioteca Municipal de Tavira, além da Biblioteca Escolar do Agrupamento Horizontal de São Luis (EB1 do Bom João e de São Luís)e da Junta de Freguesia de Pechão.
Apoiam esta iniciativa a CM Faro, a CM São Brás do Alportel, a CM Tavira; CM de Olhão; o Ministério da Cultura, o Instituto Português da Juventude, além da CNA – Central de Notícias do Algarve e a RUA Rádio Universitária do Algarve.
Sábado 12 de Abril
________________________________
17h “Liberdade” - Oficina de Microcontos para Pais e Filhos
com Luís Ene
Para pais e filhos (max. 14 inscrições)
Junta de Freguesia de Pechão
Olhão
Quarta -Feira 16 de Abril
_______________________________________
11h “O Galo Inácio” Francisco Brazão (Algarve)
Conto musical para crianças
Biblioteca Municipal de São Brás do Alportel
São Brás do Alportel
16h “O Galo Inácio” Francisco Brazão (Algarve)
Conto musical para crianças
Ecoteca de Olhão- Chalé João Lúcio
Olhão
Quinta-Feira 17 de Abril
_______________________________________
10h30 Inês Mestrinho (Algarve)
Sessão de contos para crianças
Junta de Freguesia de Pechão
Olhão
Sexta-Feira 18 de Abril
_____________________________
11h Piratas de Alejandria (Sevilha)
Sessão de contos para jovens
Biblioteca Municipal de São Brás do Alportel
São Brás do Alportel
16h Adelaide Fonseca (Algarve)
Sessão de contos para crianças
Ecoteca de Olhão- Chalé João Lúcio
Olhão
Sábado 19 de Abril
________________________________
16h “Liberdade” - Oficina de Microcontos para Pais e Filhos
com Luís Ene
Para pais e filhos (max. 14 inscrições)
Biblioteca Municipal de São Brás do Alportel
São Brás do Alportel
16h Piratas de Alejandria (Sevilha)
Sessão de contos para todos
Ecoteca de Olhão- Chalé João Lúcio
Olhão
21h30 Conversa “Liberdade, Memória e Juventude” com a presença de Iva Delgado (Fund. Humberto Delgado)
Biblioteca Municipal Faro
Faro
Segunda -Feira 21 de Abril
_______________________________________
11h Inês Mestrinho (Algarve)
Sessão de contos para crianças
EB1 São Luis
Faro
Quarta -Feira 23 de Abril
_______________________________________
10h Adelaide Fonseca (Algarve)
Sessão de contos para crianças
Biblioteca Municipal Faro
Faro
11h “O Galo Inácio” Francisco Brazão (Algarve)
Conto musical para crianças
EB1 Bom João
Faro
16h “Liberdade” - Oficina de Microcontos para Pais e Filhos com Luís N
Para pais e filhos (max. 14 inscrições)
Biblioteca Municipal de Tavira
Tavira
21h30 Inauguração da exposição “Livros do Mundo” com Roda de Contos
Com Piratas de Alejandria, Inês Mestrinho, Adelaide Fonseca e Margarida Telmo
Biblioteca Municipal Faro
Faro
Sexta-Feira 25 de Abril
________________________________
A partir da 12h Tenda dos Contos
À hora certa (12h, 15h, 16h, 17h) várias sessões de contos para todos
Jardim Manuel Bivar
Faro
22h30 Kiko Bútron (Cádiz) + Concerto Baile com Mosca Tosca (Portugal)
Sessão de contos para adultos, seguida de oficina de danças e concerto.
Sociedade Recreativa Artística Farense
Faro
Sábado 26 de Abril
________________________________
16h Cristina Taquelim (Beja)
Sessão de contos para a família
Biblioteca Municipal de Faro
Faro
22h30 Cristina Taquelim (Beja)
Sessão de contos para adultos
Bar Maktostas
Faro
Segunda-Feira 28 de Abril
________________________________
10h30 Helena Tapadinhas (Algarve)
Sessão de contos para crianças
Junta de Freguesia de Pechão
Olhão
Quarta-Feira 30 de Abril
________________________________
16h “Conto com os mais velhos” com Helena Tapadinhas
Sessões de contos, lendas e romances algarvios associados a tradições e aos calendários religiosos e festivos locais, orientadas para promover a participação do público.
Biblioteca Municipal de Tavira
Tavira
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domingo, abril 06, 2008
Contos de Liberdade 2008
Já na sua VI edição, o Festival de Narração Oral “Contos de Liberdade” 2008 foi planeado, como sempre, para ser parte das comemorações do aniversário do 25 de Abril. Começámos a primeira edição com uma história:
Era uma vez uma cidade ao Sul que pelo menos uma vez por ano festejava a Liberdade. No ano de 2003 decidiu organizar um grandioso Festival de Contos. Tudo seria organizado ao mínimo pormenor: viriam os melhores contadores e contadoras; seria anunciado nas televisões, nas rádios e nos jornais; não faltariam Ministros da Nação e Chefes de Estado estrangeiros; prémios Nobel e cantores pop; futebolistas e estrelas de cinema (parece que até que a própria Lili Caneças telefonou a confirmar a sua vinda...)
Seria um evento para ficar na memória da cidade por décadas e décadas....
Era uma vez Ezequiel, que ouvindo falar de que determinada cidade (da qual a única referência que tinha era que era ao Sul) iria com toda a pompa e circunstância organizar um Festival de Contos para comemorar a Liberdade, decidiu fazer-se a caminho e saber que liberdade era essa que se comemorava uma vez por ano. Não era a Liberdade um valor para ser comemorado todos os dias? Não deveria a liberdade ser vivida no dia a dia, ser como o ar que se respira, que entra e sai do nosso corpo, naturalmente, e a qual só sabemos que existe ( e que só deveremos saber que existe) quando se torna rarefeita?
Ezequiel era trolha...era um trolha com um trabalho importante...Construir uma Torre que chegasse ao céu! Construir a mítica Torre de Babel!!! Digo era, pois foi despedido por uma empresa avarenta que a troco de uns subsídios tinha aceite deslocalizar a sua empresa para a Malásia onde podia pagar salários mais baixos (quem prefere acreditar na outra versão da Torre de Babel, veja os jornais e procure as notícias sobre esta empresa, verá que não é difícil de encontrar, e se mesmo assim não acreditar vá às enciclopédias ver onde estão as torres mais altas do mundo...) Desde essa altura, sem subsídio de desemprego, Ezequiel tinha-se tornado um viajante, um andarilho do mundo, com o único objectivo de questionar as verdades emperradas pela indolência do espírito, de incitar o livre pensamento e o espírito crítico pois essa é, para ele, a verdadeira Liberdade: a Liberdade para criar um mundo novo de relações onde progresso, cooperação, solidariedade, cultura universal, democracia e pluralismo sejam palavras e ideias conjugadas todos os dias.
Esta é a filosofia do "Contos de Liberdade". Entendemos que as comemorações do 25 de Abril não se devem limitar à comemoração anual de um acontecimento histórico, que cada vez mais (felizmente) diz menos às novas gerações. Os capitães de Abril não são uns objectos que se retiram do armário uma vez por ano e pomos a desfilar na Avenida. Devemos mais do que isso à nossa Memória e a estes heróis. Mais do que comemorar o 25 de Abril, queremos comemorar a Liberdade. Comemorar a Liberdade, hoje, no Portugal do século XXI, num Portugal Europeu, inserido num mundo global e cada vez mais intercultural. Queremos comemorar a Liberdade conhecendo “o que andámos para aqui chegar” mas com os olhos postos no futuro. E que melhor metáfora para o que queremos fazer do que (re)inventando uma forma de comunicação milenar e adaptando-a aos tempos contemporâneos, tentando nunca despi-la da sua identidade?
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terça-feira, abril 01, 2008
Festival Contos de Liberdade não foi anulado!!
Hoje (dia 1 de Abril, dia das aldrabices) é quase amanhã por isso aqui vai:
Festival Contos de Liberdade não foi anulado!!
É com muito prazer que a ARCA-Associação Recreativa e Cultural do Algarve tem de anunciar a não anulação do Contos de Liberdade deste ano!
Obrigado a todos os que nos contactaram expressando a sua solidariedade (apesar de não ser merecida neste caso), mas não seria necessária uma situação destas para sabermos que existem em fortes laços de cumplicidades entre as várias associações e movimentos culturais farenses.
Esperamos não os ter deixados muito tristes (só um bocadinho...) e que nos falem da próxima vez que nos virmos (para o ano vingam-se...).
Têm a caixa dos comentários à disposição para nos xingarem...
Os Contos seguem dentro de momentos
P.S.C.(Post Scriputm Corrosivum) Porque será que (quase) toda a gente acreditou?
A Direcção da ARCA
Festival Contos de Liberdade não foi anulado!!
É com muito prazer que a ARCA-Associação Recreativa e Cultural do Algarve tem de anunciar a não anulação do Contos de Liberdade deste ano!
Obrigado a todos os que nos contactaram expressando a sua solidariedade (apesar de não ser merecida neste caso), mas não seria necessária uma situação destas para sabermos que existem em fortes laços de cumplicidades entre as várias associações e movimentos culturais farenses.
Esperamos não os ter deixados muito tristes (só um bocadinho...) e que nos falem da próxima vez que nos virmos (para o ano vingam-se...).
Têm a caixa dos comentários à disposição para nos xingarem...
Os Contos seguem dentro de momentos
P.S.C.(Post Scriputm Corrosivum) Porque será que (quase) toda a gente acreditou?
A Direcção da ARCA
Contos de Liberdade anulado!

É com muito pesar que a ARCA tem de anunciar a anulação do Contos de Liberdade deste ano!
Devido a inultrapassáveis dificuldades financeiras, tomámos a decisão de suspender o projecto até que melhores dias venham.
O facto de o Ministério da Cultura ainda não ter aberto este ano as candidaturas para os apoios às associações culturais do Algarve, da Câmara Municipal de Faro nem sequer ter atribuído o apoio anual do ano passados (e este ano já nos ter sido dito que seria muito difícil) e de o próprio Instituto Português da Juventude não ter garantido nos últimos anos os apoios ao associativismo em tempos útil,acrescido do facto de a sede da ARCA ter sido assaltada 4 vezes nas ultimas 2 semanas (não tendo sido roubado nada de valor, apenas forçadas as entradas e, da primeira vez, ter sido levado o fundo de caixa -alguns euros-), além de a ARCA ser uma instituição sem fins lucrativos, em que todos os membros participam de uma forma voluntária e no seu tempo livre, levam a que consideremos que não existam as condições anímicas para que se realize este ano o Festival.
No entanto temos a noção de dever cumprido:
O objectivo foi reunir diversos contadores que com diferentes formas de contar, enriquecessem as comemorações do 25 de Abril, relacionando sempre os contos e a narração oral com outras áreas e artes insistindo sempre no seu papel como forte instrumento de Educação em Valores (de cidadania, de respeito pela diferença e interculturalidade, de preservação do meio ambiente, do fomentar do espírito crítico em relação ao mundo que nos rodeia, entre outros).
Ao longo destes anos contribuimos para o reavivar a tradição de contar e escutar e fomentámos espaços de formação, quer para contadores, quer para ouvintes, planeando actividades de uma forma continuada e estruturada, dando particular atenção às escolas e bibliotecas
Levámos os contos a outros públicos e outros lugares privilegiando sessões de contos em diversos lugares de interesse patrimonial ou ambiental (levando as pessoas aos contos) e em espaços de lazer já utilizados pelas pessoas (levando os contos às pessoas) e promovendo a leitura de contos de cariz popular e de autor.
Desde a primeira hora contámos com a ajuda dos “Piratas de Alejandria” nossos parceiros e companheiros em todas as horas...
A todos os que connosco participaram neste Festival, o nosso obrigado!
A Direcção da ARCA
quinta-feira, março 27, 2008
Móss o nosse Rui tá nos jornais (e não é porque foi prese...)
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moces da arca
terça-feira, março 25, 2008
segunda-feira, março 24, 2008
Teatro do Oprimido em Faro (e arredores)
Excertos de um mail enviado para a ARCA:
"Venho por este meio convidar-vos a todos para mais uma oficina de Teatro do Oprimido em Faro dada pela Laura que pertence ao GTO de Coimbra.
(Teatro do Oprimido) é um teatro de intervenção social e interactivo.
Os ATOA, são os Animadores de Teatro do Oprimido do Algarve, filhos da Arca que gostam provocar os opressores que por aqui andam!!
A Oficina será no dia 1 e 2 de Abril., 3ª e 4ªf. Das 18h ás 23h, na ESE.
Taxa de participaçao é 5euros que reverte a favor do ISU.
Se por preguicite aguda não puderem participar na oficina, apareçam no Maktostas na 4ªfeira às 22h30 para assistirem à peça!
Ps. E se por acaso estiverem em olhao no domingo dia 30 apareçam na Sociedade Recreativa Olhanense para uma mini-oficina de TO entre as 10h e as 18h.
Ps. No Sábado às 17h30 sintonizem a ruafm, 102.7 vamos lá estar....
Organização:
ATOA ,
NAIPFP,. Núcleo Paulo Freire do Algarve ESE"
"Venho por este meio convidar-vos a todos para mais uma oficina de Teatro do Oprimido em Faro dada pela Laura que pertence ao GTO de Coimbra.
(Teatro do Oprimido) é um teatro de intervenção social e interactivo.
Os ATOA, são os Animadores de Teatro do Oprimido do Algarve, filhos da Arca que gostam provocar os opressores que por aqui andam!!
A Oficina será no dia 1 e 2 de Abril., 3ª e 4ªf. Das 18h ás 23h, na ESE.
Taxa de participaçao é 5euros que reverte a favor do ISU.
Se por preguicite aguda não puderem participar na oficina, apareçam no Maktostas na 4ªfeira às 22h30 para assistirem à peça!
Ps. E se por acaso estiverem em olhao no domingo dia 30 apareçam na Sociedade Recreativa Olhanense para uma mini-oficina de TO entre as 10h e as 18h.
Ps. No Sábado às 17h30 sintonizem a ruafm, 102.7 vamos lá estar....
Organização:
ATOA ,
NAIPFP,. Núcleo Paulo Freire do Algarve ESE"
quinta-feira, março 06, 2008
Serviço Voluntário Europeu em Israel
Procuram-se voluntários para Israel
CALL for VOLUNTEERS
EQUAL IN DIGNITY AND RIGHTS
EVS ISRAEL 2008
Dear friends, volunteers, YAP branches, and partners,
We are happy to send you the call for volunteers for the next EVS project in Israel 2008!
The whole project will gather 13 European volunteers in 12 different hosting organizations in Israel; the projects will start by beginning of May 2008 for a duration of 6 months (exact dates to be confirmed).
The pre-departure training will take place in Brussels around the beginning of May 2008 (dates to be finalized as soon as the team is selected). The project is an EVS project under the YOUTH programme "Youth in Action", meaning that ONLY EU countries are entitled to send volunteers.
For more information about the YOUTH Programme you can check:
http://ec.europa.eu/youth/youth-in-action-programme/doc443_en.htm
The application must be completed by the volunteer himself/herself, BUT part 10 must be completed by the sending organization. In addition to the application, the volunteer has to send his/her CV and a one page motivation letter including the volunteer's expectations towards the specific projects they selected, the overall experience, and their input to the project)
The deadline for the YAP International Secretariat (ltv@yap.org) to receive applications is Sunday 6th of April 2008 by 18h00 at the latest! The selection results will be will get an answer by 24th of JULY 2006 on the selection.
Please send applications, motivation letter, and CV ONLY by e-mail.
So.... you have about one month from now to think about it. We are looking forward to receiving your applications and GOOD LUCK!
Should you have further questions, do not hesitate to contact us!
Have a nice day,
Maram Anbar
International Project Coordinator
Youth Action for Peace
ltv@yap.org
Mais informações através de geral@arca-algarve.org
CALL for VOLUNTEERS
EQUAL IN DIGNITY AND RIGHTS
EVS ISRAEL 2008
Dear friends, volunteers, YAP branches, and partners,
We are happy to send you the call for volunteers for the next EVS project in Israel 2008!
The whole project will gather 13 European volunteers in 12 different hosting organizations in Israel; the projects will start by beginning of May 2008 for a duration of 6 months (exact dates to be confirmed).
The pre-departure training will take place in Brussels around the beginning of May 2008 (dates to be finalized as soon as the team is selected). The project is an EVS project under the YOUTH programme "Youth in Action", meaning that ONLY EU countries are entitled to send volunteers.
For more information about the YOUTH Programme you can check:
http://ec.europa.eu/youth/youth-in-action-programme/doc443_en.htm
The application must be completed by the volunteer himself/herself, BUT part 10 must be completed by the sending organization. In addition to the application, the volunteer has to send his/her CV and a one page motivation letter including the volunteer's expectations towards the specific projects they selected, the overall experience, and their input to the project)
The deadline for the YAP International Secretariat (ltv@yap.org) to receive applications is Sunday 6th of April 2008 by 18h00 at the latest! The selection results will be will get an answer by 24th of JULY 2006 on the selection.
Please send applications, motivation letter, and CV ONLY by e-mail.
So.... you have about one month from now to think about it. We are looking forward to receiving your applications and GOOD LUCK!
Should you have further questions, do not hesitate to contact us!
Have a nice day,
Maram Anbar
International Project Coordinator
Youth Action for Peace
ltv@yap.org
Mais informações através de geral@arca-algarve.org
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domingo, março 02, 2008
Maré de Contos em Tavira
Aos poucos, os contadores de histórias vão ganhando o seu espaço no Algarve...
Notícia do Observatório do Algarve
A Biblioteca Álvaro de Campos, a Associação Âncora e a Associação Rock da Baixa Mar promovem diversos eventos à volta do conto, da narração, da arte de contar, de 4 a 7 de Março.
Os objectivos do programa “Maré de contos” passam por divulgar novas possibilidades na relação de prazer com a leitura, com as histórias, o contar e ouvir, os princípios pedagógicos associados a estas práticas, bem como lançar um trabalho de recolha do património oral do concelho/região.
Nos dias 4 e 5 de Março, José Fanha apresenta contos infantis aos alunos do 1º, 2º e 3º ciclo, às 10h00 e 14h00, na Biblioteca Álvaro de Campos.
As crianças do pré-escolar vão até à Biblioteca Álvaro de Campos assistir a teatro de fatoches, pela Associação Âncora, nos dias 6 e 7, às 14h30.
Nos mesmos dias, mas entre as 15h00 e as 19h00, a Biblioteca abre as portas à Feira do Livro Infantil.
Também nos dias 6 e 7, o espaço da Biblioteca recebe oficinas de contos e expressão plástica a partir dos álbuns ilustrados, com a primeira sessão às 9h30 (dos 6 aos 7 anos) e a segunda sessão às 11h00 (dos 8 aos 9 anos).
Ateliers formativos sobre a importância da imagem do álbum ilustrado, na formação pré-artística em crianças vão decorrer no dia 6 na Associação Âncora, em Santa Luzia, às 17h00, e no dia 7 na Biblioteca Álvaro de Campos, à mesma hora. A formação destina-se a encarregados de educação, professores e técnicos de biblioteca
Miguel Horta dinamiza o jogo “Recolectores de Palavras”. Trata-se de um jogo de interacção com a escrita percorrendo a cidade, com participantes dos 8 aos 80 anos e que se vai desenvolver na Praça da República, em Tavira, às 16h00, dia 7 de Março.
A terminar o programa, Serafim, Ângelo Torres, Miguel Horta e Inês Mestrinho vão fazer todo a gente andar “À Volta das Histórias”, na Biblioteca Álvaro de Campos, dia 7, às 21h30.
Todos os eventos são de acesso gratuito com inscrição prévia.
sábado, março 01, 2008
Encontro Palavra Ibérica

É já a terceira edição do Encontro Palavra Ibérica, desta vez em Punta Umbria.
O Encontro Palavra Ibérica pretende ser uma ponte intercultural entre países de expressão ibérica e um ponto de encontro de pessoas e de culturas. Encontra-se inserido no projecto com o mesmo nome do qual faz parte ainda uma colecção de livros bilingues de poesia e um prémio internacional de poesia (ambos com o nome Palavra Ibérica).
Neste encontro privilegia-se o contacto e o convívio entre os escritores das várias nacionalidades e entre estes e o público. Procura-se a divulgação das línguas e das literaturas de expressão ibérica, assim como a dos autores, obras e projectos que sempre se encontram e se criam nestes dias.
O ano passado o encontro decorreu em Portugal, em Vila Real de Santo António, organizado pelo Sulscrito e pela Câmara Municipal da cidade, como sempre em parceria com as entidades abaixo referidas.
Os parceiros do Palavra Ibérica:
Ayuntamiento de Punta Umbria
Câmara Municipal de Vila Real de Santo António
Casa da Cultura de Punta Umbria
Sulscrito - Círculo Literário do Algarve
Editora Livrododia
Mais informações:
email: sulscrito@yahoo.com
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Literatura
terça-feira, fevereiro 26, 2008

AL-MaSRAH Teatro organiza
TEATRO NO INVERNO 2008
Última Semana – 28 Fevereiro a 2 Março
Espaço da Corredoura – Tavira
Na 4ª (e última) Semana aquecemos o Inverno em Tavira com…
Quinta | 28 | Espectáculo Dança Inclusiva SE7E LUAS Trilogia da (In)Diferença | 15h00
Sexta | 29 | Espectáculo Teatro das Beiras Moliére | 21h30
Sábado | 01 | Filme Uma Noite na Ópera, Irmãos Marx | 16h30
Espectáculo Teatro das Beiras Moliére | 21h30
Domingo | 02 | Apresentação da Oficina de Formação | 16h00
Conversa com AL-MaSRAH Teatro, A Companhia e os Teatros no Inverno |17h00
Informações e Reservas
96 777 8972 | 96 777 9122 | alteatro.c@gmail.com
Toda a programação em http://www.alteatro.org/
Noticia no Observatório do Algarve
domingo, fevereiro 24, 2008
A Gente Sã do Campo
Uma co-produção Te-Atrito e "A Gaveta"...
Senhoras e senhores:
O Te-atrito (Faro) e A Gaveta (Portimão)
Têm o prazer de vos convidar a assistir ao seguinte espectáculo.

Em cena no C.A.P.A. (Centro de Artes Performativas do Algarve – Em Faro, Junto à Metalo-Farense/Escola EB1 do Carmo).
Nos dias 29 de Fevereiro (Sex.) pelas 21:30, 1 de Março (Sáb.) pelas 21:30 e dia 2 de Março (Dom.) pelas 16h.
Senhoras e senhores:
O Te-atrito (Faro) e A Gaveta (Portimão)
Têm o prazer de vos convidar a assistir ao seguinte espectáculo.

Em cena no C.A.P.A. (Centro de Artes Performativas do Algarve – Em Faro, Junto à Metalo-Farense/Escola EB1 do Carmo).
Nos dias 29 de Fevereiro (Sex.) pelas 21:30, 1 de Março (Sáb.) pelas 21:30 e dia 2 de Março (Dom.) pelas 16h.
terça-feira, fevereiro 12, 2008
Komboyo 2008
Mais um ano de Komboyo!
Depois de 3 anos de paragem, o Komboyo voltou a sair...Com a participação da ARCA (e dos Reticências) da Associação de Músicos, da Filarmónica, da Associação Satori, do Grupo de Malabares e de Fogo da Universidade do Algarve, do Grupo de Danças Orientais, dos activistas do Porta 65 Fechada e de muitos outros que se juntaram anonimamente (uns mais anónimos do que outros), conseguiu-se fazer a festa (com uma preparação record de 5 semanas).
Agradecemos a todos os que participaram, ajudaram a divulgar e em especial à PSP de Faro que tudo fez para que Komboyo seguisse nos trilhos.
Caso tenham algumas fotografias que queiram partilhar enviem-nas parea o nosso mail (geral@arca-algarve.org) que nós publicamos...
domingo, fevereiro 10, 2008
Al-DRIÇA na rede
Os AL-DRIÇA são um grupo de música mediterrânea com dança oriental criado aqui em FARO há 3 anos.
Agora têm este vídeo promocional na internet:
Este vídeo foi realizado pelo Rui Afonso (belas horinhas a editar isto não?) um dos nossos membros da ARCA mais antigos (ainda no dia 9 esteve a animar o Komboyo)
Os AL-DRIÇA têm um espectáculo (a não perder) organizado por eles no GRANDE AUDITÓRIO DE GAMBELAS, dia 15 de Março. Apareçam!
COMPOSIÇÃO DO GRUPO:
Chico - Baixo
Carlos Mendonça - Flauta Transversal
Dawn Woodhurst - Clarinete, Clarinete Baixo e Flauta Transversal
Denise de Carvalho - Bailarina de Dança Oriental
Rui Afonso - Percussão
Tiago Rêgo - Percussão
Zé Alegre - Guitarra Portuguesa (ou Cítara Lusitânica)
Agora têm este vídeo promocional na internet:
Este vídeo foi realizado pelo Rui Afonso (belas horinhas a editar isto não?) um dos nossos membros da ARCA mais antigos (ainda no dia 9 esteve a animar o Komboyo)
Os AL-DRIÇA têm um espectáculo (a não perder) organizado por eles no GRANDE AUDITÓRIO DE GAMBELAS, dia 15 de Março. Apareçam!
COMPOSIÇÃO DO GRUPO:
Chico - Baixo
Carlos Mendonça - Flauta Transversal
Dawn Woodhurst - Clarinete, Clarinete Baixo e Flauta Transversal
Denise de Carvalho - Bailarina de Dança Oriental
Rui Afonso - Percussão
Tiago Rêgo - Percussão
Zé Alegre - Guitarra Portuguesa (ou Cítara Lusitânica)
sexta-feira, fevereiro 08, 2008
Porta 65 Fechada
Que as coisas estão complicadas para os jovens já sabemos (como aliás estão complicadas para todos). Que haja alguém que não se resigna é sempre de louvar...Recebemos há uns dia o e-mail que a seguir se transcreve...
O Movimento Porta 65 Fechada constituiu-se recentemente, congregando cidadãos de todo o país afectados ou preocupados com o novo programa de apoio ao arrendamento jovem
- Porta 65 Jovem. Este movimento apartidário reclama a alteração profunda das
condições de acesso a este apoio, agora apreensivamente restritivas e não
inclusivas.
Consideramos que este problema não afecta apenas os jovens arrendatários, mas toda a
sociedade em geral, no sentido em que adia a emancipação dos jovens que são a força
produtiva de hoje e de amanhã, hipotecando o futuro do país.
Em resposta às condições inaceitáveis deste programa o movimento Porta 65 Fechada decidiu promover uma segunda acção nacional de contestação, que acontecerá no
fim-de-semana de 9 e 10 de Fevereiro. A acção culminará no Domingo, dia 10,
com concentrações simultâneas e inovadoras em Aveiro, Coimbra, Faro, Lisboa e
Porto prevendo-se que outras cidades se juntem ao protesto. No dia 9
realizar-se-ão iniciativas que contam com tertúlias, preparação de materiais para a acção de dia 10, e música.
É no âmbito da informação e divulgação, mas principalmente da mobilização e participação activa, que procuramos aqui estabelecer parceria com o maior número possível de associações e movimentos.
Apesar de ser uma iniciativa que visa um programa concreto, consideramos que num plano mais abrangente se refere a toda a situação de precariedade em que os jovens
vivem, quer seja pelo acesso à habitação (arrendada ou própria), quer pelas
condições de trabalho – vencimentos baixos, recibos verdes, horários desumanos, dificuldade de acesso ao mercado de trabalho.
Este poderá ser um primeiro passo numa série de acções de contestação concertadas que permitam melhorar as condições de vida dos jovens, e de todos nós. Esperamos poder contar com o vosso apoio e participação activa.
Obrigada
Sónia Ribeiro
http://porta65.blogspot.com/
Entretanto, mais informação aqui
O Movimento Porta 65 Fechada constituiu-se recentemente, congregando cidadãos de todo o país afectados ou preocupados com o novo programa de apoio ao arrendamento jovem
- Porta 65 Jovem. Este movimento apartidário reclama a alteração profunda das
condições de acesso a este apoio, agora apreensivamente restritivas e não
inclusivas.
Consideramos que este problema não afecta apenas os jovens arrendatários, mas toda a
sociedade em geral, no sentido em que adia a emancipação dos jovens que são a força
produtiva de hoje e de amanhã, hipotecando o futuro do país.
Em resposta às condições inaceitáveis deste programa o movimento Porta 65 Fechada decidiu promover uma segunda acção nacional de contestação, que acontecerá no
fim-de-semana de 9 e 10 de Fevereiro. A acção culminará no Domingo, dia 10,
com concentrações simultâneas e inovadoras em Aveiro, Coimbra, Faro, Lisboa e
Porto prevendo-se que outras cidades se juntem ao protesto. No dia 9
realizar-se-ão iniciativas que contam com tertúlias, preparação de materiais para a acção de dia 10, e música.
É no âmbito da informação e divulgação, mas principalmente da mobilização e participação activa, que procuramos aqui estabelecer parceria com o maior número possível de associações e movimentos.
Apesar de ser uma iniciativa que visa um programa concreto, consideramos que num plano mais abrangente se refere a toda a situação de precariedade em que os jovens
vivem, quer seja pelo acesso à habitação (arrendada ou própria), quer pelas
condições de trabalho – vencimentos baixos, recibos verdes, horários desumanos, dificuldade de acesso ao mercado de trabalho.
Este poderá ser um primeiro passo numa série de acções de contestação concertadas que permitam melhorar as condições de vida dos jovens, e de todos nós. Esperamos poder contar com o vosso apoio e participação activa.
Obrigada
Sónia Ribeiro
http://porta65.blogspot.com/
Entretanto, mais informação aqui
Marcadores:
Política
quarta-feira, fevereiro 06, 2008
O Komboyo dos Lokos volta a sair à rua no próximo dia 9 de Fevereiro!!!

Depois de uma pausa de três anos, o Komboyo dos Lokos voltará a sair às ruas de Faro, para a sua 8º edição, no próximo sábado, dia 9 de Fevereiro!
O Komboyo é um desfile criativo que pretende fundir um variado número de vertentes artístico-culturais (malabares, música, percussão, dança, teatro e muito mais) numa acção urbana volante, dinamizando espaços públicos tendo como base a criatividade, o trabalho em grupo e a viabilidade das ideias dos jovens.
Organizado pela Associação Recreativa e Cultural de Músicos de Faro, Associação Filarmónica de Faro e ARCA - Ass. Recreat. e Cultural do Algarve - em parceria com a RUA - Rádio Universitária do Algarve -, o Komboyo deste ano surge a partir de uma plataforma constituída por várias associações e alguns grupos locais que procura promover a cooperação e a solidariedade entre instituições no sentido de contribuir para o desenvolvimento cultural da cidade.
Este ano, o Komboyo, terá como tema “Geração Espontânea” deixando-se ao critério dos intervenientes as performances a desenvolver, dando desta forma um sentido de liberdade criativa e ao mesmo tempo de intercâmbio cultural. Fica o convite a toda a gente para que crie a sua performance (individual ou grupo) e que se junte ao Komboyo no próximo dia 9 de Fevereiro.
Participa de uma forma crítica e criativa no panorama cultural da cidade!
Mais informações através do mail: geral@arca-algarve.org
Itinerário para o Desfile:
Sábado 9 de Fevereiro
20h00 - Concentração Escola Secundária João de Deus
20h30 - Composição das carruagens
21h30 - Inicio do Desfile – Escola Secundária João de Deus - Av. 5 de Outubro- Rua de Sto. António - Doca de Faro – Rua Conselheiro Bívar – Associação de Músicos
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Actividades,
Cidadania
sábado, janeiro 26, 2008
Ocupação (participação) Cultural
A Fábrica da Cerveja tem um projecto oficial. Aliás, tem vários: desde Museu do Brinquedo, hotel de charme, espaço cultural e agora, Museu de Arte Contemporânea, sempre existiram projecto para o espaço.
Sem projectos oficiais mas numa lógica de utilização de um espaço nobre da cidade, sub-aproveitado, sempre existiram projectos (semi) clandestinos. A ARCA, a Margem e outros grupos da cidade sempre a aproveitaram. Sobre-aproveitaram. Usando-a.
Agora vem outra iniciativa. Resistindo....Agindo....Aqui apresentamos a oficialmente (até ver) última iniciativa alternativa na Fábrica:
ESPAÇO
Fábrica da Cerveja, 30 de Janeiro a 1 de Fevereiro 2008
Este projecto surge de uma necessidade -o espaço, e projecta-se com o ritual que outros nos legaram: o de intensificar manifestações culturais e artísticas; o de reivindicar o “espaço” como um cenário ou uma tela; o de recriar e fortificar o nosso “espaço” no mercado de trabalho; o “espírito” de corporação, partilha e aprendizagem que marcam os passos de uma geração, uma época, um marco para as gerações vindouras; e principalmente duma luta constante por uma forte e criativa identidade cultural, capaz de agregar outras num mundo sem fronteiras.
Pretendemos portanto, criar uma mostra colectiva, multidisciplinar, animada e aberta à população, na Antiga Fábrica da Cerveja, um espaço público, embebido da história de Faro e de extrema importância para a metrópole farense, e que tem sido respeitado e acarinhado pelos que o dinamizam e inesquecido pelas gentes que o visita.
Sendo ponte para a criação de novos movimentos, civilidades ou vanguardas, mostramos a nossa arte, acreditando ser crucial na solidificação consciente da contemporaneidade.
Nesta direcção apelamos á importância do facto desta actividade estar a ser organizada em co-produção por jovens de Faro e um pouco de todo o Algarve (cerca de 136 jovens) representados por algumas associações (ARCA, UAlg., te-Atrito e Gaveta, Ass. Músicos, Ass. Filarmónica, Aliança Cultural e a RUAfm) e representados individualmente, ligados ao desenvolvimento cultural da cidade e da região, nas artes visuais, na música, na dança, na poesia e no teatro.
Tudo para alimentar uma atmosfera, um envolvimento, nessa que será a nossa inspiração e ritual de aproximação cultural.
Vita
Cabrita
Nuninho
Tati
Programa
30, 31 de Janeiro e 1 de Fevereiro
Local
Fábrica da Cerveja – Faro
Hora
Das 10.00h ás 22.00h
Exposição permanente de instalações: fotográficas (Yael, Man Guitto, K. White, Lara Bernardo, Farol, Carla Gomes); de artes visuais (Medi, †, Fábio Vieira); cenográficas (Zeca, Beacto, Pitt); de poesia (Pedro Afonso, João Bentes) e de artesãos (Sandro,…).
10.00h-18.00h – Espaço para criação e apresentação de personagens;
Ensaios de sons musicados;
Ateliers de Cabedal e Azulejo;
18.00h- 22.00h – Acções de 5min. (de quinze em quinze min.):
1. Eco (Musical/Performance) (sala InstalAR.TE)
2. Teresa Manjua (Dança Moderna) (Pátio 2)
3. Espaço Interior (Poesia/Performance) (Sala CalAR.TE)
4. Ritmo (Musical) (Sala Depósito)
5. Embarque (Personagens) (Sala Cais)
6. Mudo (Musical) (sala InstalAR.TE)
7. Janelas 1 (Pátio 2)
8. Janelas 2 (Pátio 2)
9. O Fantasma (Performance./ Body Paint) (Sala Miradoiro)
10. Janelas 3 (Pátio 2)
11. ReVolver (Performance) (sala InstalAR.TE)
12. Espelho (Teatro) (sala InstalAR.TE)
13. Cubo (Apresentação/Musical) (Pátio 1)
14. Jam (Musical) (Pátio 1)
15. Coreografias (Dança) (Sala CalAR.TE)
16. Breakdance (Dança) (Sala Cais)
17. Fim
- Acções Contínuas:
- Espaço para criação e apresentação de personagens;
- Vj’ing
- Atelier de Azulejo
- Body Painting
- Espaço para ensaios de grupos recreativos e culturais;
- D. Quixote (Ler ALTO) (sala da Terra)
Mais informações através de:
Tatiana Barreiros, Whotshiva@hotmail.com
Rui Cabrita, ruibeacto@gmail.com
Sem projectos oficiais mas numa lógica de utilização de um espaço nobre da cidade, sub-aproveitado, sempre existiram projectos (semi) clandestinos. A ARCA, a Margem e outros grupos da cidade sempre a aproveitaram. Sobre-aproveitaram. Usando-a.
Agora vem outra iniciativa. Resistindo....Agindo....Aqui apresentamos a oficialmente (até ver) última iniciativa alternativa na Fábrica:
ESPAÇO
Fábrica da Cerveja, 30 de Janeiro a 1 de Fevereiro 2008
Este projecto surge de uma necessidade -o espaço, e projecta-se com o ritual que outros nos legaram: o de intensificar manifestações culturais e artísticas; o de reivindicar o “espaço” como um cenário ou uma tela; o de recriar e fortificar o nosso “espaço” no mercado de trabalho; o “espírito” de corporação, partilha e aprendizagem que marcam os passos de uma geração, uma época, um marco para as gerações vindouras; e principalmente duma luta constante por uma forte e criativa identidade cultural, capaz de agregar outras num mundo sem fronteiras.
Pretendemos portanto, criar uma mostra colectiva, multidisciplinar, animada e aberta à população, na Antiga Fábrica da Cerveja, um espaço público, embebido da história de Faro e de extrema importância para a metrópole farense, e que tem sido respeitado e acarinhado pelos que o dinamizam e inesquecido pelas gentes que o visita.
Sendo ponte para a criação de novos movimentos, civilidades ou vanguardas, mostramos a nossa arte, acreditando ser crucial na solidificação consciente da contemporaneidade.
Nesta direcção apelamos á importância do facto desta actividade estar a ser organizada em co-produção por jovens de Faro e um pouco de todo o Algarve (cerca de 136 jovens) representados por algumas associações (ARCA, UAlg., te-Atrito e Gaveta, Ass. Músicos, Ass. Filarmónica, Aliança Cultural e a RUAfm) e representados individualmente, ligados ao desenvolvimento cultural da cidade e da região, nas artes visuais, na música, na dança, na poesia e no teatro.
Tudo para alimentar uma atmosfera, um envolvimento, nessa que será a nossa inspiração e ritual de aproximação cultural.
Vita
Cabrita
Nuninho
Tati
Programa
30, 31 de Janeiro e 1 de Fevereiro
Local
Fábrica da Cerveja – Faro
Hora
Das 10.00h ás 22.00h
Exposição permanente de instalações: fotográficas (Yael, Man Guitto, K. White, Lara Bernardo, Farol, Carla Gomes); de artes visuais (Medi, †, Fábio Vieira); cenográficas (Zeca, Beacto, Pitt); de poesia (Pedro Afonso, João Bentes) e de artesãos (Sandro,…).
10.00h-18.00h – Espaço para criação e apresentação de personagens;
Ensaios de sons musicados;
Ateliers de Cabedal e Azulejo;
18.00h- 22.00h – Acções de 5min. (de quinze em quinze min.):
1. Eco (Musical/Performance) (sala InstalAR.TE)
2. Teresa Manjua (Dança Moderna) (Pátio 2)
3. Espaço Interior (Poesia/Performance) (Sala CalAR.TE)
4. Ritmo (Musical) (Sala Depósito)
5. Embarque (Personagens) (Sala Cais)
6. Mudo (Musical) (sala InstalAR.TE)
7. Janelas 1 (Pátio 2)
8. Janelas 2 (Pátio 2)
9. O Fantasma (Performance./ Body Paint) (Sala Miradoiro)
10. Janelas 3 (Pátio 2)
11. ReVolver (Performance) (sala InstalAR.TE)
12. Espelho (Teatro) (sala InstalAR.TE)
13. Cubo (Apresentação/Musical) (Pátio 1)
14. Jam (Musical) (Pátio 1)
15. Coreografias (Dança) (Sala CalAR.TE)
16. Breakdance (Dança) (Sala Cais)
17. Fim
- Acções Contínuas:
- Espaço para criação e apresentação de personagens;
- Vj’ing
- Atelier de Azulejo
- Body Painting
- Espaço para ensaios de grupos recreativos e culturais;
- D. Quixote (Ler ALTO) (sala da Terra)
Mais informações através de:
Tatiana Barreiros, Whotshiva@hotmail.com
Rui Cabrita, ruibeacto@gmail.com
sexta-feira, janeiro 18, 2008
segunda-feira, janeiro 14, 2008
"Da Palavra ao Texto" Oficina de Escrita em Faro
Chegou-nos hoje esta informação:
O Texto-Al (grupo recém-criado que tem como objectivos, a promoção da leitura, o incentivo à produção de textos e a estimulação da criatividade) convida todos os interessados a participarem na Oficina de Escrita “Da Palavra ao Texto”, orientada pelo escritor Luís Ene.
Esta Oficina realizar-se-á nos dias 21, 24, 28 e 31 de Janeiro entre as 18:30h e as 21:00h em local a definir e terá o custo de 15€.
As inscrições e esclarecimentos podem ser feitos através do número 917 807 937.
Ponto de partida:
Alguns escritores dizem não saber quem escreve o que escrevem. Pode parecer estranho, mas quem escreve conhece bem essa sensação. A questão talvez possa ser colocada da seguinte forma: O autor escreve o texto ou o texto escreve-se?
Programa:
1. A matéria-prima: a palavra
2. O texto: processos de produção
2.1. Colar
2.2. Reciclar
2.3. Montar e desmontar
2.4. Escrever de ouvido
Funcionamento:
Através de diversos exercícios individuais e de grupo será explorada a relação entre autor e texto produzido. Não se pretende encontrar respostas; pretende-se produzir textos e discutir o respectivo processo de produção bem como os resultados obtidos. Pretende-se, por assim dizer, entrar em contacto com a mão que escreve o que escrevemos. Todas as sessões serão eminentemente práticas e será privilegiada a componente lúdica.
O Texto-Al (grupo recém-criado que tem como objectivos, a promoção da leitura, o incentivo à produção de textos e a estimulação da criatividade) convida todos os interessados a participarem na Oficina de Escrita “Da Palavra ao Texto”, orientada pelo escritor Luís Ene.
Esta Oficina realizar-se-á nos dias 21, 24, 28 e 31 de Janeiro entre as 18:30h e as 21:00h em local a definir e terá o custo de 15€.
As inscrições e esclarecimentos podem ser feitos através do número 917 807 937.
Ponto de partida:
Alguns escritores dizem não saber quem escreve o que escrevem. Pode parecer estranho, mas quem escreve conhece bem essa sensação. A questão talvez possa ser colocada da seguinte forma: O autor escreve o texto ou o texto escreve-se?
Programa:
1. A matéria-prima: a palavra
2. O texto: processos de produção
2.1. Colar
2.2. Reciclar
2.3. Montar e desmontar
2.4. Escrever de ouvido
Funcionamento:
Através de diversos exercícios individuais e de grupo será explorada a relação entre autor e texto produzido. Não se pretende encontrar respostas; pretende-se produzir textos e discutir o respectivo processo de produção bem como os resultados obtidos. Pretende-se, por assim dizer, entrar em contacto com a mão que escreve o que escrevemos. Todas as sessões serão eminentemente práticas e será privilegiada a componente lúdica.
Marcadores:
Literatura
terça-feira, dezembro 11, 2007
Comércio Justo para comemorar os Direitos Humanos
A ARCA vai estar, no próximo dia 12 de Dezembro, na Escola Secundária Tomás Cabreira, com uma banca do Comércio Justo e a realizar uma oficina sobre Direitos Humanos e Comércio Justo.
Esta acção insere-se na Comemoração do Dia Internacional dos Direitos Humanos.
Esta acção insere-se na Comemoração do Dia Internacional dos Direitos Humanos.
quarta-feira, dezembro 05, 2007
A ARCA no Dia Internacional d@ Voluntári@
No âmbito das comemorações do Dia Internacional d@ Voluntári@, a ARCA vai participar numa Mostra sobre Voluntariado, na Direcção Regional do Algarve do Instituto Português da Juventude (IPJ).
Entre as 14:00 e as 18:00 horas, vamos estar estar presentes, no espaço da Loja Ponto JA, juntamente com o Centro de Recrutamento de Faro do Exército.
Entre as 14:00 e as 18:00 horas, vamos estar estar presentes, no espaço da Loja Ponto JA, juntamente com o Centro de Recrutamento de Faro do Exército.
terça-feira, dezembro 04, 2007
Um pouco do Algarve em Lisboa
Sulscrito em Lisboa
na livraria Ler Devagar, na Fábrica Braço de Prata,
dia 8 de Dezembro às 21:30.
Rua da Fábrica do Material de Guerra, nº1
(em frente aos Correios do Poço do Bispo).
O Sulscrito - Círculo Literário do Algarve tem o prazer de vos convidar para uma sessão de apresentação de vários projectos culturais.
Apresentação de projectos de:
Sulscrito – Círculo Literário do Algarve
Palavra Ibérica
Aliança Cultural - Faro
Programa:
- Apresentação da revista de literatura Sulscrito, com a presença de alguns
autores/colaboradores.
- Apresentação da colecção de poesia Palavra Ibérica.
- Apresentação da 3ª edição do encontro de autores Hispano-Lusos Palavra ibérica (Punta Umbría-Huelva, 2008).
- Apresentação do projecto cultural ALIANÇA CULTURAL – Faro. (Literatura, Artes Plásticas, Património, Música).
- Apresentação de um jovem poeta de Faro, recentemente publicado.
Sulscrito:
Fernando Esteves Pinto
João Bentes
Pedro Afonso
Tiago Nené
Editor:
Luís Filipe Cristóvão (Livrododia Editora)
Aliança Cultural:
José Bívar
Adão Contreiras
Rui Dias Simão
na livraria Ler Devagar, na Fábrica Braço de Prata,
dia 8 de Dezembro às 21:30.
Rua da Fábrica do Material de Guerra, nº1
(em frente aos Correios do Poço do Bispo).
O Sulscrito - Círculo Literário do Algarve tem o prazer de vos convidar para uma sessão de apresentação de vários projectos culturais.
Apresentação de projectos de:
Sulscrito – Círculo Literário do Algarve
Palavra Ibérica
Aliança Cultural - Faro
Programa:
- Apresentação da revista de literatura Sulscrito, com a presença de alguns
autores/colaboradores.
- Apresentação da colecção de poesia Palavra Ibérica.
- Apresentação da 3ª edição do encontro de autores Hispano-Lusos Palavra ibérica (Punta Umbría-Huelva, 2008).
- Apresentação do projecto cultural ALIANÇA CULTURAL – Faro. (Literatura, Artes Plásticas, Património, Música).
- Apresentação de um jovem poeta de Faro, recentemente publicado.
Sulscrito:
Fernando Esteves Pinto
João Bentes
Pedro Afonso
Tiago Nené
Editor:
Luís Filipe Cristóvão (Livrododia Editora)
Aliança Cultural:
José Bívar
Adão Contreiras
Rui Dias Simão
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Literatura
segunda-feira, dezembro 03, 2007
CURSO AVANÇADO DE FORMAÇÃO DE FORMADORES EM EDUCAÇÃO PARA OS DIREITOS HUMANOS - FAROL
Informa a Humana Global
CURSO AVANÇADO DE FORMAÇÃO DE FORMADORES EM EDUCAÇÃO PARA OS DIREITOS HUMANOS - FAROL: 17 a 22 de Dezembro 2007
Objectivos do curso
O Programa de Formação em Direitos Humanos com o FAROL pretende ajudar os potenciais educadores e formadores em Direitos Humanos a adquirirem competências e tem como principais objectivos:
a) Integrar conhecimentos do campo da política, da economia, da diversidade cultural, das questões de género e da socio-psicologia no contexto dos Direitos Humanos;
b) Dar a conhecer as estratégias de formação e as metodologias exigidas para a promoção da Educação para os Direitos Humanos em todos os sectores da sociedade e em diversos países;
c) Explorar as especificidades e pontos comuns dos contextos educativos formais e não formais no que concerne à Educação para os Direitos Humanos;
d) Promover o FAROL a nível nacional.
Competências abordadas no curso de formação
- Conhecimento e consciência das perspectivas históricas na evolução da história e filosofia dos Direitos Humanos;
- Compreensão exaustiva dos instrumentos, mecanismos e Instituições internacionais e regionais que protegem e promovem os Direitos Humanos;
- Capacidade de reconhecer e abordar os valores e as normas éticas subjacentes à Educação para os Direitos Humanos e de desenvolver e gerir a formação sobre a Educação para os Direitos Humanos com métodos interactivos e participativos (incluindo as actividades do FAROL);
- Conhecimento sobre os programas e instrumentos mais relevantes do Conselho da Europa para a Juventude e para a Educação para os Direitos Humanos;
- Capacidade para debater e para liderar debates, criando múltiplas perspectivas sobre as questões e dilemas globais e contemporâneos dos Direitos Humanos e ser capaz de desenvolver acções de solidariedade ao nível global e também local;
- Capacidade de utilizar a informação e a tecnologia de comunicação no processo de aprendizagem e na formação sobre os Direitos Humanos;
- Compreensão de conceitos chave relacionados com a metodologia de formação, tais como a aprendizagem intercultural vivenciada e cooperativa (incluindo a empatia, a diferença entre respeito e tolerância e a distância dos papéis sociais nas situações de formação).
INTRODUÇÃO AO SISTEMA DOS DIREITOS HUMANOS:
- Definição e características dos Direitos Humanos
- As chamadas "gerações" dos Direitos Humanos:
1ª geração – direitos civis e políticos
2ª geração – direitos económicos, sociais e culturais
3ª geração – direitos colectivos e de solidariedade, como sendo o direito a um meio ambiente sustentável, direitos dos consumidores, direitos de grupos sociais específicos (crianças, mulheres, minorias …)
- História dos Direitos Humanos e os Direitos Humanos pelo mundo
- Instrumentos legais dos Direitos Humanos:
a) Nível Internacional:
Declaração Universal dos Direitos Humanos, 1948
Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos, 1966
Pacto Internacional dos Direitos Económicos, Sociais e Culturais, 1966
Convenções Internacionais para a protecção de grupos específicos (Convenção sobre os Direitos da Criança; Convenção para a Eliminação de todas as Formas de Discriminação Contra a Mulher; Convenção relativa ao Estatuto dos Refugiados; Convenção contra a Tortura e outras Penas ou Tratamentos Cruéis, Desumanos ou Degradantes; Convenção pela Protecção de todos os Trabalhadores Migrantes e os Membros das suas Famílias; Convenção para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial)
b) Nível Regional:
Convenção Europeia para a Protecção dos Direitos Humanos e das Liberdades Fundamentais, 1950
Carta Social Europeia, 1961
Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia, 2000
Convenção Americana sobre os Direitos Humanos, 1969
Carta Africana dos Direitos do Homem e do Povo, 1986
Declaração Asiática sobre os Direitos Humanos (declaração não obrigatória)
c) Nível nacional:
Constituições
"Cartas de Direitos"
Leis e regulamentos
- Sistemas de protecção internacional, regional e nacional dos Direitos Humanos:
a) Nível Internacional – Nações Unidas (Tribunal Internacional de Justiça)
b) Nível Regional – Conselho da Europa (Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, Comissão Europeia contra o Racismo e a Intolerância e o Comissariado dos Direitos Humanos do Conselho da Europa), Organização para a Segurança e Cooperação na Europa, União Europeia (Tribunal Europeu de Justiça – quando a lei comunitária envolve questões dos Direitos Humanos)
América: Sistema Americano dos Direitos Humanos (Tribunal Inter - Americano dos Direitos Humanos)
Africa: Sistema Africano dos Direitos Humanos (Comissão Africana dos Direitos do Homem e dos Povos)
Ásia: sem sistema real
c) Nível nacional – recursos judiciais (tribunais) e recursos não-judiciais (Provedor de justiça, Comissões de Direitos Humanos, etc)
* Atenção especial dada ao papel do Comité Europeu dos Direitos Humanos, aos dois protocolos e ao Tribunal Europeu dos Direitos Humanos.
- Activismo e o papel das ONGs
Definição e tipos de ONGs
Como é que as ONGs têm influência?
Exemplos de activismo de sucesso
MÓDULOS SOBRE TEMAS SELECCIONADOS DOS DIREITOS HUMANOS:
A) Crianças
- Importância da Convenção sobre os Direitos da Criança, 1989
- Outros instrumentos internacionais e regionais:
Declaração Mundial sobre a Sobrevivência, Protecção e Desenvolvimento das Crianças
Plano de Acção para a Implementação da Declaração Mundial, 1990
Recomendação da Assembleia Parlamentar 1460 (2000) para o Estabelecimento de um Provedor Europeu para as Crianças, Conselho da Europa, Estrasburgo, 2001
Recomendação da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa 1286, 1996, sobre uma Estratégia Europeia para as Crianças
Convenção Europeia sobre o Exercício dos Direitos das Crianças, Conselho da Europa, Estrasburgo 1996
- O estado do mundo das crianças: tráfico sexual, prostituição e pornografia e outras formas de exploração de crianças (na Europa), trabalho infantil, crianças refugiadas, crianças em conflitos armados, etc.
B) Cidadania
- Definição: "Quais os direitos que os Estados são obrigados a garantir aos seus cidadãos e em que termos?" e "O que é que acontece àqueles cidadãos que não têm a protecção do país onde residem?"
- Concepções históricas
- Relação com os Direitos Humanos
- Problemas de cidadania (formas de envolvimento ou participação para além do voto, participação de trabalhadores imigrantes e o seu direito a alguns benefícios de cidadania ou à cidadania formal)
C) Democracia
- Definição e descrição – o que é a democracia e como é que se desenvolveu?
- Formas de democracia
- O verdadeiro poder do povo sobre a elaboração de leis e a importância das eleições
- Problemas com democracia: baixo nível de participação dos cidadãos nas eleições e baixa representação dos interesses das minorias (a "lei da maioria")
D) Discriminação e Xenofobia
- Definição de discriminação, xenofobia e racismo
- A Conferencia Mundial das Nações Unidas contra o Racismo, a Discriminação Racial, Xenofobia e a Intolerância
- Imigrantes, refugiados e requerentes de asilo politico
- Anti-Semitismo e Ciganofobia
- Pessoas portadoras de deficiência ou com limitações
- Homofobia ou discriminação por causa da orientação sexual
- Discriminação religiosa
E) Educação
- O porquê do direito à educação?
- Definição e descrição: conteúdos do direito à educação e das obrigações do Estado
F) Igualdade de género
- "os Direitos Humanos das mulheres" e a "igualdade de género"
- Violação dos direitos das mulheres, violência doméstica, tráfico, mutilação genital feminina,…
G) Paz e Violência
- O respeito pelos Direitos Humanos como uma pré-condição para alcançar um estado de paz
- Definição de paz: Importância de uma dimensão cultural, paz negativa e positiva
- Definição de violência: violência directa e indirecta ou violência estrutural
H) Pobreza
- Definição: pobreza relativa e absoluta e exclusão social
- Dimensões: Meios de subsistência, necessidades básicas, justiça, organização, participação e dignidade humana
- Grupos susceptíveis à pobreza: mulheres e crianças
OS DIREITOS HUMANOS E O FAROL:
- O que é o FAROL?
- Como trabalhar com o manual
- abordagens educativas:
Aprendizagem cooperativa
Participação
Aprendizagem experiencial baseada num ciclo de aprendizagem (experimentar ð relatar ð reflectir ð generalizar ð aplicar ð experimentar ð …) e em actividades ("jogos")
- Facilitação ("facilitador" sendo a pessoa que prepara, apresenta e coordena as actividades) e estilos de pensamento, aprendizagem e formação
- Conselhos para os utilizadores: como escolher uma actividade
- Conselhos para a facilitação: trabalho de grupo e técnicas de trabalho de grupo (brainstorming, debates, trabalho em pequenos grupos, simulações, imagens, filmes, vídeos e programas de rádio, jornais, televisão e Internet)
- Conselhos para a condução de actividades: co-animação, gestão de tempo, criar um ambiente que não intimide, estabelecer regras de base, dar instruções claras, animar o processo de análise e discussão…
- Problemas possíveis nas actividades e dicas para solucionar os problemas
- Gestão de conflitos dentro do grupo
- Métodos e técnicas para o apoio dos grupos de aprendizagem efectiva
- Métodos e técnicas para o desenvolvimento de capacidades de argumentação
- Métodos e técnicas para o desenvolvimento de capacidades para uma tomada de decisão colectiva
- Actividades para revisão
Custos de participação: 75 euros por participante
(Direito a alojamento, refeições, materiais da formação, um livro FAROL e certificado de participação)
HORÁRIO: 17 a 22 de Dezembro – das 16h00 às 22h00
Prazo final para candidaturas: 12 de Dezembro 2007
Enviem a vossa candidatura, CV e carta de recomendação da vossa organização por e-mail para a HUMANA GLOBAL – geral@humanaglobal.org
HUMANA GLOBAL – Associação para a Promoção dos Direitos Humanos, da Cultura e do Desenvolvimento
Rua dos Combatentes, nº 140 – 1º andar,
3030-181 Coimbra, Portugal
Tel.: +351 239 781 209 | Fax: +351 239 781 385
E-mail: geral@humanaglobal.org | Internet: www.humanaglobal.org
FICHA DE CANDIDATURA PARA DOWNLOAD. Caso nao consiga fazer o download, envie e-mail para: geral@humanaglobal.org
CURSO AVANÇADO DE FORMAÇÃO DE FORMADORES EM EDUCAÇÃO PARA OS DIREITOS HUMANOS - FAROL: 17 a 22 de Dezembro 2007
Objectivos do curso
O Programa de Formação em Direitos Humanos com o FAROL pretende ajudar os potenciais educadores e formadores em Direitos Humanos a adquirirem competências e tem como principais objectivos:
a) Integrar conhecimentos do campo da política, da economia, da diversidade cultural, das questões de género e da socio-psicologia no contexto dos Direitos Humanos;
b) Dar a conhecer as estratégias de formação e as metodologias exigidas para a promoção da Educação para os Direitos Humanos em todos os sectores da sociedade e em diversos países;
c) Explorar as especificidades e pontos comuns dos contextos educativos formais e não formais no que concerne à Educação para os Direitos Humanos;
d) Promover o FAROL a nível nacional.
Competências abordadas no curso de formação
- Conhecimento e consciência das perspectivas históricas na evolução da história e filosofia dos Direitos Humanos;
- Compreensão exaustiva dos instrumentos, mecanismos e Instituições internacionais e regionais que protegem e promovem os Direitos Humanos;
- Capacidade de reconhecer e abordar os valores e as normas éticas subjacentes à Educação para os Direitos Humanos e de desenvolver e gerir a formação sobre a Educação para os Direitos Humanos com métodos interactivos e participativos (incluindo as actividades do FAROL);
- Conhecimento sobre os programas e instrumentos mais relevantes do Conselho da Europa para a Juventude e para a Educação para os Direitos Humanos;
- Capacidade para debater e para liderar debates, criando múltiplas perspectivas sobre as questões e dilemas globais e contemporâneos dos Direitos Humanos e ser capaz de desenvolver acções de solidariedade ao nível global e também local;
- Capacidade de utilizar a informação e a tecnologia de comunicação no processo de aprendizagem e na formação sobre os Direitos Humanos;
- Compreensão de conceitos chave relacionados com a metodologia de formação, tais como a aprendizagem intercultural vivenciada e cooperativa (incluindo a empatia, a diferença entre respeito e tolerância e a distância dos papéis sociais nas situações de formação).
INTRODUÇÃO AO SISTEMA DOS DIREITOS HUMANOS:
- Definição e características dos Direitos Humanos
- As chamadas "gerações" dos Direitos Humanos:
1ª geração – direitos civis e políticos
2ª geração – direitos económicos, sociais e culturais
3ª geração – direitos colectivos e de solidariedade, como sendo o direito a um meio ambiente sustentável, direitos dos consumidores, direitos de grupos sociais específicos (crianças, mulheres, minorias …)
- História dos Direitos Humanos e os Direitos Humanos pelo mundo
- Instrumentos legais dos Direitos Humanos:
a) Nível Internacional:
Declaração Universal dos Direitos Humanos, 1948
Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos, 1966
Pacto Internacional dos Direitos Económicos, Sociais e Culturais, 1966
Convenções Internacionais para a protecção de grupos específicos (Convenção sobre os Direitos da Criança; Convenção para a Eliminação de todas as Formas de Discriminação Contra a Mulher; Convenção relativa ao Estatuto dos Refugiados; Convenção contra a Tortura e outras Penas ou Tratamentos Cruéis, Desumanos ou Degradantes; Convenção pela Protecção de todos os Trabalhadores Migrantes e os Membros das suas Famílias; Convenção para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial)
b) Nível Regional:
Convenção Europeia para a Protecção dos Direitos Humanos e das Liberdades Fundamentais, 1950
Carta Social Europeia, 1961
Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia, 2000
Convenção Americana sobre os Direitos Humanos, 1969
Carta Africana dos Direitos do Homem e do Povo, 1986
Declaração Asiática sobre os Direitos Humanos (declaração não obrigatória)
c) Nível nacional:
Constituições
"Cartas de Direitos"
Leis e regulamentos
- Sistemas de protecção internacional, regional e nacional dos Direitos Humanos:
a) Nível Internacional – Nações Unidas (Tribunal Internacional de Justiça)
b) Nível Regional – Conselho da Europa (Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, Comissão Europeia contra o Racismo e a Intolerância e o Comissariado dos Direitos Humanos do Conselho da Europa), Organização para a Segurança e Cooperação na Europa, União Europeia (Tribunal Europeu de Justiça – quando a lei comunitária envolve questões dos Direitos Humanos)
América: Sistema Americano dos Direitos Humanos (Tribunal Inter - Americano dos Direitos Humanos)
Africa: Sistema Africano dos Direitos Humanos (Comissão Africana dos Direitos do Homem e dos Povos)
Ásia: sem sistema real
c) Nível nacional – recursos judiciais (tribunais) e recursos não-judiciais (Provedor de justiça, Comissões de Direitos Humanos, etc)
* Atenção especial dada ao papel do Comité Europeu dos Direitos Humanos, aos dois protocolos e ao Tribunal Europeu dos Direitos Humanos.
- Activismo e o papel das ONGs
Definição e tipos de ONGs
Como é que as ONGs têm influência?
Exemplos de activismo de sucesso
MÓDULOS SOBRE TEMAS SELECCIONADOS DOS DIREITOS HUMANOS:
A) Crianças
- Importância da Convenção sobre os Direitos da Criança, 1989
- Outros instrumentos internacionais e regionais:
Declaração Mundial sobre a Sobrevivência, Protecção e Desenvolvimento das Crianças
Plano de Acção para a Implementação da Declaração Mundial, 1990
Recomendação da Assembleia Parlamentar 1460 (2000) para o Estabelecimento de um Provedor Europeu para as Crianças, Conselho da Europa, Estrasburgo, 2001
Recomendação da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa 1286, 1996, sobre uma Estratégia Europeia para as Crianças
Convenção Europeia sobre o Exercício dos Direitos das Crianças, Conselho da Europa, Estrasburgo 1996
- O estado do mundo das crianças: tráfico sexual, prostituição e pornografia e outras formas de exploração de crianças (na Europa), trabalho infantil, crianças refugiadas, crianças em conflitos armados, etc.
B) Cidadania
- Definição: "Quais os direitos que os Estados são obrigados a garantir aos seus cidadãos e em que termos?" e "O que é que acontece àqueles cidadãos que não têm a protecção do país onde residem?"
- Concepções históricas
- Relação com os Direitos Humanos
- Problemas de cidadania (formas de envolvimento ou participação para além do voto, participação de trabalhadores imigrantes e o seu direito a alguns benefícios de cidadania ou à cidadania formal)
C) Democracia
- Definição e descrição – o que é a democracia e como é que se desenvolveu?
- Formas de democracia
- O verdadeiro poder do povo sobre a elaboração de leis e a importância das eleições
- Problemas com democracia: baixo nível de participação dos cidadãos nas eleições e baixa representação dos interesses das minorias (a "lei da maioria")
D) Discriminação e Xenofobia
- Definição de discriminação, xenofobia e racismo
- A Conferencia Mundial das Nações Unidas contra o Racismo, a Discriminação Racial, Xenofobia e a Intolerância
- Imigrantes, refugiados e requerentes de asilo politico
- Anti-Semitismo e Ciganofobia
- Pessoas portadoras de deficiência ou com limitações
- Homofobia ou discriminação por causa da orientação sexual
- Discriminação religiosa
E) Educação
- O porquê do direito à educação?
- Definição e descrição: conteúdos do direito à educação e das obrigações do Estado
F) Igualdade de género
- "os Direitos Humanos das mulheres" e a "igualdade de género"
- Violação dos direitos das mulheres, violência doméstica, tráfico, mutilação genital feminina,…
G) Paz e Violência
- O respeito pelos Direitos Humanos como uma pré-condição para alcançar um estado de paz
- Definição de paz: Importância de uma dimensão cultural, paz negativa e positiva
- Definição de violência: violência directa e indirecta ou violência estrutural
H) Pobreza
- Definição: pobreza relativa e absoluta e exclusão social
- Dimensões: Meios de subsistência, necessidades básicas, justiça, organização, participação e dignidade humana
- Grupos susceptíveis à pobreza: mulheres e crianças
OS DIREITOS HUMANOS E O FAROL:
- O que é o FAROL?
- Como trabalhar com o manual
- abordagens educativas:
Aprendizagem cooperativa
Participação
Aprendizagem experiencial baseada num ciclo de aprendizagem (experimentar ð relatar ð reflectir ð generalizar ð aplicar ð experimentar ð …) e em actividades ("jogos")
- Facilitação ("facilitador" sendo a pessoa que prepara, apresenta e coordena as actividades) e estilos de pensamento, aprendizagem e formação
- Conselhos para os utilizadores: como escolher uma actividade
- Conselhos para a facilitação: trabalho de grupo e técnicas de trabalho de grupo (brainstorming, debates, trabalho em pequenos grupos, simulações, imagens, filmes, vídeos e programas de rádio, jornais, televisão e Internet)
- Conselhos para a condução de actividades: co-animação, gestão de tempo, criar um ambiente que não intimide, estabelecer regras de base, dar instruções claras, animar o processo de análise e discussão…
- Problemas possíveis nas actividades e dicas para solucionar os problemas
- Gestão de conflitos dentro do grupo
- Métodos e técnicas para o apoio dos grupos de aprendizagem efectiva
- Métodos e técnicas para o desenvolvimento de capacidades de argumentação
- Métodos e técnicas para o desenvolvimento de capacidades para uma tomada de decisão colectiva
- Actividades para revisão
Custos de participação: 75 euros por participante
(Direito a alojamento, refeições, materiais da formação, um livro FAROL e certificado de participação)
HORÁRIO: 17 a 22 de Dezembro – das 16h00 às 22h00
Prazo final para candidaturas: 12 de Dezembro 2007
Enviem a vossa candidatura, CV e carta de recomendação da vossa organização por e-mail para a HUMANA GLOBAL – geral@humanaglobal.org
HUMANA GLOBAL – Associação para a Promoção dos Direitos Humanos, da Cultura e do Desenvolvimento
Rua dos Combatentes, nº 140 – 1º andar,
3030-181 Coimbra, Portugal
Tel.: +351 239 781 209 | Fax: +351 239 781 385
E-mail: geral@humanaglobal.org | Internet: www.humanaglobal.org
FICHA DE CANDIDATURA PARA DOWNLOAD. Caso nao consiga fazer o download, envie e-mail para: geral@humanaglobal.org
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